<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164</id><updated>2011-12-15T00:44:41.399-02:00</updated><title type='text'>Tomada1</title><subtitle type='html'>network flaneur</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>72</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115687082474580029</id><published>2006-08-29T13:53:00.000-03:00</published><updated>2006-08-29T19:06:21.390-03:00</updated><title type='text'>Mudança de endereço</title><content type='html'>Só agora terminei de arrumar as malas e me mudei para o novo blog.&lt;br /&gt;O Tomada1 - &lt;em&gt;network flaneur&lt;/em&gt; surgiu há quase dois anos, quando eu ainda estava no curso de cinema. Mudando de endereço, o nome ganha mais significados pra mim, funcionando como etapa vencida. A primeira 'tomada' é o início na realização de todo filme e o Tomada1 foi o início com o cinema em palavras.&lt;br /&gt;Já havia pensado em mudar seu nome, para algo mais sutil, mantendo a relação com cinema e palavras, agora surgiu a possibilidade em uma nova plataforma.&lt;br /&gt;Peço para aqueles que me adicionaram em seus links que mudem o nome e atualizem o endereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo endereço: &lt;strong&gt;O espelho - &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://oespelho.wordpress.com"&gt;&lt;strong&gt;http://oespelho.wordpress.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115687082474580029?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115687082474580029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115687082474580029&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115687082474580029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115687082474580029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/mudana-de-endereo.html' title='Mudança de endereço'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115652261203693012</id><published>2006-08-25T13:14:00.000-03:00</published><updated>2006-08-25T15:42:28.226-03:00</updated><title type='text'>2001:Uma Odisséia no Espaço</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/2001.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/400/2001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://img61.exs.cx/img61/7757/2001.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise - 2001:UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stanley Kubrick, &lt;em&gt;2001:A Space Odyssey&lt;/em&gt;. EUA, 1968&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poesia visual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginemos um filme de Ficção Científica: Computadores inteligentes, naves espaciais, andróides, seres irreais, futuro! Mas não é assim que começa um dos melhores filmes sobre esse tema dos últimos tempos. 2001: Uma Odisséia no Espaço, criação do diretor e co-roteirista Stanley Kubrick com o escritor e co-roteirista Arthur C.Clark, começa com imagens altamente reflexivas. São imagens do passado, e de um passado bem distante, aproximadamente quatro milhões de anos atrás. “Será que eu entrei na sala errada?”, essa deve ter sido alguma das perguntas que os espectadores fizeram ao começar a assistir esse filme pela primeira vez, já que durante aproximadamente vinte minutos assistiram a pré-história, filmada com uma realidade assombrosa, a tal ponto de especularem que os seres usados no início do filme seriam macacos reais (circula na Internet que isso impossibilitou o filme de ganhar o Oscar de melhor maquiagem na época). Um dos mitos dessa obra-prima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro momento do filme é de total estranhamento, são quase três minutos (2’56’’) de pura banda sonora sem nenhuma imagem. A tela escura e os sons abstratos e sombrios da música chamam a atenção dos espectadores, exacerbando a curiosidade, além de criar uma ambiência que tem a ver com o que é mostrado a seguir: A imagem do espaço, demonstrando a Terra, a lua crescente e o sol, ao som de “Assim falou Zarathustra” de Richard Strauss, é um momento especial, como a música, feita em referência a obra de Niestche, denotando a previsão de um processo evolutivo. A música tem um papel importantíssimo nesse filme, ela não é usada somente como acompanhamento das cenas, quase toda clássica, ela exerce significados que complementam as imagens. A valsa de Johan Strauss, “Danúbio Azul”, é explorada ao extremo, e casa perfeitamente com as imagens deslizantes e circulares do espaço, os objetos estão em constante movimento(em órbita) e a música reforça isso, seu caráter crescente evoca expansão e evolução. “O Ballet” de Khatchaturian faz as naves espaciais dançarem. Além das músicas de Giorgi Ligeti que completam o significado da viagem através do “portal estelar” (“Lux Aeterna”), com seus sons psicodélicos e da chegada no quarto em estilo vitoriano ao final do filme(“Réquiem”), com ruídos de gotas d’água e vozes irreconhecíveis. Transferindo-nos completamente para aqueles ambientes, estranhos e insólitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após os créditos iniciais que aparecem na tela na cadência da música, vemos uma imagem do nascer de um dia, com sons de grilos e pássaros, assistimos “A aurora do homem”. São imagens de um deserto com seres pré-históricos dividindo o espaço físico, é na verdade um retorno ao nosso passado, aos nossos ancestrais . Percebe-se nas primeiras imagens a guerra entre as variadas espécies, macacos com tigres e antas. Há elipses temporais criadas através de “fades” para significar a passagem de tempo. Logo após acompanhamos a guerra entre seres da mesma espécie, os macacos, principalmente por localidades e água. Um dos macacos atravessa uma poça para demarcar seu domínio sobre a mesma. Importante frisar que nessas cenas nota-se um cuidado com a fotografia, para que sempre houvesse um facho de luz em direção da água, demonstrando sua riqueza e seu valor, além de direcionar nosso olhar. O tempo passa, os macacos começam a brigar entre si por comida e por espaço nas cavernas, onde se protegiam à noite. Sempre os que não conseguiam espaço ficavam grunhindo fora das cavernas, enquanto os de dentro respondiam com grunhidos mais altos. É mostrados um pôr do sol e a lua crescente, como a que surge no alinhamento no início do filme, logo após vemos um macaco acordando e se assustando com o que vê, que está fora do quadro, começa a grunhir e propositadamente acorda os outros, só depois disso é demonstrado aos espectadores o monólito bem próximo a eles, iluminado com um facho de luz. Uma trilha sonora sempre acompanha a aparição do monólito durante todo o filme, é um som crescente, um conjunto de ruídos, vozes, com sons agudos. Os macacos estranham aquele objeto e se aproximam para verificar, tocando, cheirando, percebem que é uma superfície lisa com quinas, diferente das rochas grosseiras que estão acostumados a escalar. É inserido um plano, mostrando a Lua e o sol alinhados do ponto de vista da terra, mais precisamente do monólito, reforçando a idéia da temporalidade dos acontecimentos, o monólito surge no momento de lua crescente, aquele descrito através das imagens no início do filme, significando período de evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após essa “aparição”, passam alguns dias e um grupo de macacos acha uma ossada de anta, a maioria não se interessa, mas um dos macacos permanece olhando para os ossos, ele senta-se, é mostrado um plano aproximado, vemos somente os ossos e um macaco em contra-plongée (ressaltando sua posição diante da ossada, além de significar crescimento intelectual), ele os olha como se tentasse decifrar um enigma, faz um movimento com a cabeça como se estivesse pensando, racionalizando algo. Nesse instante é introduzido novamente o plano do alinhamento visto do monólito e é inserida a música de R.Strauss, “Assim falou Zarathustra”, reforçando ainda mais a questão da temporalidade e da evolução. O macaco pega um osso entre vários, gira como um semicírculo(lua crescente) e bate devagar contra os demais, ele percebe a natureza do osso, é mais resistente que os demais, começa a quebrar os outros ossos, para segurar o osso com as duas mãos pela primeira vez sustenta o corpo somente nas duas patas traseiras, quebra o crânio da ossada, há um corte para uma anta caindo morta. Destroça o crânio, vemos outra anta caindo, demonstrando a possibilidade de matar quantas quisesse. A face do macaco mostra seu momento de euforia, como num grito de “eureka” ele lança o osso pra cima. Após isso vemos uma seqüência de planos significativos, um macaco subindo uma pequena ladeira como se tentasse se esconder, segurando um osso e comendo um pedaço de carne, depois já vemos outro plano, onde vários macacos comem carne e o que estava com o osso numa posição superior em cima de uma rocha, representando liderança. Depois um último corte, a cena onde vemos macacos bem pequenos sentados e brincando com ossos, denotando a passagem de conhecimento para as novas gerações. Algo aconteceu: o conhecimento. E foi inserido no cotidiano desses seres com momento demarcado: após a aparição do monólito, com a lua crescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma imagem mostra mais um pôr do sol, que se olhado com atenção demonstra que a lua, antes vista sempre crescente, agora está cheia, nova, denotando os momentos de mudança que virão a seguir. Os macacos que foram expulsos voltam de encontro à poça d’água do início do filme. Todos com ossos nas mãos, nota-se que somente esse grupo sustenta o corpo nos dois pés, o outro grupo não, agora o raio de luz que ficava sob a poça está do lado dos que tem os ossos nas mãos, demonstrando o poder da “arma” descoberta, o osso, o conhecimento. Não se contentando em obter comida eles também querem água e espaço físico, assim matam um dos outros macacos do grupo oposto com os ossos. Na euforia da vitória um osso é jogado pra cima, que agora gira subindo, formando um círculo(lua nova). O osso sobe no sentido anti- horário e desce no sentido horário, um índice para o futuro que virá. Acontece aqui o maior corte temporal da história do cinema, o osso que caía, é cortada para uma nave orbitando a terra(num formato parecido) ao som da valsa de J.Strauss.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A montagem do filme tem características peculiares. Não há fusões, o corte seco é o mais utilizado, contrapondo planos às vezes não contínuos, usado para gerar significados e não simplesmente para contar linearmente a história. Quase sem diálogos, o filme é construído a partir da justaposição das imagens, alguns planos são longos e lentos, principalmente quando são mostradas imagens do espaço. É uma maneira de construir um clima para essas imagens, já que, antes desse ainda não havia nenhum filme que retratasse com fidelidade como se portava os objetos no espaço, a relação da não gravidade e do eterno movimento foi explorada com precisão. Por tratar de elementos que não existiam na época é preciso de várias cenas descritivas, em alguns momentos parecemos assistir um documentário, como no processo do reconhecimento de voz ou nos longos planos demonstrando o interior das naves espaciais. Quando ocorrem diálogos, como os que acontecem na Estação, são cheios de significados, como quando Heywood encontra outras pessoas conversando, eles falam em Russo( além de seus nomes: Dra. Stretyneva, Dr. Andrei Smyslov), fica intrínseco aí uma discussão sobre a corrida espacial entre Norte-americanos e Russos que acontecia na época do filme. Mas quem teria chegado primeiro? No diálogo posterior, isso é demonstrado, já que somente Heywood detém informações sobre o que acontece na Lua, explicitando quem está no comando. Interessante também é a mensagem intertextual que existe numa sala por trás das pessoas que conversam na estação, uma palavra escrita em letras maiúsculas: HILTON, que é uma referência a tradicional rede de hotéis norte-americana, que possui sedes em vários locais do mundo. Há também uma cena interessante, quando a nave de Heywood está há caminho da Lua, alguns tripulantes assistem a imagens de lutas de sumô em telas widescreen, como referência a disputa da chegada na mesma. Além da clássica referência do supercomputador HAL, suas três letras precedem as letras de IBM, que é uma das maiores empresas de informática dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante notar como a fotografia dialoga com a montagem, como nas composições utilizadas nas cenas do espaço, a maioria dos objetos tem aspectos circulares e giram. Na cena que Heywood chega na estação, o elevador é circular, o movimento que a câmera faz é num “travelling” circular e a terra ao fundo nas janelas (tudo gira). O uso das cores também é marcante, o azul e o vermelho, são as mais representativas. O vermelho sempre está associado ao perigo ou ao retorno ao passado, como às imagens avermelhadas do início do filme, nas paisagens desérticas ou ao “olho” de HAL, que se volta contra os seres humanos. O azul está relacionando com o futuro e esperança, como na vista da terra do espaço ou na “Criança estrela” do final do filme além de alguns botões de dentro da nave. Os “flares” e os reflexos são muito bem utilizados, o primeiro é marcante nas cenas em que aparecem o monólito, dando um tom mágico. E o segundo, na parte frontal do capacete de David, sob seu rosto. Principalmente quando reflete HAL, denotando um significado de unicidade entre os dois, existe algo de David em HAL e vice-versa .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fotografia nos remete aos efeitos especiais, concebidos e dirigidos por Kubrick. O fotógrafo que existia antes de se tornar diretor de cinema aflorou nesse filme, que abusou das perspectivas para criar profundidade, iluminação impecável e angulações indescritíveis. Os efeitos especiais foi o item que o fez ganhar o único Oscar dessa obra. O uso de cenários gigantescos e em tamanhos reais ou com possibilidades de movimentos antes nunca executados geraram imagens surpreendentes. As experimentações visuais, como a viagem através do “Portal estelar” ou as imagens de Júpiter, com cores vibrantes, são marcas indeléveis nesse filme. Considerando que na época não existiam computadores para criar elementos virtuais, o filme demonstra profundo engajamento em técnicas de superposição e de trabalho com miniaturas e maquetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme tem uma característica peculiar, seus protagonistas somente aparecem depois dos primeiros cinqüenta minutos de filme, logo após a segunda aparição do monólito na Lua, quando esse envia um sinal para Júpiter. Há sempre uma questão de aparição x evolução, o monólito está na lua sinalizando um acontecimento do conhecimento, intelectual, é como se representasse nossa evolução. Cada vez querendo ir mais longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Bowman(Keir Dulela) e HAL (voz de Douglas Rain ) são os personagens principais. As suas características são quase invertidas propositadamente. Bowman é tranqüilo, seguro e prático, já HAL, que é a máquina, é curioso, orgulhoso, mentiroso e ambicioso. Ele que foi criado pelo homem, incorpora seus defeitos e volta-se contra o próprio homem, como o macaco no início do filme que não admitiu ter somente a comida, e foi de encontro aos seus semelhantes, matando-os para tomar-lhes água e espaço.&lt;br /&gt;Bowman e HAL surgem na Viagem a Júpiter, a bordo da nave Discovery, que possui uma semelhança a um espermatozóide, semelhança que nos remete a imagem final do filme, a gestação da “Criança estrela”. A aparição dessa nave e dos tripulantes representam um segundo momento do filme, nota-se isso pois até a trilha sonora é distinta. A valsa de J. Strauss dá lugar ao “Ballet” de Khatchaturian. Passa-se a ouvir ruídos constantes de ventoinhas, como se fosse o coração de HAL, além da respiração de Bowman e o silêncio, usado depois da morte do colega de Bowman e depois do assassinato dos outros tripulantes que estavam hibernando. Depois das mortes as imagens do espaço, fora da Discovery são sempre em silêncio, representado um luto às ações de HAL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HAL é tudo aquilo que Bowman não quer mais ser, e pode matá-lo a qualquer momento. Assim o primeiro é eliminado, numa das cenas mais marcantes do filme, enquanto suas placas do centro lógico de memória são retiradas, ele diz “minha consciência está se esvaindo”, “eu posso sentir”, e começa a cantar uma música que seu construtor o havia ensinado, que possui frases do tipo, “estou me sentido meio louco…” ressaltando ainda mais a humanização de HAL. Após isso Bowman é “premiado” com o máximo da evolução, transforma-se em estrela. Isso é uma referência ao conto “Sentinela” de Arhur C. Clarke, que a obra é baseada. No conto, Clarke diz que a quantidade de estrelas no céu é equivalente à quantidade de seres humanos que nasceram e morreram, então é possível que exista uma estrela para cada ser que existiu. Assim, várias pessoas podem ter se tornado estrelas em seu processo evolutivo, e isso será demonstrado em algum momento em sua vida, no filme foi o momento de Bowman.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115652261203693012?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115652261203693012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115652261203693012&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115652261203693012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115652261203693012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/2001uma-odissia-no-espao.html' title='2001:Uma Odisséia no Espaço'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115646080231464341</id><published>2006-08-24T20:03:00.000-03:00</published><updated>2006-08-24T22:29:52.090-03:00</updated><title type='text'>Festival Internacional de Curta metragens de São Paulo</title><content type='html'>Está começando hoje o &lt;a href="http://www.kinoforum.org.br/curtas/2006/"&gt;17º Festival Internacional de Curta metragens de São Paulo&lt;/a&gt;, um dos mais importantes do país. A Bahia tem três representantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ilha do Rato, de &lt;em&gt;Bernard Attal, Joselito Crispim&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Brasil(BA), 2005 Fic - 18' - Cor/P&amp;amp;B Super 16 &gt;35mm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bitchu é um menino das palafitas que vende sonhos. Mas seu sonho é encontrar um jeito de navegar até essa Ilha que entrou em sua cabeça na noite passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Prêmio Quanta, Jornada de Cinema, Salvador (BA), Brasil, 2005 / Festival Silhouette, Paris, França, 2005 / Garden State Film Festival, Atlantic City, EUA, 2006 / Ann Arbor International Film Festival, Ann Arbor, EUA, 2006 / Chicago Latino Film Festival, Chicago, EUA, 2006 / Moondance International Film Festival, Los Angeles, EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmografia do diretor:Mr Paine, 2003 / 29 Polegadas, 2004 / Ilha do Rato, 2005 / A fabricação dum sonho, 2005 / Majesté de ma mère, 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiro: Joselito Crispim, Bernard Attal&lt;br /&gt;Fotografia: Monica Hernandez&lt;br /&gt;Direção de arte: Anne Attal&lt;br /&gt;Montagem: Bernard Attal&lt;br /&gt;Música original: Oswaldo de Souza&lt;br /&gt;Elenco: Vinicius da Silva, Jackson Aragão, Edna Nascimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Attal - &lt;a href="mailto:Brasilbattal1@mac.com"&gt;Brasil&lt;/a&gt;&lt;a href="mailto:Brasilbattal1@mac.com"&gt;mailto:Brasilbattal1@mac.com&lt;/a&gt; - Rua Direita de Santo Antonio, 12, CEP: 40301-280, Salvador, BrasilTel: (55) 71 3243 8583 ________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na terra do sol, de &lt;em&gt;Lula Oliveira&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Brasil(BA), 2005 Fic - 12' - Cor 35mm &gt; 35mm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirado em trecho da obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, trata do dilema enfrentado pelos quatro últimos sobreviventes do povoado de Canudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Mostra de Cinema de Tiradentes, Tiradentes (MG), Brasil, 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmografia do diretor: Morrão!, 1996 / A fronteira do invisível, 1997 / O tocador de ilusões, 1998 / Perto do fogo, 1998 / Meninos ambulantes, 1999 / Horizonte vertical, 2001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiro: Lula Oliveira&lt;br /&gt;Fotografia: Pedro Semanovischi&lt;br /&gt;Direção de arte: Henrique Dantas&lt;br /&gt;Montagem: Bau Carvalho&lt;br /&gt;Música original: Marcos Vaz&lt;br /&gt;Elenco: Agnaldo Lopes, Bertho Filho, Carlos Petrovich, Doddy Só, Psit Mota e Rose Lima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula Oliveira - DocDoma Filmes - &lt;a href="mailto:lula@docdoma.com.br"&gt;lula@docdoma.com.br&lt;/a&gt; - R. Almeida Garret, 25/sala 105, Espaço Cultural Oikos, CEP: 41815-320, Salvador, BrasilTel: (55) 71 3354 6123 / (55) 71 3362 3381 / (55) 71 88978059&lt;br /&gt;_________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O anjo daltônico, de &lt;em&gt;Fábio Rocha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasil(BA), 2005 Fic - 20' - Cor 35mm, Beta SP, Digital BetaCam, DV, DV Cam, HD &gt; 35mm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos da desnordestinização à renordestinização num fluxo de imagens e sons que fazem do local do couro um delírio absoluto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Festival de Gramado, Gramado (RS), Brasil, 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmografia do diretor:Um só ou vários nomes, 1998 / A cemiterada, 1999 / Mania de verão, 2001 / A sinfonia dos corpos, 2002 / Queimandofilme, 2002 / Equilíbrios provisórios, 2002 / O anjo daltônico, 2005 / Os corpos sagrados de Santo Antônio, 2006 / Da lembrança ao sonho, 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiro: FábioRocha&lt;br /&gt;Fotografia: Antonio Luis Mendes&lt;br /&gt;Direção de arte: Henrique Dantas&lt;br /&gt;Montagem: Marcos Povoas&lt;br /&gt;Música original: Jorge Solovera&lt;br /&gt;Elenco: Bertho Filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fábio Rocha - &lt;a href="mailto:rochagomes@hotmail.com"&gt;rochagomes@hotmail.com&lt;/a&gt; - Rua Clião Arouca 57-a Ed. Don Emílio ap. 3, CEP: 40290-160, Salvador, BrasilTel: (55) 71 3491 0129 / (55) 71 8833 2251&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115646080231464341?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115646080231464341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115646080231464341&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115646080231464341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115646080231464341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/festival-internacional-de-curta.html' title='Festival Internacional de Curta metragens de São Paulo'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115626206442524454</id><published>2006-08-22T12:53:00.000-03:00</published><updated>2006-08-22T14:51:31.656-03:00</updated><title type='text'>Rocha eterno</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/rocha.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/200/rocha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Glauber Rocha&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;14/03/1938 &lt;div align="center"&gt;22/08/1981&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Hoje completa-se 25 anos da morte de Glauber Rocha. O Memorial da América Latina faz uma homenagem com mostra de seus filmes e Scorsese relembra que Glauber é uma de suas referências cinematográficas.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Alguns links referentes a data:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.saopaulo.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=76907"&gt;Memorial da América Latina faz homenagem ao cineasta Glauber Rocha &lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jbonline.terra.com.br/destaques/glauber/glaub_por.html"&gt;O maior e mais desconhecido cineasta brasileiro?&lt;/a&gt; ;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u63439.shtml"&gt;Entrevista Scorsese &lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www3.atarde.com.br/jornalatarde/"&gt; Jornal A Tarde, Caderno 2(22/08/2006) &lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.tempoglauber.com.br/"&gt;Tempo Glauber&lt;/a&gt;;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.ponteiro.com.br/mostrad0.php?w=6676"&gt;Cronologia de Glauber &lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Filmografia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;1980 - A idade da terra ;&lt;br /&gt;1977 - Jorjamado no cinema ;&lt;br /&gt;1977 - Di Glauber ;&lt;br /&gt;1975 - Claro ;&lt;br /&gt;1975 - As armas e o povo ;&lt;br /&gt;1974 - História do Brasil ;&lt;br /&gt;1972 - Câncer ;&lt;br /&gt;1970 - Cabeças cortadas ;&lt;br /&gt;1970 - &lt;a class="new" title="O leão de sete cabeças" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=O_le%C3%A3o_de_sete_cabe%C3%A7as&amp;action=edit"&gt;O leão de sete cabeças&lt;/a&gt; ;&lt;br /&gt;1969 - O Dragão da maldade contra o santo guerreiro ;&lt;br /&gt;1967 - Terra em transe ;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;1966 - Maranhão 66 - Documentário que registra a posse de José Sarney como governador do Maranhão. Foi financiado pelo próprio evento que marcou o início da domínio político da família Sarney no Estado, que perdura até hoje. Em contraponto ao discurso de posse e da multidão em celebração, o filme mostra a miséria da população a ser governada. Algumas das imagens documentais da festa foram usadas na montagem de Terra em transe ;&lt;br /&gt;1964 - Deus e o diabo na terra do sol ;&lt;br /&gt;1961-63 - Barravento ;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;1959 - Cruz na Praça(PB - Não finalizado) ;&lt;br /&gt;1959 - O pátio (PB, 11'). Glauber estréia com um curta-metragem hermético e experimental, vertentes que logo em seguida ele renegará em favor de um cinema político, mas que reaparecerão mais tarde em filmes como Câncer e A idade da terra .&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115626206442524454?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115626206442524454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115626206442524454&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115626206442524454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115626206442524454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/rocha-eterno_115626206442524454.html' title='Rocha eterno'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115598881879174031</id><published>2006-08-19T08:58:00.000-03:00</published><updated>2006-08-19T10:03:19.636-03:00</updated><title type='text'>Gramado Cine e Vídeo</title><content type='html'>Parabéns a turma da Soterópolis pelos prêmios em Gramado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;::GRAMADO CINE E VÍDEO::&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CATEGORIA INDEPENDENTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Gênero Ficção: &lt;a href="http://www.gramadocinevideo.com.br/video/372"&gt;REVERSOS&lt;/a&gt; (BA), de Daniel Dourado, Gabriel Teixeira e Paula Príncipe; &lt;br /&gt;Melhor Gênero Videoclipe/Musical: &lt;a href="http://www.gramadocinevideo.com.br/video/305"&gt;NON ENHANCED HEAD CT&lt;/a&gt; (BA), de Renato C. Gaiarsa e Rodrigo Luna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CATEGORIA TV UNIVERSITÁRIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prêmio Destaque do Júri: &lt;a href="http://www.gramadocinevideo.com.br/video/263"&gt;KIZOMBA&lt;/a&gt; (BA), de Dayane Sena (TV UNIFACS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CATEGORIA UNV. BRASILEIRO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gênero Videoclipe:  &lt;a href="http://www.gramadocinevideo.com.br/video/643"&gt;SETE SETE&lt;/a&gt;, de Alexandre Guena (FTC-BA);&lt;br /&gt;Gênero Reportagem: &lt;a href="http://www.gramadocinevideo.com.br/video/645"&gt;BALLET DU SENEGAL&lt;/a&gt;, direção coletiva (FTC-BA).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115598881879174031?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115598881879174031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115598881879174031&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115598881879174031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115598881879174031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/gramado-cine-e-vdeo.html' title='Gramado Cine e Vídeo'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115592135124540873</id><published>2006-08-18T14:14:00.000-03:00</published><updated>2006-08-19T12:26:22.740-03:00</updated><title type='text'>CACHÉ</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/cache/cache02.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/cache/cache02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Michael Haneke, &lt;em&gt;Caché&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;França/Áustria/Alemanha/Itália, 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Imagem e palavras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sair da sessão de Caché eu afirmava, “esse filme aponta para um Cinema do futuro”, algumas pessoas me olharam como se não entendessem o que eu havia acabado de dizer ou não acreditassem na afirmação, já que muitas saiam da sala com rostos desgostosos. Com certeza não é um filme que agradará o público em geral, há uma exigência emocional e intelectual que está longe da passividade provocada pelo domínio do cinema narrativo clássico, além da proposta criada pelo diretor onde o espectador precisa completar as lacunas deixadas abertas no filme. Assim, aqui vai minha análise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caché é um filme sobre palavras, sobre palavras que não são ditas. E sua maior capacidade está em usar a imagem da melhor maneira possível para mostrar isso. Stanley Kubrick afirmava que todos os filmes já haviam sido feitos, que a função do cineasta seria tentar buscar algo novo, ou pelo menos fazer diferente. Haneke parece ter ido fundo nessa proposta, e faz um filme onde imagens tem grande plasticidade e caráter de subconsciente, e palavras que dizem mais do que elas significam. O diretor está experimentando e jogando com o Cinema, o maior exemplo disso é a capacidade de nos manipular através da cena que está sendo mostrada e o diálogo que acontece junto com a imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao iniciar o filme já temos um diferencial, há um longuíssimo plano fixo da fachada de uma casa e os créditos vão aparecendo sobrepostos nessa imagem, sendo que um após o outro como que enchendo a página de um livro. Após todos os créditos impressos eles se apagam e a imagem permanece, e permanece... Durando mais que o “necessário”, e só depois de um período percebemos que é uma gravação dentro do filme . Há a extrapolação do caráter descritivo da imagem, e o fato de durar mais, gera um novo conceito. Imagens que nos acompanham, remetendo a lembranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história do filme é a seguinte, um casal passa a ser atormentado com fitas possuindo imagens de sua casa deixadas na porta, embrulhada em desenhos estranhos. Cada vez essas imagens vão se tornando mais intimas. Georges Laurent é um apresentador de programa de TV e sua mulher Anne Laurent uma escritora, moram com seu filho adolescente Pierrot.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao utilizar do fato de imagens gravadas em video-tape fazerem parte da história, o diretor pôde explora-las ao seu prazer, inserindo quando quisesse na narrativa sem nos comunicar que ali tratava-se de uma cena gravada pelo observador misterioso, somente nos explicando depois de um período através dos diálogos. E pra reforçar isso, ele utiliza da plasticidade própria da imagem pra se auto denunciar, quando mostra o programa de TV que Georges trabalha ou telejornais preenchendo toda a tela mas com qualidade técnica inferior. Dessa forma o espectador é arrebatado pelo filme, como que puxado pelo diretor a embarcar em sua viagem, muitas vezes sendo pego de surpresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após esse arroubo técnico-criativo o filme passa a demonstrar que seu tema é muito mais amplo do que parecia, e o thriller que a sinopse indicava dá lugar para um forte caráter psicológico. O foco que ficaria na descoberta do observador que envia as fitas passa para a dissecação das personalidades dos personagens vigiados, já que cada vez mais penetramos no íntimo deles e percebemos como a falta de comunicação pode impedir a felicidade, a paz e até o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro diálogo do filme indica-se um fato , “como ele estava tão perto e eu não percebia”, Georges conversa com Anne sobre a gravação dele chegando em casa enviada pelo observador. Essa frase serve também para demonstrar o impasse que acontece com o casal devido a dificuldade de se ter uma conversa franca, George tem dificuldade em contar seus problemas, de falar sobre seus medos e angustias. E isso gera uma desconfiança tremenda para Anne, que não o entende, já que sua personalidade é o oposto disso, é mais aberta e prática. Enquanto ele esconde, ela mostra. A chegada das fitas resulta num desencadeamento de incertezas, já que em alguns momentos enquanto Georges mente para Anne a imagem gravada o desmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"A dor compartilhada é mais fácil de carregar"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caché aponta para um cinema do futuro porque traz novidades para o universo cinematográfico. Experimentações a respeito da imagem e seus conceitos, maior interatividade entre o espectador e a obra, além de sutilezas tão distantes hoje em dia do dito “cinemão”. Assim, Haneke constrói seu filme através desses detalhes, metáforas, e nos faz pensar, cobra-nos ajuda para desvendar os mistérios do ser humano. Um exemplo disso é o estúdio do programa de Georges e sua casa, ambos possuem uma sala onde a parede é formada por vários livros enfileirados, isso entra em choque com sua personalidade, ele é um apresentador de TV, gera e vive arrodeado de informação, mas não consegue comunicar claramente seus sentimentos com sua esposa ou seu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incomunicabilidade surge na conversa familiar e atinge seu ponto máximo na intransigência de Georges com os Argelinos. Majid é o passado que Georges não quer relembrar mas que está sempre presente para ele através de sonhos, o oposto também acontece com Majid, só que através da TV. Existe uma relação muito forte entre os dois sem precisar do encontro físico, que se dá 50 anos depois de uma separação traumática. É pra onde apontam as imagens que duram, a lembrança personificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de tempo e palavras são elementos que permeiam todo o filme. A imagem síntese disso é demonstrada quando na discussão familiar sobre o desaparecimento de Pierrot, entre Georges e Anne a TV auncia os acontecimentos na Palestina, onde a intolerância e falta diálogo é conhecida em todo o mundo. Haneke aponta alí que o problema é maior, a família do filme é uma referência pra que se discuta a questão da intolerância em toda a sociedade. O diretor pontua o filme com essas questões, como no exemplo da discussão de Georges com um ciclista negro, ambos estão errados, mas nenhum dos dois cedem. Não é a toa que o choro é outro elemento marcante, os personagens dificilmente sorriem, há uma grande carga de ressentimento e mágoas. Esperam estar sozinhos pra colocarem esses sentimentos pra fora. A solidão reina em alguns momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também o uso de artimanhas para nos confundir, como algumas inserções rápidas da imagem de Georges quando criança em momentos distintos do filme - a imagem e sua pseudo imagem - resultado do subconsciente de George aflorando, mesmo sem sabermos que trata-se dele, só depois o diretor nos explica quando mostra a infância de George através de seus sonhos. Ou então os desenhos enviados com as fitas pelo observador misterioso, ligações diretas com o que aconteceu ou acontecerá com alguns personagens mas que não tem clara explicação na diegese, funcionando mais como referencia imagética para o espectador do que como prova criminalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo nos momentos em que o filme discute a infância, nas conversas entre mães e filhos, tanto a de George com sua mãe ou entre Anne e Pierrot, percebemos que o objetivo é demarcar ainda mais a questão da falta de palavras. George não se abre com sua mãe, a dificuldade de conversar sobre sentimentos é mais velha do que parece. Já Pierrot cobra da mãe informações sobre o refúgio que ela cria no amigo, mas ela não consegue explica-lo e a situação piora. Anne tenta o carinho,  o amor surge pela primeira e única vez no filme através de palavras, mas carece de sentimentos, é ouvido mas parece não ser compreendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só a criança, mas todo ser humano tem a capacidade de fantasiar quando não fala sobre algo. Isso nos remete a imagem final do filme, a saída da escola sem o garoto, e logo antes a imagem de Majid sendo expulso da casa da família de Georges. Como se o diretor dissesse: Onde está Pierrot? Uma indicação de que os problemas devem ser discutidos no início. Quando isso não acontece, eles atrapalham nossa visão, além de bloquear nossas palavras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Com Daniel Auteil, Juliette Binoche, Maurice Bénichou, Annie Girardot, Lester Make donsky, Danie Durval, Walid Afkir, Nathalie Richard, Bernard Le Coq.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115592135124540873?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115592135124540873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115592135124540873&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115592135124540873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115592135124540873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/cach.html' title='CACHÉ'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115579653793088849</id><published>2006-08-17T03:26:00.000-03:00</published><updated>2006-08-17T06:09:21.463-03:00</updated><title type='text'>Haneke</title><content type='html'>'Caché', de Michael Haneke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem ainda não viu, vá ver. Porque quem viver verá!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115579653793088849?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115579653793088849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115579653793088849&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115579653793088849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115579653793088849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/haneke.html' title='Haneke'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115531465170002402</id><published>2006-08-11T13:43:00.000-03:00</published><updated>2006-08-11T19:46:44.906-03:00</updated><title type='text'>Pedro Léo Martins / 'E aí Irmão?'</title><content type='html'>&lt;span &gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Entrevista&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Léo Martins, 28 anos, foi entrevistado por email sobre seu primeiro curta-metragem. Ele apresentou "E aí, irmão?" em primeira mão, no fim do mês passado(25/07) no Multiplex Iguatemi, Salvador. O curta foi o ganhador do prêmio de roteiro(também escrito por Pedro Léo) do concurso para produção de curta-metragem em 35mm promovido pelo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.braskem.com.br"&gt;&lt;span &gt;Braskem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span &gt; (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.braskem.com.br/site/portal_braskem/pt/responsabilidade_social/cultura/rs_cultura_conheca_mais_3386.aspx"&gt;&lt;span &gt;Braskem Cultura e Arte - 2005&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span &gt;). Esse curta é o primeiro trabalho em 35mm de um realizador que fez o curso de Cinema e Vídeo da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ftc.br/"&gt;&lt;span &gt;FTC&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span &gt;. Na entrevista, fala desde a pré produção do filme até sua exibição.&lt;br /&gt;"E aí, irmão?" tem 20 minutos de duração e trata da repercussão social da proibição, do uso e do tráfico da maconha. Segundo Pedro Léo, a obra não tem por objetivo fazer apologia ao uso da maconha ou realizar julgamentos. Sua idéia é propiciar uma reflexão sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cesar Fernando de Oliveira&lt;/strong&gt; - Para começar queria parabenizá-lo pelo filme e pela exibição, onde tivemos duas sessões lotadas e com grande cartaz do filme. Você bancou a divulgação ou teve apoio/assessoria do Braskem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pedro Léo Martins&lt;/strong&gt; - Bom... A Braskem fez uma assessoria com jornais e o Banner. De ultima hora Marcos Pierry e Adriana Telles deram uma rápida colaboração e foi divulgado em outros jornais e na TV Aratu. A FTC me deu alguns cartazes em cima da hora e assim aconteceu... Tivemos três sessões no Multiplex Iguatemi...Mas eu não banquei nada, não tinha mais dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CFO&lt;/strong&gt; - Antes da exibição no Multiplex Iguatemi você afirmou ter feito o filme com uma proposta de "desmorrização" da maconha, numa tentativa de discutir sobre o tema de fora do morro, mas o que mais permanece ao acabar o filme é que o ciclo da maconha continua, num círculo vicioso onde a pergunta final se une ao título, como num 'loop', sempre voltando ao início. Gostaria que você falasse mais sobre o ponto central do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLM&lt;/strong&gt; - O ponto central do filme é mostrar os envolvidos e os envolvimentos das pessoas com a droga. O traficante, os jovens, o morro. Dividir por partes, núcleos, como essa coisa se organiza e se mantém em uma sociedade que não reage, não tem opinião e empurra o assunto com a barriga através de uma repressão estranha, onde a maioria dos envolvidos são os próprios repressores. O nosso pais é refém de traficantes poderosos, organizações bem sucedidas que estão em todos os cargos, que estão por toda parte. É cada vez mais normal a presença da droga na sociedade. Em toda roda de amigos existem usuários, ela esta em toda parte e alguém está ganhando muito com isso. Qual é o problema da Legalização? É pagar imposto? É ter menos lucro? O mundo da propina vai perder? Qual é o individuo que não sabe que ali na esquina vende? Ali mesmo, perto do posto policial! Não falo só da maconha, a maconha é a menos impactante, por isso foi escolhida. Mas eu estou falando da droga ilícita, de seu mundo e mostrando parte dele. A parte onde se encontra o usuário, dentro de um trafico de região, onde a droga vai penetrando por partes e é distribuída. Que é a mesma forma, em proporções maiores de corrupção e coação, "degrais" acima. Eu falo de quem fuma e de quem faz a pequena distribuição, geralmente, quem sofre alguma conseqüência. O fantasma nunca aparece, só em época propicia, e a gente nunca vê o rosto nem ouve falar. Salvo Beira Mar e o cara do PCC, que o Pais não consegue segurar. É muito vergonhoso, um cara desse "dá testa" com as Policias do País, manda matar um monte de gente e ninguém segura, se fosse um Tião (o traficante do morro no filme), ou um Neto (traficante que traz para o morro no filme) já tava morto e enterrado, não que eu seja a favor disso. Qual é o poder de um cara desses? O que sustenta tanta autoridade?&lt;br /&gt;Quis falar um pouco também do usuário, tirar carapaças e estereótipos. O que as mídias passam é que não existe Bom-conheiro só Má-conheiro, o cara sempre é mau-caráter, nunca alguém respeitável ou confiável. No filme eu mostro alguém como outro qualquer. Acho que o caminho para uma conscientização é falar a verdade e encarar fatos, jogar as cartas na mesa. Mas esse não é o interesse. Quando em uma novela da Globo existir um usuário gente boa, vai ser fácil a sociedade aceitar. Acho que a única forma de desarticular toda essa rede, essa teia, essa violência é legalizando, não tem mais jeito. Acho que o nosso País está pronto para a legalização da Maconha, não causaria danos. Já as outras drogas, o País precisa de um preparo, de um trabalho sério e honesto. De tudo que a gente já está careca de saber.&lt;br /&gt;Sobre o loop que você se refere, eu não o vejo. O que vejo é uma história que continua, nada volta ao início, não tem início e não tem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CFO&lt;/strong&gt; - Seu filme é composto por mais de 20 personagens e possui tramas entrelaçadas, um mosaico de experiências onde a maconha é o tema central. Uma das coisas que mais me chamou atenção foi a interpretação no conjunto, que mesmo tendo uma quantidade grande de atores não perdeu a verossimilhança, fale um pouco do trabalho com os atores e de toda a produção, principalmente a finalização em 35mm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLM&lt;/strong&gt; - Meu trabalho com os atores começou seis meses antes do prêmio, eu e minha mulher fizemos alguns testes com atores em minha casa e reuniões na Escola de Teatro da UFBA, uma coisa bem precária onde eu não contava com nenhum apoio financeiro e não prometia nada a ninguém. Eu estava querendo fazer a energia girar, tomar corpo. Neste período passaram mais de 50 pessoas por minha casa, das quais permaneceram no elenco final Iara Castro, AC Costa e Franclin Rocha. Quando o premio chegou, uma estrutura pode ser formada e veio o apoio da Companhia de Patifaria que nos cedeu uma sala para os testes. Chamei para trabalhar comigo Fernanda Paquelet, que se interessou e começou a divulgar que havia um teste para um curta, fomos realizado testes, foram mais de 200 pessoas. Os testes giravam em torno do improviso, dentro do contexto do filme, onde se buscava atores que conseguissem se livrar do exagero teatral, pessoas que se permitiam trabalhar e claro, que se parecessem com as personagem. Isso durou um mês. Depois com a equipe formada dediquei dois meses para ensaios em grupo e individuais. Onde fomos descascando aos poucos até chegar ao ponto. Foi um trabalho muito gostoso. Era muito bom escavar o ator até ele encontrar e encarnar a personagem.&lt;br /&gt;Enquanto isso, estávamos procurando as locações pela cidade, tentando encontrar apoios para alimentação, equipamentos, transporte e segurança. E em casa eu desenhava todas as angulações de câmera, enquadramentos e movimentações na planta baixa das locações, planejando e fazendo os ajustes finais, vendo figurinos, objetos de cena, estas coisas. Tudo pronto, uma semana de descanso a todos, uma festa para toda a equipe se conhecer, com o apoio do "Ao Léo bar" que bancou tudo para 53 pessoas. Todo mundo feliz e ansioso partimos para 12 dias de filmagens.&lt;br /&gt;No processo de finalização estávamos com pouca grana e recebemos apoios da DOCDOMA e do CTAV, no tratamento da imagem conseguimos descontos na LABOCINE e quem cuidou do transfer foi Daniel Leite, um cara do RJ com quem espero nunca mais trabalhar. Apesar de ninguém notar durante a projeção, a película esta com um defeito grave no lado esquerdo existe uma interferência magnética, quando descobrimos isso ligamos para ele e o cara se negou a refazer o negativo para a estréia, afirmando que tinha muito trabalho a fazer, sorte que no Multiplex ficou quase imperceptível, mas numa projeção de menor qualidade a coisa fica gritante. Outra merda que o cara fez foi apagar o arquivo digital do filme, ele apagou o arquivo tratado, eu não tenho o filme digital em alta resolução, com tratamento de som e imagem graças a essa proeza dele. Agora estamos brigando para que ele assuma e refaça tudo.&lt;br /&gt;Bem... como eu estava dizendo, estávamos com o orçamento baixo o que impossibilitou a minha ida no RJ durante para a finalização da imagem. Então tive que conversar com Pedro Semanovski aqui para ele realizar lá sem a minha presença, o que não foi difícil, pois desde o começo Pedrinho foi um cara totalmente ligado ao processo, sabia exatamente onde eu queria chegar e realizou tudo muito bem. Eu estava mais preocupado com o tratamento e ajustes do som e escolhi ir pro RJ nessa etapa. O processo foi realizado no CTAV junto com Kiko da DOCDOMA, com o auxilio de Araripe que cedeu sua residência, onde ficamos hospedados durante todo o tempo.&lt;br /&gt;Uma coisa que eu queria chamar a atenção é que praticamente toda a equipe envolvida no filme foi investidora, pois o cachê em geral foi apenas simbólico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CFO&lt;/strong&gt; - A gravação foi em digital e a camera na mão está presente em todo o filme, assim como planos curtos, rápidos e de angulações variadas, o que me pareceu mais como uma busca do que uma proposta de linguagem. Gostaria que falasse sobre a forma do filme e as referências cinematográficas da obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLM&lt;/strong&gt; - Bem... como eu falei na resposta anterior a linguagem estava toda estudada em desenhos e observações. O roteiro pedia uma dinâmica muito forte por ter muitos detalhes e muitos personagens, cenas com muitas ações a serem mostradas ao mesmo tempo, de perto, buscando um realismo. Eram 23 personagens e 18 locações para 20 minutos de filme com créditos, ou seja, menos de um minuto para cada personagem. Em Alguns momentos no filme o off não se relaciona com a imagem são coisas separadas, acho que apenas isso é uma novidade que experimentei, acho que temos a capacidade de assimilar duas coisas, que não se ligam diretamente, mas que estão dentro do mesmo conteúdo, ao mesmo tempo, isso funcionou mais-ou-menos, sempre que alguém tem uma duvida quanto ao desfecho ela está dentro dessa parte. Eu tinha que aproveitar ao máximo o tempo, o filme está o tempo todo dentro da historia sem contemplações tudo está "na lata", de forma direta. A linguagem se construiu harmoniosamente e anteriormente à filmagem. Durante a criação quis me libertar de tudo, quis ficar o mais livre possível para perceber a melhor forma de contar a historia sem me preocupar se seria uma proposta nova ou não, seguindo apenas as necessidades. Queria realizar da melhor forma possível dentro de uma realidade financeira. E o que percebi é que era chão, corpo-a-corpo, câmera na mão - Se dinheiro não fosse problema eu arriscaria mais. A câmera seria uma coisa flutuante - Claro que referências sempre existem, mesmo que escondidas no subconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CFO&lt;/strong&gt; - Como você está vendo o mercado audiovisual com relação a exibição de curtas e quais suas propostas para exibição de "E aí, irmão"? Quais seus projetos futuros e expectativas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLM&lt;/strong&gt; - Meu acesso a curtas é via internet, festivais, mostras e salas de arte. Acho ruim realizar um filme e não ter espaço para expor, mesmo filmes premiados têm dificuldades para uma projeção em cinemas. Onde realmente o curta ganha publico é na internet.&lt;br /&gt;Por enquanto não estou pensando em exibições de "E aí, irmão?", nesse momento quero tentar participar de todos os festivais possíveis para ele. Quando acabar este circuito veremos o que acontece.&lt;br /&gt;Idéias... projetos existem muitos, uns estão nas gavetas, outros por ai em editais.&lt;br /&gt;Um projeto de documentário foi aprovado agora pelo Minc e pela Funarte. Até o final do ano estaremos com a mão na massa em um media-metragem. Não quero entrar em detalhes agora, deixa a coisa rolar por inteiro.&lt;br /&gt;A expectativa é que essa maquina a vapor não pare, que ganhe cada vez mais embalo, derrame seu tapete de trilhos por ai e vá se transformando em uma fortaleza indomada. Que o artista ganhe, realmente, sua liberdade justa, para falar, gritar, expor suas idéias, suas criticas, suas inquietações, transbordar seus sonhos, suas paixões. E que esse trem um dia voe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.coisadecinema.com.br/matCriticas.asp?mat=1874"&gt;&lt;span &gt;“O Anjo Daltônico”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span &gt; (2005) de Fábio Rocha, foi o primeiro curta-metragem gerado pelo concurso de roteiros do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.braskem.com.br/site/portal_braskem/pt/responsabilidade_social/cultura/rs_cultura_conheca_mais_3386.aspx"&gt;&lt;span &gt;Braskem Cultura e Arte &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span &gt;em 2004.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115531465170002402?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115531465170002402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115531465170002402&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115531465170002402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115531465170002402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/pedro-lo-martins-e-irmo.html' title='Pedro Léo Martins / &apos;E aí Irmão?&apos;'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115522562520478766</id><published>2006-08-10T12:58:00.000-03:00</published><updated>2006-08-10T14:08:03.896-03:00</updated><title type='text'>Cinepílula</title><content type='html'>Rompendo a linearidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparando-se a camera cinematográfica com um olho, ela seria o olho do cineasta. Assim, a camera deixa de ser apenas uma engrenagem que filma, nela se concentrará também todo um "equipamento intelectual". &lt;br /&gt;Cada olho tem um comprometimento, uma história acumulada, um gosto. Assim, a camera passa a ser o cineasta, e esse será um ponto de vista na infinidade de imagens possíveis em todo mundo. &lt;br /&gt;A camera é necessária para o registro da imagem, mas isso não quer dizer que não temos imagem sem camera. Partindo-se então da imagem e não da camera, rompe-se a linearidade, já que não limitamos as imagens a um único ponto de vista, de uma única camera. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________________&lt;br /&gt;Dica: SARNO, Geraldo. &lt;a href="http://www.curtagora.com/curtagoralivros/default.asp?Servico=MostraLivro&amp;Codigo=752"&gt;&lt;em&gt;Glauber Rocha e o Cinema latino-americano&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. Rio de Janeiro, UFRJ, Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, 1995.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115522562520478766?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115522562520478766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115522562520478766&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115522562520478766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115522562520478766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/cineplula.html' title='Cinepílula'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115512367442522101</id><published>2006-08-09T08:40:00.000-03:00</published><updated>2006-08-09T09:01:51.116-03:00</updated><title type='text'>Nave cinematográfica</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://spe.fotologs.net/photo/46/53/10/nave_/1155068849_f.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://spe.fotologs.net/photo/46/53/10/nave_/1155068849_f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encaminhando: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nave no Cinema&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já pensou em ir a uma festa vestido como seu personagem preferido do cinema? E de quebra ainda dançar a noite inteira ao som das trilhas sonoras de seus filmes prediletos? Se não pensou, pense. Assuma seu lado estrela e se prepare para uma viagem pelo mundo da sétima arte embalado pelas músicas que enchem as salas de exibição. É a volta da Nave, a melhor festa da cidade, que aterrissa no Largo de Santana, no Rio Vermelho, num novo espaço, o bar Santa Maria, Pinta e Nina. A decolagem está marcada para o próximo sábado, dia 12/8, a partir das 23 horas, reunindo um time de seis DJs prontos para estremecer o assoalho das duas pistas de dança até o amanhecer com sons das mais diversas épocas e estilos. O clima é, ao mesmo tempo, um misto de festa e cinema, com exibição de filmes, decoração especial, promoções e muito mais.&lt;br /&gt;Para a festa deste mês foram convocados os DJs Ramon Prates, Schneider, Vega e Gme os dois DJs residentes e produtores da festa, Janocide e el Cabong, que prometem criar o clima da festa com os seus já tradicionais repertórios, que sempre incluíram referências ao cinema, e claro, muitas surpresas. A viagem está agendada, chame seus amigos e prepare os pés, pois a noite vai ser longa. Hasta la vista, baby e que a força esteja com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Serviço:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Nave no Cinema&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rock - música pop - trilhas sonoras - pipoca&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DJs:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;el Cabong/ Janocide/ Ramon Prates&lt;br /&gt;Vega/ Schneider/ Gabriela Q.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;12.08.2006  23h  R$10&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Santa Maria, Pinta e Nina&lt;br /&gt;(Largo de Santana, Rio Vermelho)&lt;br /&gt;Salvador-BA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Contato:&lt;/em&gt; &lt;a href="mailto:festanave@gmail.com"&gt;festanave@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fotolog:&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.fotolog.com/nave_/"&gt;www.fotolog.com/nave_/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Orkut:&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2007490"&gt;www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2007490&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115512367442522101?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115512367442522101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115512367442522101&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115512367442522101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115512367442522101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/nave-cinematogrfica_115512367442522101.html' title='Nave cinematográfica'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115507937253587271</id><published>2006-08-08T20:21:00.000-03:00</published><updated>2006-08-08T21:43:56.900-03:00</updated><title type='text'>Diretores Latinos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://tipos.com.br/media/161/20040128-03_01.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://tipos.com.br/media/161/20040128-03_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou no domingo(06/08), às 19 horas, o programa ‘Diretores Latinos’ do canal fechado &lt;a href="http://www.tntla.com/br/"&gt;&lt;em&gt;TNT&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. O primeiro entrevistado foi o diretor brasileiro &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0576987/"&gt;&lt;em&gt;Fernando Meirelles&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. Com carreira espetacular na Publicidade e TV, tendo importante participação na &lt;a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia/arttec/index.cfm?fuseaction=Detalhe&amp;CD_Verbete=5956"&gt;&lt;em&gt;Videoarte&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; brasileira, deixa agora registrada sua marca no Cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meirelles comentou no programa um pouco sobre sua "história audiovisual" e o acordo de sua produtora, a O2 Filmes, com a Hollywoodiana Universal para a produção de longa-metragens no Brasil a partir de 2007. Com 30 minutos de duração, edição rápida e divididos em três blocos, o programa tem seus méritos ao direcionar os olhos para uma cinematografia emergente e original, mas deixou a desejar pela pouca profundidade dada ao tema. Muita coisa do que se falou no programa pode ser conhecida assistindo os extras encontrados nos DVD’s com filmes do entrevistado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem não conferiu no domingo, o programa tem reprises nas quartas, sextas e domingos. O próximo entrevistado é o diretor argentino Fabián Belinsky, de Nove Rainhas, falecido precocemente aos 47 anos no dia 28 de junho. Segue a lista de outros diretores para esse mês:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13/08 - &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0081433/"&gt;&lt;em&gt;Fabián Belinsky&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (Nove Rainhas)&lt;br /&gt;20/08 - &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0939540/"&gt;&lt;em&gt;Andrés Wood&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (Machuca)&lt;br /&gt;27/08 - &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0327944/"&gt;&lt;em&gt;Alejandro González Iñárritu&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (Amores Brutos)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115507937253587271?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115507937253587271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115507937253587271&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115507937253587271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115507937253587271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/diretores-latinos.html' title='Diretores Latinos'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115462387063607650</id><published>2006-08-03T13:48:00.000-03:00</published><updated>2006-08-07T22:48:59.343-03:00</updated><title type='text'>Acerca de la vida</title><content type='html'>&lt;strong&gt;SOBRE A VIDA &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Ignácio Ceruti, Acerca de la vida, Cuba, 2003&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Cor, 11 min)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Poesia do silêncio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sem diálogos ou trilha sonora, Ceruti usa somente imagens e ruídos e faz um filme sobre a fragilidade humana de dentro de um cemitério, criando poesia já com o título, "Sobre a vida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após alguns minutos de filme onde tínhamos imagens do concreto de lápides e corredores de um cemitério, começamos a acompanhar o processo de exumação e a colocação de cadáveres em caixotes numerados. Cadáveres porque os ossos eram retirados das tumbas ainda com um pouco de pele, pelos e roupas. Para que entrassem nos caixotes era necessário que os restos mortais fossem esquartejados, assim acompanhamos todo o processo, o que resulta em imagens de uma força visual tremenda, como se cada quadro nos martelasse, demonstrando como somos seres frágeis, perecíveis, escondidos nas carapuças(concreto) que nos cabem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um forte exemplo de como a imagem por si só já diz muito, um trabalho cuidadoso do diretor de fotografia Matheus Rocha, com planos fixos e marcantes, de composições admiráveis, aliado a um desenho de som minimalista, criado por Shinya Kitamura, onde o silêncio e o som do arrastar de caixões é predominante. Um trabalho curto e intimista que faz muito barulho em nossa cabeça mesmo não tendo quase som algum.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115462387063607650?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115462387063607650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115462387063607650&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115462387063607650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115462387063607650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/acerca-de-la-vida.html' title='Acerca de la vida'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115453077439045184</id><published>2006-08-02T11:57:00.000-03:00</published><updated>2006-08-03T19:45:00.456-03:00</updated><title type='text'>Homenagem a Walter da Silveira</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.funceb.ba.gov.br/dimas/04/03/2006/imagens/walter.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.funceb.ba.gov.br/dimas/04/03/2006/imagens/walter.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Walter da Silveira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A partir de &lt;strong&gt;03/08/2006, às 19h, na Galeria Pierre Verger (Barris), começa a mostra biográfica intitulada Homenagem a Walter da Silveira, que segue até dia 27&lt;/strong&gt;, realizada por iniciativa da Fundação Cultural do Estado, marca também a inauguração de uma placa comemorativa com a reprodução da imagem do pesquisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A galeria exibe 28 fotografias que registram episódios da ativa militância de Silveira como cinéfilo e também como advogado trabalhista, profissão que lhe deu diploma. O público confere ainda instantes mais leves do cineclubista com a família e amigos ilustres, como Vinicius de Moraes, Nelson Pereira dos Santos, Alex Viany, Jorge Amado, Vivaldo Costa Lima, Carybé, Anselmo Duarte, Jorge Amado, Jean-Claude Bernadet, Doris Monteiro, Anselmo Duarte, Geraldo D´el Rey e Jece Valadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa parte das fotos foi tirada na década de 50, época em que atuou como principal agitador do Clube de Cinema, fundado no auditório da Secretaria de Educação. A instituição, que reunia também outros admiradores da sétima arte como Orlando Senna, Rex Schindler, Roberto Pires, Carlos Coqueijo Costa e João Palma Neto, abriu caminho para que a Bahia se tornasse centro difusor de cultura cinematográfica, cujo marco foi Redenção, filme de Roberto Pires, o primeiro longa-metragem inteiramente produzido no estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soteropolitano, Walter da Silveira nasceu em 22 de julho de 1915 e morreu em 5 de novembro de 1970, tendo deixado importante legado crítico, sempre se posicionando ao lado e a favor do cinema nacional de perspectiva humanística e revolucionária, tanto do ponto de vista estético como em relação ao conteúdo de suas abordagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presença freqüente e destacada de congressos, festivais e demais eventos cinematográficos, foi eleito membro da Comissão Permanente de Defesa do Cinema Brasileiro e foi um dos fundadores do Clube de Cinema da Bahia, da Associação dos Críticos Cinematográficos da Bahia e do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro. Também foi membro da Academia de Letras da Bahia, empossado na cadeira de número 13.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.funceb.ba.gov.br/dimas/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Mais informações.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.coisadecinema.com.br/matArtigos.asp?mat=1811"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Cidadão Walter&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, por André Setaro. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115453077439045184?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115453077439045184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115453077439045184&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115453077439045184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115453077439045184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/homenagem-walter-da-silveira.html' title='Homenagem a Walter da Silveira'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115444787340947679</id><published>2006-08-01T12:57:00.000-03:00</published><updated>2006-08-01T12:57:53.410-03:00</updated><title type='text'>Perdidos na Noite</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://imagecache2.allposters.com/images/pic/MG/142677~Midnight-Cowboy-Posters.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://imagecache2.allposters.com/images/pic/MG/142677~Midnight-Cowboy-Posters.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Midnight Cowboy, 1969&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115444787340947679?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115444787340947679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115444787340947679&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115444787340947679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115444787340947679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/08/perdidos-na-noite_01.html' title='Perdidos na Noite'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115347450253034638</id><published>2006-07-21T06:23:00.000-03:00</published><updated>2006-07-25T11:11:45.386-03:00</updated><title type='text'>E aí irmão?</title><content type='html'>O curta-metragem feito em 35mm &lt;strong&gt;'E aí irmão?'&lt;/strong&gt; do estreante cineasta &lt;strong&gt;Pedro Léo&lt;/strong&gt; terá exibição única no &lt;strong&gt;Multiplex Iguatemi, dia 25/07(Terça feira), às 21:00h&lt;/strong&gt;, com &lt;strong&gt;entrada aberta&lt;/strong&gt; pra quem quiser conferir. O curta trata da relação da sociedade com a maconha, desde seu comércio ilícito até o usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta-título do curta já deixa clara a intenção do jovem cineasta de fazer com que o espectador reflita, através da dúvida, qual a postura deve-se tomar diante do delicado e polêmico tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O curta ganhou o Prêmio Braskem de melhor roteiro em 2005&lt;/strong&gt;, também escrito por Pedro Léo. Esse é o primeiro trabalho em 35mm de um realizador que fez o curso de Cinema e Vídeo da FTC(Faculdade de Tecnologia e Ciências) em Salvador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115347450253034638?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115347450253034638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115347450253034638&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115347450253034638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115347450253034638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/07/e-irmo.html' title='E aí irmão?'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115338829488661589</id><published>2006-07-20T06:34:00.000-03:00</published><updated>2006-07-20T20:42:26.123-03:00</updated><title type='text'>Hora de Rock!</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/320/Exploding.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;T&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;he exploding plastic inevitable&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Arte multimídia onde Andy Warhol utilizava seus filmes e a música do Velvet Underground.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Podcast do "Hora do Rock", programa veiculado às quintas-feiras, às 21h, na rádio Globo FM (Salvador, Ba - 90,1), apresentado por Gabriela R. Almeida.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Link: &lt;a href="http://horadorock.podomatic.com/"&gt;horadorock.podomatic.com&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Estréia especialíssima com programa sobre o Velvet Underground. &lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115338829488661589?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115338829488661589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115338829488661589&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115338829488661589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115338829488661589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/07/hora-de-rock.html' title='Hora de Rock!'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115319221072015574</id><published>2006-07-18T00:07:00.000-03:00</published><updated>2006-08-01T07:41:27.066-03:00</updated><title type='text'>Betty Blue</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/bettyblue.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/400/bettyblue.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;37°2 le matin, 1986&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115319221072015574?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115319221072015574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115319221072015574&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115319221072015574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115319221072015574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/07/betty-blue.html' title='Betty Blue'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115287195036029307</id><published>2006-07-14T07:08:00.000-03:00</published><updated>2006-07-20T20:36:44.273-03:00</updated><title type='text'>olho no olho</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/mi.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/320/mi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://www.fbcu.com.br/2006/comp_videos_prog_2.htm"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Michelle de Paula&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a série "links", encaminho mais um endereço com um assunto mais do que especial para mim. Uma série de entrevistas feitas por Felipe Bragança para a revista virtual &lt;a href="http://www.revistacinetica.com.br"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cinética&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; em que ele investiga o processo de realização de alguns dos vídeos e filmes que participaram do &lt;a href="http://www.fbcu.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;11º Festival Brasileiro de Cinema Universitário&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Entre os entrevistados, está uma grande amiga e ex colega de faculdade, Michelle de Paula, realizadora de "A Sentinela", que ganhou o prêmio de "Retrato da Realidade Nacional" nesse mesmo festival citado e também o "Troféu Filme Livre", categoria Oficinando, da Mostra do Filme Livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistas: &lt;a href="http://www.revistacinetica.com.br/fbcu2006.htm"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;olho no olho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fbcu.com.br/2006/comp_videos_prog_2.htm"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Sentinela&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2005, cor, 22 min 30 seg&lt;br /&gt;Através de uma adolescente - a voz que tudo vê, que tudo sente - descobre-se as palavras, as dores, a esperança e as imagens que preenchem um lugar bem particular: a casa de detenção para menores.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115287195036029307?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115287195036029307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115287195036029307&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115287195036029307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115287195036029307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/07/olho-no-olho.html' title='olho no olho'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115279298292047092</id><published>2006-07-13T09:12:00.000-03:00</published><updated>2006-07-13T09:33:55.096-03:00</updated><title type='text'>Fengkov</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://moland.kaywa.com/g21.html"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://moland.kaywa.com/files/images/2004/9/mob1101_1095963615.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://moland.kaywa.com"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Moland Fengkov&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos interessantes de bastidores e festivais. &lt;br /&gt;Pra quem curte foto PB vale a pena conferir a capacidade do fotógrafo de transformar casualidades em poesia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115279298292047092?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115279298292047092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115279298292047092&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115279298292047092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115279298292047092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/07/fengkov.html' title='Fengkov'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115227500518891283</id><published>2006-07-07T09:22:00.001-03:00</published><updated>2006-07-07T09:37:09.253-03:00</updated><title type='text'>Caó</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.latanayura.w3.to/"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.geocities.com/SoHo/Cafe/3580/aquario2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DVD COM ANIMAÇÕES DE CAÓ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caó cruz Alves, cartunista e animador baiano, acabou de lançar com apoio da &lt;a href="http://www.casadecinema.org.br/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Casa de Cinema da Bahia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; um DVD com onze animações. A maioria delas premiadas, como O Violinista de Danúbio, Comilança Animal, &lt;a href="http://www.abcvbahia.com.br/novaonda/10_catalogo1.htm"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Catálogo de Meninas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;O lançamento aconteceu durante o &lt;a href="http://www.festivalguarnice.ufma.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;29º Festival Guarnicê de Cinema&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; em São Luiz, Maranhão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações visitem a &lt;a href="http://www.latanayura.w3.to/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Página do Caó&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115227500518891283?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115227500518891283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115227500518891283&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115227500518891283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115227500518891283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/07/ca_07.html' title='Caó'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115166281655607820</id><published>2006-06-30T07:11:00.000-03:00</published><updated>2006-07-04T00:06:02.350-03:00</updated><title type='text'>Oxiúrus alive!</title><content type='html'>Todos os vídeos da cultuada &lt;a href="http://www.oxiurosfilmes.com.br"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Oxiúros Filmes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; estão disponíveis online. Sonho antigo de seus colaboradores agora se torna realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/user/rodrigodeluna"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: left" alt="" src="http://www.interrogacaostream.net/curtagora/still/3538_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capitão Cometo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem tiver humor e acreditar em super-heróis:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/user/rodrigodeluna"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Oxiúrus no Youtube&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*A "Oxiúros Filmes" é um grupo de jovens realizadores que exercitam a arte cinematográfica com recursos próprios e sem a utilização de equipamento profissional.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115166281655607820?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115166281655607820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115166281655607820&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115166281655607820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115166281655607820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/06/oxirus-alive.html' title='Oxiúrus alive!'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-115166225459412615</id><published>2006-06-30T07:06:00.000-03:00</published><updated>2006-06-30T07:44:24.120-03:00</updated><title type='text'>Folhas sagradas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.jardimdasfolhassagradas.com"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.jardimdasfolhassagradas.com/imagens/promo1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jardimdasfolhassagradas.com"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Jardim das Folhas Sagradas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link do sítio do primeiro longa de Póla Ribeiro, Jardim das folhas Sagradas, página bem bacana com diário de produção, calendário e entrevistas. As filmagens começam em julho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-115166225459412615?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/115166225459412615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=115166225459412615&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115166225459412615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/115166225459412615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/06/folhas-sagradas.html' title='Folhas sagradas'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114986027060057297</id><published>2006-06-09T10:32:00.000-03:00</published><updated>2006-06-26T10:40:35.140-03:00</updated><title type='text'>Cartilha</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.dannyrose.it/produzioni/maratona/maratona.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.dannyrose.it/produzioni/maratona/maratona.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Maratona&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passadas compassadas &lt;br /&gt;sob o passo a serenar&lt;br /&gt;sobe e desce&lt;br /&gt;desce e sobe&lt;br /&gt;sem cessar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sobe e desce &lt;br /&gt;desce e sobe&lt;br /&gt;sem cessar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sem cessar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;/~/&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114986027060057297?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114986027060057297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114986027060057297&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114986027060057297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114986027060057297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/06/cartilha.html' title='Cartilha'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114968935441139450</id><published>2006-06-07T11:08:00.000-03:00</published><updated>2006-06-26T10:54:41.266-03:00</updated><title type='text'>Falecimento do Art Iguatemi</title><content type='html'>"De olhos bem fechados"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.xenon-kino.de/Medaia/cruisekidman.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.xenon-kino.de/Medaia/cruisekidman.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais tradicional sala de cinema dos shoppings baianos, o Art Iguatemi, encerrou suas atividades após 30 anos em funcionamento. O Art - que foi inaugurado em 1976, um ano após a inauguração do Shopping - funcionou até o último domingo, dia 04, com a Sala Art I, onde estava em cartaz o filme “O Código da Vinci”. Já a outra sala, ART III, encerrou suas atividades na quinta passada, 1º de junho, com o filme “Missão Impossível III”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensar que foi no circuito Art, no Cine Politeama(hoje igreja), que assisti sozinho o último Kubrick, "De olhos bem fechados". Ao término da sessão lembro que saí cambaleante em direção ao Campo Grande, ainda degustando as imagens...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114968935441139450?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114968935441139450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114968935441139450&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114968935441139450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114968935441139450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/06/falecimento-do-art-iguatemi.html' title='Falecimento do Art Iguatemi'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114831422271301986</id><published>2006-05-22T13:10:00.000-03:00</published><updated>2006-05-22T13:14:07.413-03:00</updated><title type='text'>III Festival Sala de Arte</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.saladearte.art.br/3festivalsaladearte.htm"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.saladearte.art.br/logosaladearte/logoimagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já começou mas ainda tem coisas interessantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.saladearte.art.br/3festivalsaladearte.htm"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;III Festival Sala de Arte&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114831422271301986?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114831422271301986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114831422271301986&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114831422271301986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114831422271301986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/05/iii-festival-sala-de-arte.html' title='III Festival Sala de Arte'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114787779091714971</id><published>2006-05-17T11:56:00.000-03:00</published><updated>2006-05-17T12:23:57.816-03:00</updated><title type='text'>No Século Passado</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.pessoasdoseculopassado.com.br/"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.pessoasdoseculopassado.com.br/fotos/6,5,2006_02,59,46.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&amp;M's&lt;/strong&gt; no &lt;a href="http://www.pessoasdoseculopassado.com.br/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;"Pessoas do Século Passado"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114787779091714971?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114787779091714971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114787779091714971&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114787779091714971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114787779091714971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/05/no-sculo-passado.html' title='No Século Passado'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114703648746791614</id><published>2006-05-07T18:14:00.000-03:00</published><updated>2006-05-29T09:37:13.110-03:00</updated><title type='text'>Les Quatre Cents Coups</title><content type='html'>&lt;strong&gt;"Os incompreendidos"&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Les Quatre Cents Coups, França, 1959)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;de François Truffaut&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://gfx.filmweb.pl/f/32556/po.6941308.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://gfx.filmweb.pl/f/32556/po.6941308.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante quando vemos um filme e ele entra na lista dos preferidos automaticamente, sem pedir licença. Acho que é um dos poucos que vi duas vezes seguidas por puro prazer, e quando está acabando pela segunda vez, ainda sentimos aquela vontade que se prolongasse mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A constatação que faço é que trata-se de uma obra prima esse filme do Truffaut. Não somente pela forma que trata o tema, mas pelo local exato de posicionar a camera enquadrando seus atores e objetos da maneira mais cinematográfica possível, pela atuação de Jean Pierre Léaud, no papel que o destacaria como astro revelação em todo o mundo, na trilha simples e minimalista pontuando todo o filme. Na fotografia PB crua e extremamente poética que registra uma das épocas mais importantes de todas nossas vidas: A adolescência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas que mais me chamou atenção é a maneira que alguns detalhes são filmados, como o tempo dado ao garoto atrapalhado com a caneta na sala de aula, a vela que o protagonista acende para Balzac o ajudar na prova de redação, o brinquedo sobre a perda da gravidade(dessa cena até o próprio Truffaut aparece como um dos participantes), as expressões no rosto de crianças assistindo uma peça de marionetes, a garrafa de leite roubada na cidade(renegado em casa acolhido pelas ruas), o momento exato de revelar aos espectadores determinado elemento da hitória, os policiais brincando de jogo de tabuleiro na delegacia em que o protagonista passa a noite antes de ir pro reformatório, a dor de estar tão perto de um amigo e não poder abraça-lo, um chapéu de pele que diz muito mais do que um simples chapéu, a corrida em busca do mar... Um dos filmes mais humanistas que já vi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou fazer uma análise agora, isso fica pra depois, era só pra dizer como fiquei encantado, principalmente por se tratar do primeiro longa metragem de um Cineasta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.dugrainademoudre.net/2004/prog/fiches/quatre.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.dugrainademoudre.net/2004/prog/fiches/quatre.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114703648746791614?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114703648746791614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114703648746791614&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114703648746791614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114703648746791614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/05/les-quatre-cents-coups.html' title='Les Quatre Cents Coups'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114683375829848954</id><published>2006-05-05T09:53:00.000-03:00</published><updated>2006-05-05T13:49:22.616-03:00</updated><title type='text'>Oz, Godard, Truffaut</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://stefanomaggi.com/Mambo/images/stories/science/jules_et_jim.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://stefanomaggi.com/Mambo/images/stories/science/jules_et_jim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmes revistos em vídeo recentemente e que merecem comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"O mágico de Oz"&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(The Wizard of Oz, EUA, 1939)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Direção: Richard Thope, George Cukor, &lt;strong&gt;Victor Fleming&lt;/strong&gt; e King Vidor. Creditado como Victor Fleming. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fábula sobre o auto-conhecimento recheada de magia e Technicolor que só o Cinema pode produzir. Sem computação gráfica, com um trabalho cuidadoso de cenografia e nada mais nada menos que quatro diretores(em momentos distintos). O filme pode soar ingênuo hoje, mas já demonstrava o que as superproduções são capazes de fazer: Mexer com nosso imaginário, direcionando uma idéia, nesse filme é de que “não há nada melhor do que o nosso lar”.  Num período de depressão dos EUA(&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.exordio.com/1939-1945/paises/usa.html"&gt;década de 30&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;), nada melhor do que um analgésico cinematográfico com forte caráter nacionalista.&lt;br /&gt;P.S. O filme está perfeito restaurado e com formato original de 4:3. “Over the Rainbow", cantada no filme, permanece uma das melhores coisas da obra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Acossado"&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(À Bout de Souffle, França, 1959)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Direção: Jean Luc Godard.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre é bom conferir a capacidade de Godard de transformar acasos em poesia. Filmagens em locações com luz natural, os planos seqüência deslumbrantes, a montagem descontínua aparecendo pela primeira vez, a ironia fina e sátira aos filmes americanos ou a própria intolerância dos EUA. &lt;br /&gt;P.S. A música do filme sempre me deixa arrepiado, ainda mais depois de Bertolucci a usar em “ Os sonhadores”, ouvindo agora ela tem uma carga poética/imagética muito maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Jules e Jim"&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Jules et Jim, França, 1962)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Direção: François Truffaut.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orquestração maravilhosa de imagens e sons regida por Truffaut. Narrativa off, Tratado sobre o amor, crítica a Guerra, referências a Oscar Wilde, Shakespeare, Picasso, frases curtas e extremamente poéticas... Uma das maiores junções de Literatura e Cinema já realizadas, um &lt;em&gt;&lt;span&gt;menage a trois&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; no início do século, junto com um conjunto de atuações espetaculares.&lt;br /&gt;O melhor de tudo é que toda essa miscelânea é contada numa estória que qualquer ser humano entenderia.&lt;br /&gt;Simplesmente soberbo, preciso rever.&lt;br /&gt;P.S. Quem não se apaixonaria por Catherine?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114683375829848954?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114683375829848954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114683375829848954&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114683375829848954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114683375829848954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/05/oz-godard-truffaut.html' title='Oz, Godard, Truffaut'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114652954458264434</id><published>2006-05-01T21:08:00.000-03:00</published><updated>2006-05-02T06:25:37.830-03:00</updated><title type='text'>HOMEM DA CÂMERA – URSS 1919</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/vertov_14.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dziga Vertov&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/vertov.2.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/200/vertov.2.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento do cinema russo começou a partir de 1908, sendo que no período anterior a guerra os temas eram tirados da literatura ou da história nacional. Com a Primeira Guerra Mundial, o corte da entrada de filmes estrangeiros fez com que crescesse a produção nacional. Começou então a haver uma preocupação pela forma e os temas passaram pelos dramas policiais até assuntos macabros e pessimistas, o nível artísticos dos filmes chegaram nos limites do comercialismo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/vertov_14.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/200/vertov_14.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Após a tomada do poder pelos Bolchevistas em outubro de 1917 , houve uma queda na produção. Logo após, a guerra civil fez com que os proprietários de grandes cinemas fechassem as portas, proclamando greve. Todos esses conflitos terminaram desorganizando a economia, os cineastas soviéticos não tinham mais eletricidade disponível, nem película,  até a comida ficou escassa. Houveram poucas produções nessa época.&lt;br /&gt;Alguns anos depois, após ser reconquistada a paz com a reconstrução da economia, houve uma retomada do cinema, e o seu destino passou a ser elaborado por grupos de vanguarda fundados por jovens que recebiam apoio do governo. Desses jovens o primeiro a revelar-se foi  &lt;em&gt;Dziga &lt;/em&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/vertov_kino_eye.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/200/vertov_kino_eye.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Vertov&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Visão “simultânea” e “poliplana”. Esse foi o nome dado por volta de 1920, para o estilo que Dziga Vertov criou no filme “Homem da Câmera”, os manifestos dos “kinoks”(loucos por cinema)  criados por ele pode ser considerada como uma versão escrita do que ele fez no filme.&lt;br /&gt;Numa tentativa de extinguir do cinema tudo o que não fosse “surpreendido na vida real”, Vertov tomou como palavra de ordem o “cinema verdade” que logo após se transmuta para o “Cine-Olho”, posição mais radical, em que se proclamava banir todo elemento de encênação, a câmera seria como um olho , com uma capacidade de “recorte’ da realidade superior ao olho humano. Para isso Vertov utilizou uma infinidade de recursos de montagem, trucagens, aceleração e camera lenta e animações. Ele foi o primeiro a fazer da camera um personagem.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/tukor1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114652954458264434?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114652954458264434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114652954458264434&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114652954458264434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114652954458264434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/05/homem-da-cmera-urss-1919.html' title='HOMEM DA CÂMERA – URSS 1919'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114584877978141779</id><published>2006-04-23T23:33:00.000-03:00</published><updated>2006-05-02T06:22:56.406-03:00</updated><title type='text'>'Mnemo' no Extudo - Terça, 25/04/2006, 20:30h</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/1600/Jonh"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/690/666/200/Jonh%27s%20bad%20dream.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Passa na terça feira no Extudo, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://mnemo.multiply.com"&gt;Mnemo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, curta digital que realizei como trabalho de conclusão do curso de Cinema e Vídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Frame de&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mnemo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AGENDA CULTURAL DO EXTUDO&lt;br /&gt;4ª semana de Abril&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quê : Projeto Curta no Extudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando: 25.04 (terça-feira) as 20:30h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde: Restaurante Extudo – Rua Lídio de Mesquita, &lt;br /&gt;04 Rio Vermelho, Tel: 3334.0671 / 4669&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto: Entrada franca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações: Fabíola Aquino (tel 9143.8641)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vídeo-instalação&lt;br /&gt;Subjecto Quase – Lucas Mucarzel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curtas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MNEMO – 20´&lt;br /&gt;César Fernando e Jean Lima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELEMENTO DELETÉRIO - 7' 32"&lt;br /&gt;Matheus Vianna e Napoleão Cunha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUÊ: Soltando o Verbo – Sarau literário com o poeta Fernando da Rocha Peres&lt;br /&gt;QUANDO: 26-04, 4ª feira, a partir das 20:00 hs .&lt;br /&gt;ONDE: Extudo Restaurante&lt;br /&gt;COUVERT: R$ 3,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________&lt;br /&gt;O QUE: PROJETO QUINTA COM BAR, com as atrações Archangelus (Pop Rock) e&lt;br /&gt;Cedu Lopez (Voz e violão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUANDO: 27-04, 5ª feira, a partir das 20:00 hs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ONDE: EXTUDO Restaurante, Rua Lídio de Mesquita, 04, Rio Vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTRADA FRANCA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROJETO QUINTA COM BAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DAPP (Diretório Acadêmico de Publicidade e Propaganda) da Universidade Salvador – UNIFACS lança mais um primoroso projeto de integração do corpo discente da Universidade: Quinta Com Bar. Que tem como propósito fazer interagir os alunos de Comunicação com os mais diversos cursos da Unifacs de maneira descontraída e agradável, quinzenalmente.&lt;br /&gt;A reunião do alunado será no Bar e Restaurante Extudo (Rio Vermelho) e trará divulgação de bandas universitárias e exposições multimídia, abrangendo a comunidade acadêmica.&lt;br /&gt;A intenção é criar um ponto de encontro dos estudantes, evidenciando a iniciativa de ter nessas noites um espaço cultural promovido pelo DA de Publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações:&lt;br /&gt;Alcino Santana Campos Neto&lt;br /&gt;Secretário Geral do DAPP&lt;br /&gt;9122-5283&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herbert Gomes&lt;br /&gt;Presidente do DAPP&lt;br /&gt;9609-6238&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114584877978141779?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114584877978141779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114584877978141779&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114584877978141779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114584877978141779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/04/mnemo-no-extudo-tera-25042006-2030h.html' title='&apos;Mnemo&apos; no Extudo - Terça, 25/04/2006, 20:30h'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114355595054922161</id><published>2006-03-28T11:22:00.000-03:00</published><updated>2006-05-17T11:55:38.553-03:00</updated><title type='text'>M&amp;M’s</title><content type='html'>Sem açúcar e com afeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;"A gente se acostuma com certos tipos de estilo, e as pessoas dizem que isto é a sua marca registrada. Isso fica muito monótono. Nós tentamos fazer algo diferente."&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;          &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Wong Kar Wai&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Munique e Match Point formam a dupla de filmes que demonstram inovações na maneira de filmar de seus respectivos diretores. Veteranos, tanto Spielberg quanto Allen reavaliam certos pontos em suas filmografias e demonstram porque não ficaram velhos. A imagem síntese dessa idéia pode ser vista quando o protagonista em Match Point deixa de lado a obra Crime e Castigo de Dostoievski para ler sua antologia, metáfora para uma avaliação não desse filme somente mas sim de toda uma carreira cinematográfica.&lt;br /&gt;São respectivamente 70 e 60 anos de idade, Woody Allen, o mais velho faz sua obra com contexto contemporâneo e pela primeira vez filma fora de seu habitat natural, sai de NY para Londres, onde buscou a liberdade criativa que não estava conseguindo na cidade que foi um dos principais personagens em seus filmes anteriores. A nova geografia veio junto com novos caminhos percorridos pelos personagens. As neuroses existem, a passionalidade também, mas a frieza de alguns é nova em sua filmografia, é uma das poucas vezes que vemos seus personagens cometendo atos desesperados e ao mesmo tempo extremamente calculados. Uma das características nos filmes de Allen são as diferentes formas de ação que se desenrolam na tela, tanto a ações físicas quanto as ações imaginadas pelos personagens, como pensamentos, sonhos ou devaneios materializados. Nesse filme ele deixou com que a ação física extrapolasse a imaginada, nos levando a ambientes da natureza humana que antes somente flertava. O mais interessante, é que, como é um cineasta autoral, com um estilo próprio, seus espectadores mais assíduos não esperavam a ‘virada’ que cometeu na narrativa, levando seus personagens a conseqüências tão trágicas quanto as de um personagem Shakespereano.  Não é a toa que ele escolhe para a trilha sonora em vários momentos do filme óperas baseadas em obras do mestre inglês, como “Otelo” ou “Medéia”. &lt;br /&gt;Fazendo um paralelo com Spielberg, onde temos uma carreira cinematográfica marcada pelo otimismo e fantasia, com obras de certa forma mais fechadas, percebemos uma desenvoltura fantástica em Munique, deixando a ambigüidade reinar sem grandes interferências que comprometam a obra (vide o banho que os judeus tomaram dos chuveiros onde deveriam sair gás em “A Lista de Schindler”). &lt;br /&gt;Ao começar Munique, nos deparamos com uma enxurrada de imagens, que nos causam angustia e impotência, como deve ter acontecido com as pessoas que assistiam a transmissão pela TV do atentado terrorista palestino nas Olimpíadas de Munique, em 1972. Nada de novo, se pensarmos que em “O resgate do Soldado Ryan.” ele havia começado da mesma maneira, nos inserindo durante os primeiros minutos do filme no coração da Segunda Guerra Mundial, mas o decorrer dessa nova história vai nos levar a caminhos diferenciados, onde a ambigüidade vai “falar” mais forte do que as certezas. Nesse filme, ele não procurou tomar partido ou dar respostas para alguns questionamentos, ele aumentou ainda mais nossas perguntas. E o mais interessante é que volta a experimentar, a distorção do olhar com efeito vertigo (travellings para frente em conjunto com o zoom abrindo) que aumenta a tensão em “Tubarão”, o constante contra luz de “Contatos imediatos”, aumentando nossa curiosidade para descobrir quem está por trás das luzes, os adultos filmados da cintura pra baixo em “E.T”, da altura dos olhos das crianças(ou até do próprio E.T), ou os movimentos de camera deslizantes de “Minority Report”. Em Munique, o que mais chama a atenção é a capacidade de nos deixar livres para que busquemos respostas, se é que elas existem, pois o filme também nos propõe isso. &lt;br /&gt;Ao apresentar o herói, ou melhor o anti-herói, já que trata-se de um personagem que possui a vitrine da cozinha de seus sonhos como elemento catalisador para seus devaneios e fugas da realidade, ele nos insere novamente numa família, tradição em seus filmes, mas dessa vez o ”mocinho” não irá lutar contra um inimigo, contra um mal qualquer predefinido, o maniqueísmo passa bem longe, a verdadeira luta do personagem é contra suas incertezas, é uma luta interna constante. Talvez seja a primeira vez que ele deixa um personagem completamente desprotegido no final de um filme, tanto fisicamente quanto emocionalmente, o que acarreta no espectador uma sensação de desamparo tremenda. &lt;br /&gt;Sombrios, mas sempre afetuosos.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Match Point - EUA / Reino Unido, 2005&lt;br /&gt;Direção: Woody Allen&lt;br /&gt;Elenco: Scarlett Johansson, Jonathan Rhys-Meyers, Emily Mortimer, Matthew Goode, Brian Cox, Penelope Wilton&lt;br /&gt;Duração: 122 min.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Munich - EUA, 2005&lt;br /&gt;Direção: Steven Spielberg&lt;br /&gt;Elenco: Eric Bana, Daniel Craig, Geoffrey Rush, Mathieu Kassovitz, Kurt Russell&lt;br /&gt;Duração: 164 min.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114355595054922161?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114355595054922161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114355595054922161&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114355595054922161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114355595054922161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/03/mms.html' title='M&amp;M’s'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114303175832161279</id><published>2006-03-22T09:47:00.000-03:00</published><updated>2006-03-22T11:17:16.906-03:00</updated><title type='text'>preTEXTO</title><content type='html'>&lt;img src="http://photos1.blogger.com/blogger/6050/2089/200/logo.1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficina de leitura e produção de texto para cinéfilos e afins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O objetivo da Oficina de Leitura e Produção de Textos, PreTEXTO, é usar o cinema para ler, pensar e escrever. A partir da escolha de filmes atuais na programação da Sala de Arte, vamos trabalhar eixos temáticos que servirão como método de leitura e produção dos textos. Serão cinco (05) aulas por mês, com duração de 3h cada, uma sessão de cinema por semana. As aulas vão acontecer no ICBA aos sábados, à partir de 25 de março das 15 às 18h. &lt;strong&gt;Inscrições no ICBA&lt;/strong&gt;."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.oficinapretexto.blogspot.com/"&gt;www.oficinapretexto.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114303175832161279?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114303175832161279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114303175832161279&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114303175832161279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114303175832161279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/03/pretexto.html' title='preTEXTO'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-114260831119780519</id><published>2006-03-17T12:10:00.001-03:00</published><updated>2006-03-17T12:34:40.036-03:00</updated><title type='text'>Pedra</title><content type='html'>rocha que vira prosa&lt;br /&gt;terra palavra&lt;br /&gt;que nasce&lt;br /&gt;do ventre do poeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para Drummond.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-114260831119780519?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/114260831119780519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=114260831119780519&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114260831119780519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/114260831119780519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/03/pedra_17.html' title='Pedra'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-113785125846294874</id><published>2006-01-21T11:42:00.000-02:00</published><updated>2006-01-24T08:01:46.220-02:00</updated><title type='text'>Vera Drake</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DVD&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img src="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/vera-drake/vera-drake01.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O SEGREDO DE VERA DRAKE&lt;br /&gt;_______________________________&lt;br /&gt;Mike Leigh, Vera Drake, Inglaterra, França, Nova Zelândia, 2004.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vera Drake é uma mulher pequena e de mãos pequenas” como afirma uma senhora para o detetive quando perguntada a respeito da pessoa que realizou o aborto forçado que levou sua filha a cama de um hospital. Essa é uma das cenas marcantes do Segredo de Vera Drake, escrito e dirigido por Mike Leigh.&lt;br /&gt;O filme é ambientado nos anos 50 e Vera(Imelda Staunton) é apresentada de forma que penetramos em seu cotidiano. Onde trabalha como diarista em casa de grã-finos, cuida da mãe já idosa, de um vizinho doente e é a alegria da família. Uma senhora otimista, sempre procurando ajudar as pessoas. Sinônimo de bondade, carinho e devoção, que só é quebrado por causa de um fato, ela ajuda mulheres a realizarem abortos.&lt;br /&gt;Ao terminar a sessão me perguntei o porque de um diretor focar os olhos para uma questão como essa, e pude perceber que a resposta está bem clara no próprio filme, passaram-se mais da metade do século e a situação continua quase da mesma forma em muitos países, entre eles o Brasil (Na Inglaterra, o aborto já foi legalizado). Na verdade é uma indignação que essa realidade causa no cineasta e ele nos passa através do cinema. Assim, até hoje mulheres ainda morrem por causa de aborto forçados, realizados em ambientes precários ou com objetos não esterilizados. É um fato delicado que ainda mexe com toda a sociedade, talvez por isso o diretor evitou entrar em discussões morais e religiosas.&lt;br /&gt;O segredo de Vera é desvendado após 40 minutos de filme durante uma reunião de família, todos estão sentados à mesa, comemorando o noivado da filha e a primeira gravidez da mulher do irmão do marido de Vera quando os policias chegam para interrogá-la. Mike Leigh nos coloca novamente no centro de uma família, mais precisamente na mesa da casa, como fez em Segredos e Mentiras(Secrets &amp; Lies, 1996), onde tratava de dois temas também delicados: A questão do abandono de crianças e o racismo. Ele nos envolve novamente de maneira sutil nesses dramas familiares quando nos leva para o interior da casa da família Drake, sendo que sempre procura falar de uma família como metáfora de toda uma sociedade.&lt;br /&gt;A descoberta do segredo desmorona o lar de Vera. Sua família era exemplo de paz e harmonia, mesmo se tratando de pessoas humildes não possuía problemas, talvez o único seria arranjar um marido para sua filha estranha. A cena em que Vera sai de casa presa é justamente quando começa a nevar no filme, metáfora da frieza com que ela é tratada pelos seus atos.&lt;br /&gt;Vera não sente culpa em realizar os abortos, ela mesma afirma “eu ajudo as meninas”, quando interrogada se alguma vez já o fizera em si próprio o silencio domina a sala do cinema, somente restando uma resposta, sim. Assim faz sua função acreditando estar fazendo “algo de bom” para elas. A situação só é mudada quando ela tem a informação pelos policiais de que algumas mulheres sofreram graves conseqüências devido a sua “ajuda”, tanto que ela mesma afirma ser culpada pelos atos quando questionada pelo Júri após a prisão. Vera nunca fala a palavra “aborto” durante todo o filme, até no momento que precisa contar ao marido o motivo de sua “visita a delegacia”, numa belíssima cena, onde a câmera se aproxima dos dois e ela sussurra em seu ouvido, de forma que somente o personagem ouve, os espectadores não sabem o que ela realmente falou. O diretor procurou se cercar por todos os lados sobre a “boa fé” de Vera, mas isso termina enclausurando sua própria personagem, transformando-a quase numa santa, até os policiais que a prendem ela trata como “queridos”. Uma tentativa de manipular-nos, para que não consigamos sentir raiva da personagem, somente pena.&lt;br /&gt;Segredos e Mentiras e O segredo de Vera Drake se completam, e mesmo pela diferença de tempo entre eles, existe um diálogo. Os abortos do segundo e a mulher de sucesso do primeiro, que vai em busca dos pais verdadeiros, mesmo esses tendo a abandonado. Mike Leigh usa o tempo na diegese diferente do tempo cronológico, talvez para dizer-nos: problemas continuam existindo mas a vida está prevalecendo, já que a história de Vera Drake se passa aproximadamente 50 anos antes da de Segredos e Mentiras.&lt;br /&gt;O filme é muito bem realizado, tanto tecnicamente quanto dramaticamente, sendo assim não admira que tenha ganhado tantos prêmios: O Leão de Ouro e o Volpi Cup de Melhor Atriz (Imelda Staunton), no Festival de Veneza; 3 prêmios no BAFTA, nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Atriz (Imelda Staunton) e Melhor Figurino; O European Film Awards de Melhor Atriz (Imelda Staunton), além das 3 indicações ao Oscar®, nas seguintes categorias: Melhor Diretor, Melhor Atriz (Imelda Staunton) e Melhor Roteiro Original. As premiações de Imelda Staunton para melhor atriz são completamente plausíveis, ela está perfeita como a senhora Drake, sua interpretação é singular, sua personagem é composta de expressões quase imperceptíveis, de mudanças mínimas na tonalidade de voz, de olhares. No momento em que os detetives entram em sua casa e a procuram, ela nos passa uma sensação de angustia quando a câmera pára com Vera na frente e os demais familiares atrás, esse plano permanece um período mais longo do que o usual, demonstrando sua face perplexa pela visita inusitada, como se pudéssemos ler sua mente, tentando prever o que iria acontecer. Os outros atores também contribuem bastante para a credibilidade da história, isso pode ser demonstrado pelas indicações ao BAFTA de Melhor Ator Coadjuvante (Philip Davis) e Melhor Atriz Coadjuvante (Heather Craney), respectivamente Stan, o marido de Vera e Joyce, mulher do irmão de Stan. Segundo o site IMDb de todos os atores somente a Imelda Staunton, realmente sabia qual era o segredo até aquele ponto, trazendo veracidade e assombro nas interpretações quando eram informados a respeito do “crime” de Vera.&lt;br /&gt;Nota-se o esmero na cenografia, demonstrando um cuidado especial da direção de arte, conduzida por Ed Walsh que em parceria com Jacqueline Durran, criadora dos figurinos, nos transporta para a década de 50 de forma automática. Além da bela fotografia, dirigida por Dick Pope, que remete a uma série de significados, como as sombras negras ou elementos escuros que aparecem junto com o rosto delicado de Vera, demonstrando que mesmo com toda sua bondade existe um lado obscuro em sua vida, há também uma tonalidade sépia e tons pasteis que remetem ao passado. As composições das imagens são admiráveis, principalmente quando estamos na casa de Vera, onde alguns enquadramentos permitem ver toda a família reunida sem precisar de cortes, somente através do uso da perspectiva.&lt;br /&gt;Há um fato que o diretor resolve frisar, o “aborto limpo” feito pela filha de uma das patroas de Vera, uma garota de classe alta, virgem, que depois de ser violentada engravida e decide não ter esse filho. A pequena história de sexo forçado é colocada praticamente em paralelo no filme. É justamente a alfinetada do diretor para os hipócritas de plantão, demonstrando que o aborto não é somente feito pelas mulheres pobres e em más condições financeiras, mas também pelas ricas recorrendo a clínicas especializadas, com direito a psiquiatra.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-113785125846294874?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/113785125846294874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=113785125846294874&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/113785125846294874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/113785125846294874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/01/vera-drake.html' title='Vera Drake'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-113768575294856243</id><published>2006-01-19T13:36:00.000-02:00</published><updated>2006-01-19T21:56:57.143-02:00</updated><title type='text'>Quase...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DVD &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.quasedoisirmaos.com.br/imagens/figura_dentro.gif" /&gt;&lt;strong&gt; QUASE DOIS IRMÃOS&lt;br /&gt;_____________________________&lt;br /&gt;Lucia Murat, Brasil, 2004&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quase dois irmãos” parte de um argumento promissor, a união no mesmo pavilhão de presos políticos e criminosos comuns na cadeia de Ilha Grande(Rio de Janeiro) no início da década de 70, e a troca de conhecimento entre eles. A partir desse ponto de partida, a diretora Lucia Murat cria uma história ficcional onde dois personagens vão conviver em três períodos históricos diferentes, quando se conhecem na infância (fim dos anos 50), presos no mesmo pavilhão (início dos 70) e a atualidade. O resultado dessa união termina entre o morro e o planalto, enquanto Miguel, que faz parte dos presos políticos, torna-se Senador, Jorginho, preso comum, se transforma em chefe do Comando Vermelho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Jorginho e Miguel são na verdade representações de classes distintas (o negro pobre e o branco de classe média) de um tema caro à população brasileira que é a época da ditadura militar. Dessa forma existe um forte caráter sociológico por trás da história, e que acaba conduzido de maneira que engessa e caricatura os personagens. Isso pode ser claramente explicitado através de alguns personagens no filme, como a filha rebelde do senador que se envolve com o bandidão do morro, do menino pobre que se apaixona pelo samba ou do próprio senador tentando aprovar um projeto de “centro cultural para a comunidade”. Tendo um plano de fundo tão denso como a ditadura, às vezes fica complicado para a diretora tratar com fluidez a história que está sendo contada sem cair em pontos que só servem para fincar o filme numa época, como o uso constante de closes e planos fechados, indicando mais uma restrição do cenário do que uma aproximação dos espectadores com os personagens. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A narrativa entrecortada utilizada para contar essa história, mostrando as três épocas citadas acima de forma mútua, não é amarrada precisamente, nos deixando perdidos sobre os acontecimentos. Algumas cenas não contribuem em nada para o desenvolvimento da história, como a violência gratuita no morro ou a cena no presídio em que Miguel e Jorginho seguem um gato de um colega do pavilhão e o matam somente para mostrar que não tem tempo para se preocupar com “pequenos detalhes” enquanto acontece a “revolução”, cena mais masoquista do que necessária para descrever uma possível frieza dos presidiários( Ela quis compará-los aos militares?). Dessa forma pesa para a fotografia do filme assumir um papel de ajudante para distinguir e significar as cenas em diferentes épocas, mesmo essa sendo bem utilizada (tom sépia representando a infância, os frios dias de ditadura através de tons azulados e a atualidade sem tons dominantes). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa questão das três épocas distintas na história é uma marca forte da não coesão do filme, como são três atores representando um mesmo personagem, em alguns momentos isso fica gritante já que a participação de Werner Shünemann, que atua como o Miguel “senador” está muito abaixo da interpretação de Caco Ciocler por exemplo, que faz o Miguel “preso político”. Observa-se uma imersão desse último no papel com mais profundidade, a rebeldia e a política bem dosada, percebe-se que ele até emagrece no período da prisão. Devido a atuações medianas, principalmente a de Maria Flor, que representa a Juliana, a filha do senador (em alguns momentos é como se ela estivesse lendo o roteiro, principalmente nas conversas com o pai), assim quem se destaca facilmente no filme é o ator Flávio Bauraqui que interpreta o Jorginho na prisão, demonstrando com maestria a malandragem e ingenuidade do personagem, criando um desnível claro entre ele e os outros atores no filme. As cenas de violência nas favelas, como já citei acima, soam gratuitas e depois de “Cidade de Deus” tornam-se clichês para mostrar o tráfico e a matança nos morros. A infância dos protagonistas é mostrada numa pequena parte do filme e há um ítem interessante a ser citado, o uso do cenário de maneira peculiar de forma que somente podemos ver alguns objetos, como se na volta ao passado dos personagens somente se materializasse o que era mais importante para eles, o que era lembrado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nota-se claramente que o filme tem um ponto que a diretora tem mais vontade de tratar, que é a história intermediária, no pavilhão da cadeia de ilha Grande na época da ditadura militar. Lucia Murat viveu nessa época, foi presa e torturada, como afirma em suas entrevistas sobre o filme, então esse tema central é bastante próximo a ela. É o ponto mais significativo da obra, e onde encontramos mais consistência, mas que é abafado pelos outros momentos, que parecem estar no filme somente para indicar que Miguel e Jorginho continuam se encontrando no decorrer da vida. Há um fato relevante nessa parte do filme que é o aprendizado e a assimilação de algumas regras dos presos políticos por Jorginho, ele utiliza o que aprende mesclado com violência e agressões, já que é pela força e não pelo diálogo que as coisas funciona do lado dele, do negro pobre e sem estudo. No lado oposto está Miguel, e sua decepção por não conseguir estabelecer a ordem nem mesmo dentro de um pavilhão, metáfora da situação do país hoje, onde as desigualdades ainda crescem vertiginosamente. Ainda há uma ironia inserida ao momento atual do filme, já que Jorginho aplica o que aprendeu no presídio na sua “coordenação” no morro, quando está à frente do Comando Vermelho, sempre seguindo o princípio de “igualdade, paz e justiça”, como ele faz toda vez que manda eliminar alguém. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há uma coisa que chama atenção no filme e que talvez seja o que de melhor foi realizado em toda obra: a música. Criada com maestria por Naná Vasconcelos contém ruídos e sons que ajudam a criar climas claustrofóbicos e ambientar os telespectadores. Mesmo com todos os problemas já citados ela consegue permeá-los e deixar sua marca forte.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-113768575294856243?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/113768575294856243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=113768575294856243&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/113768575294856243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/113768575294856243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/01/quase.html' title='Quase...'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-113755201436038775</id><published>2006-01-18T00:31:00.000-02:00</published><updated>2006-01-18T00:48:23.933-02:00</updated><title type='text'>Globalização: Good Bye Lênin!</title><content type='html'>&lt;strong&gt;DVD&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://sc.groups.msn.com/tn/F1/72/jovenescomunistas/3/56.jpg" /&gt; &lt;strong&gt;Adeus, Lênin!&lt;/strong&gt;(Good Bye Lênin! - 2003) é um filme que utiliza o drama de seus personagens como forma de analisar questões políticas e sociais de seu país de origem, a Alemanha. A história gira em torno de um filho que, diante da doença da mãe, se mostra capaz de tudo para criar um ambiente que minimize o sofrimento dela, mesmo que isto envolva mentiras e subornos. Ao que parece, a estratégia é utilizar dramas intimistas como ponto de partida para comentários sobre a sociedade e suas mudanças. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O filme tem início em 1989, quando a Sra. Christiane Kerner, forte defensora do regime comunista da República Democrática Alemã, devido a um ataque cardíaco fica oito meses em coma, deixando de presenciar a queda do muro de Berlim e a unificação da Alemanha. Depois que ela desperta, seu filho Alex, temendo que a nova realidade possa levá-la a outro enfarto, tenta recriar a Alemanha Oriental no quarto da mãe, impedindo que ela descubra o que ocorreu. Chega a produzir falsos noticiários de televisão e a substituir as embalagens dos produtos que compra por outras que deixaram de existir nos últimos meses. Cada vez mais obcecado pelas mentiras, Alex começa a ficar desesperado quando a Senhora Kerner, já mais recuperada, decide sair do quarto. A fábula, com pano de fundo real procura demonstrar para o público a velocidade das mudanças ocorridas na Alemanha Oriental depois de sua reunificação com a Ocidental, que resultou na dissolução da filosofia comunista e na propagação do capitalismo entre os habitantes(algo representado pelo gigantesco banner da Coca-Cola que cobre um edifício vizinho ao prédio de Alex). É uma demonstração clara de como a abertura de um país para as influências da globalização faz com que as fronteiras passem a funcionar somente como delimitadores de território, já que a referencia de poder deixa de estar num ponto definido e passa a estar relacionada a empresas transnacionais, que irão ditar as regras, e essas serão indiscutíveis. As certezas locais acabam perdendo a exclusividade, tornando-se menos mesquinhas e o que era antes distante passa a estar próximo devido à convivência global ser menos incompreensível. Isso é demonstrado fortemente quando Alex precisa criar noticiários locais falsos para encobrir as informações que chegavam através de uma grande rede televisiva, como a CNN.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A princípio, Alex é um rapaz imaturo que não se importa muito com a realidade de seu país. Quando participa de uma passeata, por exemplo, ele pode ser visto comendo uma maçã despreocupadamente ao mesmo tempo em que paquera as garotas ao seu lado. Para Alex, a passeata não é um evento político, mas social (no seu sentido de lazer, bem entendido). Porém, aos poucos ele vai sendo forçado a reconhecer a relevância das mudanças vividas pelas Alemanhas, tornando-se um homem mais maduro e, de certa forma, engajado. Isso representa uma certa crítica em relação à perda de identidade com a unificação e abertura do país, quando não se tem noção do que representa ou significa, não se sabe o que defender. Tanto é que a mãe de Alex já é o oposto, ela representa o passado, que também é criticado, pois é, de certo modo unilateral, radical, cego. Não conseguindo ver o lado positivo nas mudanças, a junção dos dois nos remete para uma avaliação das dificuldades de todos os alemães para visualizar o Global durante a reunificação, a importância da Copa do Mundo de 90 na consolidação do processo é uma demonstração clara disso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há algo de fascinante na viagem no tempo proposta pelo filme, que é eficiente ao (re)apresentar para o espectador a realidade da Alemanha Oriental e ao (re)submetê-la ao processo de unificação. É o que nos faz refletir e poder fazer uma certa avaliação a respeito das mudanças, e pensar como a Globalização influencia no desenvolvimento do país depois que este se submete a ela. Existe uma tomada no filme que representa toda essa explanação e algo mais, tornando-a de certo modo bastante poética: aquela em que vemos a imensa estátua de Lênin sendo carregada por um helicóptero. É o verdadeiro “Adeus” a Lênin, uma imagem que certamente é lembrada por todos que assistiram, condensando todo o significado da produção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;“Adeus Lênin!” - "Good bye, Lenin!" 121 mins.&lt;br /&gt;Alemanha, 2003.&lt;br /&gt;Dir.: Wolfgang Becker.&lt;br /&gt;Atores: Daniel Brühl, Katrin Sa, Maria Simon, Chulpan Khamatova, Florian Lukas.&lt;br /&gt;Distribuidora: Columbia/Tri Star&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-113755201436038775?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/113755201436038775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=113755201436038775&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/113755201436038775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/113755201436038775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2006/01/globalizao-good-bye-lnin.html' title='Globalização: Good Bye Lênin!'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-113336357616359110</id><published>2005-11-30T13:04:00.000-02:00</published><updated>2005-11-30T14:49:36.393-02:00</updated><title type='text'>Grande Edgard!</title><content type='html'>&lt;img src="http://img.terra.com.br/i/2005/11/21/280251-6562-cp.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Eu Me Lembro" é o grande vencedor de Brasília&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme Eu Me Lembro, de Edgar Navarro, foi o grande vencedor do 38º Festival de Brasília. O longa recebeu 6 troféus Candango durante a premiação, realizada na noite desta terça-feira (29). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dirigindo seu primeiro longa aos 56 anos - apesar de ser um premiado curta e média-metragista há 30 anos -, Navarro estava emocionado quando recebeu seu penúltimo troféu, o de roteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vocês querem me matar? Nós somos muito pobres", disse. Pouco depois, veio receber com toda a equipe o último e principal prêmio, o de melhor filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Viva o cinema brasileiro, que pode ter tantos filmes bons num só festival. Estou em estado de graça. Está nascendo o novo cinema brasileiro", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Completando o clima de festa, antes de descer do palco, a equipe do filme baiano cantava em coro os versos "Cadê meu lenço branco, lavadeira, que eu te dei para lavar, ô lavadeira".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ter sido escolhido como o melhor filme 35 mm pelo júri oficial, Eu Me Lembro também abocanhou prêmios nas categorias melhor direção e melhor roteiro para Edgar Navarro, melhor atriz para Arly Arnaud, melhor ator coadjuvante para Fernando Neves e melhor atriz coadjuvante para Valderez Freitas Teixeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notícia retirada do site Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.sc.df.gov.br/paginas/festival_de_cinema/fotos/38_festival/eu_me_lembro_3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Cena de &lt;em&gt;Eu me lembro&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-113336357616359110?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/113336357616359110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=113336357616359110&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/113336357616359110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/113336357616359110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/11/grande-edgard.html' title='Grande Edgard!'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-112747915237255546</id><published>2005-09-23T09:37:00.000-03:00</published><updated>2005-10-04T09:50:01.436-03:00</updated><title type='text'>..::Sutil Companhia::..</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.sutilcompanhia.com.br/imagens/pg16-t5.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 anos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho acompanhado o site de uma Companhia de Teatro que me encantou desde a primeira vez que visitei há um tempo (pena que ainda não pude assistir nenhuma montagem deles). Grupo originário de Curitiba, A  &lt;em&gt;Sutil Companhia de Teatro &lt;/em&gt; executa na maioria das vezes peças com textos próprios ou de autores ingleses contemporâneos e possui uma galera jovem e muito talentosa na direção. Foi pesquisando sobre autores como Harold Pinter(&lt;em&gt;O Zelador&lt;/em&gt;) e George Walker(&lt;em&gt;Zastrozzi&lt;/em&gt;) que acabei me deparando com esse site.  Vale a pena conferir, principamente esse ano que eles completam &lt;em&gt;10 anos&lt;/em&gt; de formação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;www.sutilcompanhia.com.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.sutilcompanhia.com.br/imagens/pg16-t10.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Cenas de &lt;em&gt;Alice&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-112747915237255546?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/112747915237255546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=112747915237255546&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/112747915237255546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/112747915237255546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/09/sutil-companhia.html' title='..::Sutil Companhia::..'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-112386095118117651</id><published>2005-08-12T12:34:00.000-03:00</published><updated>2005-08-14T11:18:46.943-03:00</updated><title type='text'>“Gozo cinematográfico”</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.coisadecinema.com.br/img/quemsomos9.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Panorama da abertura, abertura do &lt;em&gt;Panorama&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito me animou a sessão de abertura do IV Panorama Internacional Coisa de Cinema. Saí extasiado com as magníficas experimentações estéticas que alguns dos filmes realizaram.&lt;br /&gt;Tendo como tema &lt;em&gt;A arte do Real&lt;/em&gt;, o Panorama iniciou ontem com três obras pungentes. Uma, o curta &lt;em&gt;Da Janela do meu quarto&lt;/em&gt; do Cao Guimarães, outra, o longa &lt;em&gt;Aboio&lt;/em&gt;, documentário da Marília Rocha, sendo que entre o primeiro e o segundo fomos brindados com outro curta, &lt;em&gt;Eletrodoméstica&lt;/em&gt;, do Kleber Mendonça Filho que segue a linha da narrativa mais clássica com forte atenção a psicologia dos personagens.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Da janela do meu quarto&lt;/em&gt; é um filme curto(5min) mas bastante contemplativo. As imagens em alguns momentos desfocadas, em slow e quase monocromáticas de duas crianças brigando/brincando na rua em dia de chuva, aliadas ao som que ressalta o barulho de gotas com trilha minimalista, nos remete a pequenas lembranças guardadas na memória, tanto as vividas, quanto as observadas. É um filme com sabor... Sabor de passado.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eletrodoméstica&lt;/em&gt; foi o que mais atraiu o público, isso pôde ser evidenciado pela ovação que o filme sofreu após o término. Uma viagem sem pudores ao cotidiano de uma dona de casa. A única ficção entre os três, um ótimo trabalho técnico aliado a criatividade e boas interpretações. Muito interessante como o diretor nos inseriu no cotidiano solitário e na &lt;em&gt;vida de detalhes&lt;/em&gt; de uma mulher, além das maravilhosas cenas onde retrata relações de confissão e prazer com seus objetos eletrodomésticos, como a divisão do &lt;em&gt;baseado&lt;/em&gt; com o aspirador de pó( na tentativa de seus filhos não notarem o cheiro) ou o orgasmo estonteante proporcionado pela "montaria" numa máquina de lavar, aproveitando a vibração enquanto a máquina centrifugava as roupas. Uma das cenas que entrou pra história de minhas memórias cinematográficas.&lt;br /&gt;Ao começar &lt;em&gt;Aboio&lt;/em&gt; tive a real conclusão de que a discussão estética será tratada com força no panorama, isso já pode ser observado também pela quantidade de trabalhos digitais selecionados.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Aboio&lt;/em&gt; é um recorte de imagens, super 8 se mistura ao digital para depois serem transpostos ao 35mm, em alguns momentos a camera parece um pincel criando imagens impressionistas. Videoarte, cinema experimental, documento, poesia... É um caldeirão de possibilidades, demonstra uma forma diferenciada de fazer documentário, se é que podemos rotulá-lo assim.&lt;br /&gt;Saí da sala Walter da Silveira maravilhado com os filmes, assim me veio a mente a citação do Kleber Mendonça na sua apresentação, dizendo que de uma forma de outra Claudio também está fazendo cinema com o Panorama. Experimentações na forma de fazer filmes mesclada com experimentações na forma de fazer cinema.&lt;br /&gt;Parabéns mais uma vez a Cláudio Marques, por nos proporcionar tamanho &lt;em&gt;gozo cinematográfico&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-112386095118117651?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/112386095118117651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=112386095118117651&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/112386095118117651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/112386095118117651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/08/gozo-cinematogrfico.html' title='“Gozo cinematográfico”'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111991970488489050</id><published>2005-06-27T21:45:00.000-03:00</published><updated>2005-06-28T20:32:28.600-03:00</updated><title type='text'>O Guia do Mochileiro das Galáxias</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.cineminha.com.br/AdvHTML_Upload/photos/The%20Hitchhikers%20Guide%20to%20the%20Galaxy%202005_1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Garth Jennings, The Hitchhiker's Guide to the Galaxy, EUA, 2005.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;“É um fato importante e conhecido que as coisas nem sempre são o que parecem. Por exemplo, na terra o homem sempre se considerou a espécie mais inteligente em vez da terceira mais inteligente”. Com essa frase o narrador inicia O Guia do Mochileiro das Galáxias e já serve também para situar-nos de que mesmo se tratando de um filme de ficção científica você não deixará de ver comédia, sátira e filosofia. Baseado no livro de Douglas Adams, que também é co-roteirista e com direção de Garth Jennings, que faz sua estréia em longa-metragem depois de trabalhar em vídeo clipes de diversas bandas famosas, O Guia do Mochileiro das Galáxias é a primeira adaptação para o Cinema dessa obra, que possui a continuação em mais dois livros: “O restaurante no fim do universo”, “A vida, o Universo e tudo mais” (já indicando uma trilogia). Desde 1982 essa história tentava ser feita para a tela grande, já que foi adaptado em vários tipos de mídia, entre elas uma série de TV, um jogo de computador e uma série de programas de rádio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme começa com um péssimo dia na vida de Arthur Dent (Martin Freeman), após saber que sua casa será demolida para construção de uma estrada descobre que o melhor amigo, Ford Prefect (Mos Def), é na verdade um extraterrestre que viaja de planeta em planeta. O que ocorre com a casa de Dent é na verdade uma metáfora para o que acontecerá com a Terra alguns minutos depois. O planeta será destruído para que uma nova auto-estrada hiperespacial seja construída, demonstrando que a indiferença e intolerância só mudam a escala, mas continuam as mesmas. Arthur só tem uma saída: pegar carona em uma nave espacial que está de passagem. Ele começa então a percorrer o universo, sendo que tudo o que precisa saber sobre sua nova vida está contido em um valioso livro: o Guia do Mochileiro das Galáxias, o qual seu amigo Prefect é um dos redatores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse filme chama atenção devido ao seu humor diferenciado, onde se percebe mais críticas do que o simples besteirol aplicadas a obras desse gênero, além de misturar questionamentos sobre a nossa existência, o que o faz ficar bem mais consistente e atrativo. Na abertura já notamos um tom sarcástico ao ouvirmos o narrador nos dizer que o homem não é o ser mais inteligente do planeta, e que o golfinho é o segundo mais inteligente, sendo que este último tentou a todo custo nos informar sobre a destruição da terra e nós interpretávamos isso como tentativas de rebater bolas ou pedir comida, ainda nos deixando a curiosidade de qual seria o ser que estaria em primeiro lugar em termos de inteligência. Assim os golfinhos partem pro espaço antes da destruição da terra, “nadando no ar” numa cena insólita com a lua ao fundo e uma música cujo refrão diz: “Até logo, e obrigado por todos os peixes”, em referência ao quarto livro de Douglas Adams, com o mesmo título. O que cativa, como o que aconteceu comigo, ou espanta os espectadores, como os sussurros de “não entendi nada” na fileira de trás da sala de cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Guia do Mochileiro das Galáxias possui personagens bizarros mas cada um tem sua função específica, não só na diegese como nas entrelinhas da história, os “Vogons” por exemplo, seres grandes, gordos e burocráticos, demonstram claramente uma crítica a situações às vezes aplicadas em nosso cotidiano, funcionando como verdadeiros pesos ou empecilhos ou a figura de “Zaphod Beeblebrox”, o presidente da Galáxia, interpretado com maestria por Sam Rockwell representando o vazio e a inconseqüência de algumas figuras que foram ou ainda são líderes mundiais. Há ainda o “Humma Kavula” (John Malkovich) em pequena aparição mas que marca sua presença, como um misto máquina/homem, ele é um líder religioso de uma seita pra lá de estranha onde podemos também notar uma brincadeira com religiões que surgem até hoje com propostas claramente surreais. Há também o “Marvin”(voz de Alan Rickman) e o “Pensador Profundo”(voz de Helen Mirren), o primeiro é um robô que possui um protótipo de personalidade maníaco-depressiva, e o segundo é um super computador(a sua figura é uma referência à estátua grega do pensador, só que com a cabeça bem maior, tendo assim que ser segurada com as duas mãos) com voz feminina e que nas horas vagas fica assistindo desenhos animados toscos. Verdadeira ironia de outros filmes, onde a máquina por possuir inteligência termina sendo a maior vilã da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas personagens nos atraem para os efeitos especiais do filme (Asylum Models &amp;amp; Effects, Cinesite Ltd., Jim Henson's Creature Shop, Shynola), com um certo ar “retrô”(como as cenas da viagem da nave, onde se transforma em vários objetos ou os monstros do planeta de Humma Kavula) misturado a efeitos mais modernos (a fábrica de planetas), nos remetendo as obras clássicas, como a série de filmes de “Monty Python”(efeitos bizarros), “Guerra nas Estrelas”(a faca laser que faz torradas na cozinha) ou até “2001”(quando a nave fica impossibilitada de ser usada e eles saem numa menor, vagando, desordenadamente pelo espaço). É importante ressaltar que essas características dos efeitos especiais só fazem contribuir para a história, diferentes de outras obras que às vezes se perdem em longas seqüências digitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas mais interessantes é o livro que dá nome ao filme, “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, uma espécie de dicionário digital, onde quase todas perguntas tem respostas. Todas elas são descritas através de animações simples criadas com desenhos em 2D que dão um charme especial, devido ao tom da explicação, totalmente informal, engraçadas e satíricas, além de conter impressa na contracapa em letras garrafais a frase: “Não entre em pânico!”. É importante salientar que a narração do filme (original por Stephen Fry) na versão brasileira é dublada por José Wilker, nota-se que devido à velocidade da narração foi escolhido esse recurso para evitar toneladas de legendas congestionando a tela, recurso que choca no início, mas depois de entendido é assimilado e passa despercebido. Assim a narrativa é feita a partir da narração comum em conjunto com as explicações contidas no Guia, que ajudam a completar a história. Fórmula que dá tão certo que ainda há espaço para paradas e divagações de uma baleia em plena queda livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha sonora tem forte caráter na obra, diferente da fotografia que não remete a interpretações(Standard), ela tem bastante força e ajuda muito na construção e ambientação das cenas. Com músicas variadas a trilha está em todo o filme, desde o tema que nos apresenta o Arthur Dent, com marcas e compassos que nos remetem a um personagem atrapalhado, bobalhão e covarde até as portas da nave que sussurram toda vez que abrem e fecham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que o filme trata de questões filosóficas, como de onde realmente viemos ou qual o verdadeiro sentido da vida é também uma história de amor e transformação. A maior curva dramática está no personagem de Arthur que passa de um homem pacato do interior para um aventureiro hiper-espacial, sendo que o amor que ele sente por Trícia tem forte influencia nessa mudança. Demonstrado com sutileza pelo ator Martin Freeman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma dica, não saia da sala antes do final dos créditos e prestem atenção nas imagens formadas pela nave enquanto viaja pelo espaço. Além dos diálogos sobre o “Restaurante no Fim do Universo”, revelando uma possível continuação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111991970488489050?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111991970488489050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111991970488489050&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111991970488489050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111991970488489050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/06/o-guia-do-mochileiro-das-galxias.html' title='O Guia do Mochileiro das Galáxias'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111961741514595751</id><published>2005-06-24T09:48:00.000-03:00</published><updated>2005-06-24T09:55:42.806-03:00</updated><title type='text'>Site do Núcleo Baiano Contra a Censura</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.censuranao.cjb.net/"&gt;www.censuranao.cjb.net&lt;/a&gt;,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111961741514595751?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111961741514595751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111961741514595751&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111961741514595751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111961741514595751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/06/site-do-ncleo-baiano-contra-censura.html' title='Site do Núcleo Baiano Contra a Censura'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111871148227512265</id><published>2005-06-13T22:02:00.000-03:00</published><updated>2005-06-13T22:19:10.000-03:00</updated><title type='text'>Censura a filme de estudante baiano!!!</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.fbcu.com.br/2005/fotos/competitivavideos/programa5/fim_do_homem_cordial.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Foto de divulgação: O Fim do Homem Cordial&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cineastas pedem demissão de diretor da Dimas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Vítor Rocha, do A Tarde On Line&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em protesto desde o início da manhã desta segunda-feira (13), cerca de 50 manifestantes, em sua maioria profissionais do audiovisual baiano, ocuparam a sede da Diretoria de Artes Visuais e Multimeios (Dimas), nos Barris. Os cineastas e video-makers, representados pela Associação Baiana de Cinema e Vídeo (ABCV), pedem a demissão do diretor da Dimas, Jamison Pedra. Os manifestantes ocuparam o prédio com uma barraca de camping e invadiram a sala da diretoria da Dimas, órgão veiculado à Fundação Cultural, entidade submetida ao Governo do Estado. No meio da manhã, fizeram um panelaço e muita barulho com apitos e tambores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal motivo do pedido de demissão é a proibição imposta pela Dimas à exibição do vídeo “O Fim do Homem Cordial”, de Daniel Lisboa, na Mostra Jovens Realizadores Baianos, que ocorreu nos dias 3, 4 e 5 deste mês, na sala Alexandre Robatto. A ABCV e os organizadores da mostra vão entrar com uma ação judicial contra a Dimas para que o filme seja exibido na mesma sala e o mesmo número de vezes que estava programado na Mostra. "A Dimas violou o artigo 5º da Constituição Federal quando censurou o filme. Vamos entrar com uma ação para que ele seja exibido as mesmas três vezes que seria na mostra", disse o advogado Emerson Cabral, que vai representar a associação e os organizadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ABCV reivindica ainda que o "vídeo proibido da Bahia" – como foi apelidado nos eventos nacionais, a exemplo do Festival de Ceará, ocorrido na semana passada –, entre na programação da TVE e seja exibido antes dos longas metragens na sala Walter da Silveira. "No ano anterior todos os filmes selecionados no Festival 5 Minutos passavam na TVE e na sala Walter. Esse ano, só por causa desse filme, eles não fizeram isso. O tempo da censura já passou", bradou Jorge Alfredo Guimarães, cineasta baiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A associação elaborou uma carta, lida durante o ato público pela manhã e referendada pelos manisfestantes, e começou a coletar assinaturas para um abaixo assinado, que será entregue anexado à carta ao governador Paulo Souto. Durante todo o dia o diretor Jamison Pedra não apareceu na Dimas, mesmo com a cobrança dos manifestantes de dialogar com algum representante do órgão. A ABCV afirma que “as coisas mudaram e o diálogo se encerrou bruscamente”, desde que a Jamison Pedra assumiu a Dimas. “Hoje o cinema da Bahia não se vê representado em seu mais importante órgão dentro do governo”, acrescenta a carta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POLÍCIA – No início da tarde, o fornecimento de energia foi interrompido na Galeria Pierre Verger, que fica na entrada do recinto onde os manifestantes projetavam diversos filmes na parede e acompanhavam tudo sentados. As luzes internas do prédio continuavam acesas. Os manifestantes então tentaram ocupar a sala Alexandre Robatto, mas foram impedidos pela segurança e pelas portas trancadas. Por volta das 14h, sete viaturas da Polícia Militar apareceram em frente ao prédio da Biblioteca Pública e alguns policiais entraram no prédio da Dimas, sem confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a energia cortada, os manifestantes recorreram a uma bateria e um gerador de energia a diesel para que o filme não deixasse de ser exibido. Eles passaram a usar um aparelho de TV de 14 polegadas com o auxílio do aparelho de DVD. O vídeo "O Fim do Homem Cordial" foi apresentado duas vezes, com aplausos e ovações dos manifestantes e de estudantes que se uniram ao grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a terceira exibição ia começar, o tenente-coronel Amâncio desligou os aparelhos sob a alegação de que aquele não era local correto para projeção. Ele afirmou que a solicitação teria partido da diretoria da Dimas e que a sala correta seria a do lado, exatamente a Alexandre Robatto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os manifestantes então pediam que o filme passasse no local adequado, mas ele estava fechado. Por cerca de 40 minutos o policial ficou diante dos equipamentos desligados, impedindo que os manifestantes retomassem a exibição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TENSÃO - Esse foi o momento de maior tensão. Os manifestantes reclamaram e falaram com veemência contra o policial, que se manteve impassível. O Hino Nacional foi cantado, assim como fragmentos da música "Polícia", dos Titãs: "polícia, para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia...". Um dos mais exaltados era o cineasta Edgard Navarro, que tentou a todo custo incitar uma reação do policial. "Eu vou tirar você do sério, coronel. Exu vai incorporar no seu corpo e você vai tirar esse sorrisinho do rosto", bradava Navarro em alto som a poucos centímetros da face do tenente-coronel Amâncio. Já no início da noite e mais calmo, Navarro disse que estava protegido por alguma força mágica e que agiu de maneira delirante e não mediu o perigo da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ânimos só se acalmaram quando, após uma conversa ao telefone celular, o policial permitiu que o filme voltasse a ser apresentado. "A diretoria deu a orientação de que não poderia exibir o filme porque ali (Galeria Pierre Verger) não é sala de projeção. Desligamos o equipamento mas, como ela (a diretoria) não se fez presente, permitimos novamente a exibição". Os vídeos voltaram a ser mostrados ao público e a polícia se manteve do lado de fora da sede do órgão, que fica anexo à Biblioteca Pública, nos Barris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento dos cineastas e vídeo-makers contava claramente com duas gerações diferentes. Uma formada pelos mais experientes, como José Araripe Júnior, presidente da ABCV, e Jorge Alfredo, cineasta, e outra geração mais nova, com Daniel e Diego Lisboa, Ângelo Flávio, ator. Os mais novos se mostravam mais exaltados e aguerridos, enquanto os mais experientes procuravam não exceder os ânimos. Ao longo da tarde, a direção da ABCV, Araripe e Alfredo, se reuniram três vezes com a procuradora chefe da Fundação Cultural, Celeste Maria Sambrano Bezerra. Ela solicitou que a manifestação fosse dissipada, mas Araripe argumentou que não poderia acatar a solicitação, pois estavam fazendo reivindicações e não tinham recebido nenhuma resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem tentou contato com a coordenação da Dimas. Um homem que se identificou como Paulo Roberto, prestador de serviços ao órgão, informou que a interrupção no fornecimento da energia ocorreu por problemas técnicos. "Não foi por causa do filme, mas um problema interno, por causa da própria energia", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a tarde, a Associação Baiana de Cinema e Vídeo (ABCV) entrou em contato com Juca Ferreira, secretário-executivo do Ministério da Cultura, para que o ministro Gilberto Gil intermedeie uma conversa entre uma comitiva de cineastas e o governador, Paulo Souto. A intenção é discutir o assunto e passar as reivindicações do movimento e pedir a cabeça do diretor da Dimas, Jamison Pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor do filme é estudante de Comunicação Social, com habilitação em cinema, da única escola do N/NE.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111871148227512265?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111871148227512265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111871148227512265&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111871148227512265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111871148227512265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/06/censura-filme-de-estudante-baiano.html' title='Censura a filme de estudante baiano!!!'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111824270465799225</id><published>2005-06-08T11:54:00.000-03:00</published><updated>2005-06-13T14:14:29.653-03:00</updated><title type='text'>Embriagado de Amor, de Paul Thomas Anderson</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Análise:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Punch-drunk love - EUA - 2002&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;img src="http://perso.wanadoo.fr/detoursencinema/IMAGES/Punch_drunk_love.jpg"/&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encontro do vermelho com o Azul, rodeado de flashs coloridos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;                                                                               &lt;br /&gt;    “Eu não gosto de mim às vezes”, essa é uma das frases de Barry Egan, protagonista de Embriagado de Amor (Punch-drunk love), de Paul Thomas Anderson. Definido como uma “comédia romântica”, o filme é muito mais que isso, já que traz experimentações estéticas e psicológicas que extrapolam facilmente os limites desse tipo de classificação. A não rotulação seria uma das melhores opções para essa obra, um misto de várias nuanças, humor, drama, suspense e mistério. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O início do filme é uma apresentação do protagonista, em seu mundo, isolado e distante dos outros. Na primeira cena, vemos Barry sentado na mesa de seu escritório, um galpão, de onde tenta dirigir seu negócio, uma loja de desentupidores de pia. Ao mesmo tempo que tenta ganhar milhas aéreas de uma promoção em potes de pudim. A fotografia é marcante e de composição admirável, a parede, em duas cores, emoldura o personagem e o uso da perspectiva através das linhas que dividem as cores reforça nossa atenção, além de criar profundidade. O plano utilizado nessa cena é muito mais aberto do que o necessário, mostrando espaços vazios, denotando a idéia de isolamento em que Barry se encontra.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Durante um período do filme, somente vemos Barry e coisas que ele observa. Ele chega mais cedo que os demais em sua loja, mas não para organizá-la, e sim para descobrir um modo de poder sair daquele lugar, como se ele nunca estivesse satisfeito com o que faz e quisesse ir pra bem longe. Na verdade ele não está satisfeito consigo mesmo, como afirma na frase citada no primeiro parágrafo.  A calmaria do amanhecer é mostrada no filme, Barry aparece em planos abertos, demonstrando claramente o sentido de solidão.  Também observamos como essa calma e solidão podem ser transformadas em tensão e ansiedade, acompanhando acontecimentos através de seu ponto de vista: um grave acidente de automóvel, com o carro capotando várias vezes,  logo após um carro de entrega freando bruscamente e deixando um pequeno piano sobre a calçada sem nenhum endereçamento.  É o mundo de Barry Egan, onde as coisas não tem muitas razões para acontecer, simplesmente acontecem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma ação se repete no filme, a saída de Barry do seu escritório para olhar a rua. Os planos são rodados da mesma maneira, só que com outra iluminação, nos passando a idéia de um sonho, como se a primeira ação não tivesse existido. Mas na verdade é a demonstração da rotina em que Barry se encontra, que logo após é quebrada com a chegada de uma estranha mulher, posteriormente identificada como Lena Leonard(Emily Watson), que será seu “par romântico”. Dessa vez, diferente da primeira cena, a luz vaza pela lente da camera propositadamente, marcando a tela com um facho colorido(flare), que irá se repetir várias vezes durante o filme, a camera a segue como havia seguido Barry até a saída da loja, vemos estilhaços de vidro no asfalto da rua e o piano na calçada, reforçando a posteridade dos acontecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O filme é bastante azulado, sendo que o vermelho é inserido algumas vezes. É como a vida que o personagem leva, triste e solitária(Azul) que é cortada por uma paixão arrebatadora (vermelho). Quando o protagonista passa por fatos que te tocam, a luz vaza na lente da camera manchando a imagem. Isso é bem demarcado no filme, principalmente nos momentos que Barry está com Lena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A montagem do filme mostra momentos calmos justapostos com momentos de ação exacerbada, transferindo o nervosismo do protagonista para os espectadores, como na cena em que ele está olhando o piano calmamente na calçada e passa um caminhão em alta velocidade bastante próximo, o som do caminhão somente é inserido quando ele já está na tela, e não desde a sua aproximação, é como se o protagonista estivesse num transe e não observasse cuidadosamente as coisas ao seu redor, e nós entrássemos e saíssemos juntos com ele nessa “viagem”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A trilha sonora é inserida cuidadosamente quando Barry está mexendo no piano e começa a tocá-lo, a partir daí acompanhará o protagonista até o final do filme, principalmente quando passa por momentos de stress e nervosismo. Ela tem uma função de nos inserir na diegese, já que em alguns momentos incomoda, nos deixando também nervosos e inquietos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Um fato bastante interessante, é que num dado momento do filme, que parecia reservado para os créditos iniciais, aparecem imagens coloridas, como pinturas e fachos de luz. Imagens abstratas e brilhantes, acompanhadas de uma trilha sonora fantasiosa, como se nos dissesse que uma fábula está para começar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Barry é uma pessoa com características estranhas, com tiques e tremedeiras, sua ansiedade nos passa a impressão que está sendo perseguido, sempre se assustando com facilidade. Seu figurino também realça isso, já que ele aparece quase sempre com um paletó(Azul), para estranhamento dos outros personagens, já que no seu trabalho não necessitaria desse tipo de roupa. Ele nos passa uma sensação de sempre estar pronto para algo, mesmo quando não precisa(inseguro, indeciso). Veremos depois que essas características são o resultado de sua criação, dominado por sete irmãs que o zombam desde a infância, ele é um ser atormentado, que não consegue se expressar adequadamente e que perde o controle com facilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Devido a uma dificuldade em se relacionar com outras pessoas, Barry faz uma ligação para um “disque-sexo” e conversa durante um longo período com uma atendente. Esta cena é muito bem filmada em vários planos seqüências, de maneira que acompanhamos sem cortes todo o processo da conversa. Além de um belo trabalho de interpretação de Adam Sandler, que nos passa a impressão de aguardar um verdadeiro encontro no lugar de um encontro virtual, se preparando para a conversa, fechando as persianas, caminhando nervoso de um lado para outro. A movimentação de camera reforça isso, já que várias vezes vemos Barry(Sandler) enquadrado e logo depois esse enquadramento é “corrigido”, mostrando ele sentado com o telefone em uma cadeira e outra cadeira vazia do lado oposto da mesa, trazendo assim o que está fora(talk-girl) para dentro da tela. As irmãs sempre tentam fazer com que alguém se aproxime dele, e é dessa forma que Barry começa a se envolver com Lena, colega de trabalho de Rhonda, uma de suas irmãs. Emily Watson, que está muito bem no papel, sempre com vestidos vermelhos ou em cores quentes, falando pouco e com uma voz suave, demonstrando a timidez e a calma de sua personagem. Assim Lena se transforma numa luz no fim do túnel para Barry, uma esperança onde não havia nada. Quando Barry vai ao seu encontro no Hawaí, surgem elementos que frisam isso, como as roupas vermelhas das atendentes no aeroporto em contraste com as cores azuladas do resto da cena, a lâmpada bastante forte no fim do entroncamento entre o aeroporto e o avião e ele caminhando em slow ao em sua direção, e a luz que se acende na cabine de telefone público quando ele consegue falar com ela, todas essas cenas acompanhadas do refrão "Pela primeira vez na vida/ Eu finalmente senti/ Que alguém precisava de mim" da música "He Needs Me", referência ao filme "Popeye" de Robert Altman e se encaixando perfeitamente no contexto, já que passa a idéia de um amor inocente, puro. É como se tudo se tornasse mágico quando ele estivesse ao lado dela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Se observamos com cuidado nota-se que até a cor gravata de Barry é usada para indicar suas emoções durante o filme, o que pode passar despercebido ou parecer um erro de continuidade se olhado sem a devida atenção. As cores variam entre o vermelho( no início, antes de conhecer Lena, mas já indicando para uma paixão que irá surgir), amarelo(quando está no avião, indicando seu nervosismo, atenção) e branco (Quando encontra Lena no Hawaí, também de Branco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    No momento de encontro entre Barry e Lena há uma ação que aparece duas vezes, é a chegada de Lena. Ela aparece para nós, espectadores, e logo após, aparece novamente, mais de perto, para Barry, reforçando sua chegada. Há uma quebra do clichê de encontros românticos onde os personagens estão isolados, num lugar deserto. Quando eles se encontram, aparecem várias pessoas caminhando de um lado para o outro, entre eles. Existe a beleza da cena (somente observamos as silhuetas das pessoas) mas algo é diferente das cenas usuais de encontros românticos (eles não estão sozinhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O filme é construído a partir de detalhes e como esses detalhes são filmados. É uma obra cinematográfica sobre solitários e apaixonados vistos de muito perto, demonstrando as loucuras de cada um. É um filme do encontro do vermelho com o Azul, rodeado de flashs coloridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                              &lt;br /&gt;Trecho de diálogo do filme:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barry&lt;br /&gt;“Estou olhando seu rosto e tenho vontade de amassá-lo.&lt;br /&gt;Quero amassá-lo com um martelo e esmagá-lo,&lt;br /&gt; você é tão linda”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lena&lt;br /&gt;“Seu rosto é tão lindo...&lt;br /&gt;Quero mastigá-lo, arrancar seus olhos e...&lt;br /&gt;Quero comê-los, mastigá-los e chupá-los”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111824270465799225?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111824270465799225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111824270465799225&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111824270465799225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111824270465799225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/06/embriagado-de-amor-de-paul-thomas.html' title='Embriagado de Amor, de Paul Thomas Anderson'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111686404331499694</id><published>2005-05-23T12:53:00.000-03:00</published><updated>2005-05-24T06:58:46.353-03:00</updated><title type='text'>O baiano Sergio Machado é premiado em Cannes</title><content type='html'>&lt;img src="http://img.terra.com.br/i/2005/05/06/227557-1791-ga.jpg"/&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brasileiro "Cidade Baixa" ganha Prêmio da Juventude&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prêmio da Juventude, concedido por um jurado de jovens, foi atribuído nesta sexta-feira a "Cidade Baixa", filme do baiano Sérgio Machado, apresentado na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard) do Festival de Cannes.Os membros do júri disseram que "se comoveram com a realidade e a autenticidade dos personagens, seus sentimentos e sua progressiva perda de rumo".O Prêmio da Juventude, um dos diversos atribuídos de forma paralela ao Festival de Cannes, é concedido pelo ministério francês da Juventude e dos Esportes. O júri é formado por jovens cinéfilos de várias regiões da França, convidados pelo ministério.&lt;br /&gt;Wagner Moura, Alice Braga e Lázaro Ramos estão nos papéis principais.&lt;br /&gt;A história de "Cidade Baixa" é baseada na vida dos personagens Deco (Ramos), Naldinho (Moura) e Karinna (Alice), responsáveis por um triângulo amoroso que se forma quando a moça, prostituta, pega carona no barco dos dois, rumo a Salvador.&lt;br /&gt;Vivendo entre os bares e as ruelas da Cidade Baixa da capital baiana, os três não conseguem mais se largar, criando uma perigosa tensão entre os dois amigos de infância pela posse dessa mulher -- que não consegue ficar sem nenhum dos dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor do documentário "Onde a Terra Acaba", Sérgio Machado trabalhou como assistente de direção de Walter Salles, que por sua vez é produtor de "Cidade Baixa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como "Cinema, Aspirinas e Urubus" de Marcelo Gomes, segundo filme selecionado na mostra "Um Certo Olhar", "Cidade Baixa" concorreu ao Câmera de Ouro, prêmio do festival destinado a contemplar o primeiro filme de um diretor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte “AFP” e “Reuters”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111686404331499694?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111686404331499694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111686404331499694&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111686404331499694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111686404331499694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/05/o-baiano-sergio-machado-premiado-em.html' title='O baiano Sergio Machado é premiado em Cannes'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111677920833912000</id><published>2005-05-22T13:25:00.000-03:00</published><updated>2005-05-23T12:53:35.783-03:00</updated><title type='text'>X Festival Brasileiro de cinema Universitário</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.fbcu.com.br/2005/mail/logo_01.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã(23/05/05) é a abertura do &lt;strong&gt;X Festival Brasileiro de Cinema Universitário&lt;/strong&gt;, o maior festival do gênero do Brasil, cinco vídeos baianos estão nas mostras competitivas. FTC e Jorge Amado são as duas faculdades representadas pelos alunos. É importante frisar que &lt;strong&gt;qualquer aluno de qualquer faculdade pode participar, não importa o curso&lt;/strong&gt;. O mais interessante é que o festival fornece passagem, hospedagem e alimentação durante a estadia dos estudantes que estão com trabalhos em mostras competitivas .&lt;br /&gt;Estaremos torcendo pelos conterrâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Segue a lista dos vídeos competidores:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NA ESPERANÇA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2005, cor, 4 min. 30 seg.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Doc-drama de um improviso.&lt;br /&gt;Direção, Roteiro, Câmera:Isolda Libório. Edição: Alexandre Guena. Elenco: Keneth Kemp. Escola: FTC - Faculdade de Tecnologia e Ciências. Contato: (71) 32459549 / 91067832, isoldaliborio@yahoo.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O FIM DO HOMEM CORDIAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2004, cor, 3 min.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O grupo rebelde SUB v2.7 seqüestra o principal líder político da Bahia e exige que as imagens dele, em poder do grupo, sejam exibidas no telejornal local .&lt;br /&gt;Direção, Produção, Edição:Daniel Lisboa. Roteiro: Daniel Lisboa e Andrigo de Lazaro. Fotografia, Câmera: Pedro Leo. Arte: Davi Cavalcanti. Elenco: Angelo Flavio e Fernando Neves. Escola: FTC. Contato: dlisboa@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O RANGÚ DU TATU&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2004, cor, 5 min.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Tatu prepara o seu almoço, com uma cozinha, um fogão e ingredientes improvisados.&lt;br /&gt;Direção, Roteiro, Produção, Fotografia, Câmera, Som, Edição, Arte:Diego lisboa. Música Original: Fabrício Jabar. Escola: Faculdades Jorge amado. Contato: Diego Lisboa (71) 33671614 / 88021280, dlisboa@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DOIS MONÓLOGOS DE UM RETARDADO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;2005, cor, 4 min. 30 seg.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um apelo seu - feito por dois eus na medida do impossível, na procura de amiguinhos, do fim da hipocrisia , da falação de bobagens e contra a pseudo-intelectualidade.Culpa sua.&lt;br /&gt;Direção, Roteiro, Fotografia, Câmera, Arte:João Caçapava. Edição, Música Original: Ricardo Bertol. Escola: FTC - Salvador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MANIÇOBA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2003, cor, 9 min. 30 seg.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Documentário filmado na cidade de Cachoeira - recôncavo baiano. Aborda poeticamente a herança cabocla e negra do povo brasileiro, assim como a resistência da maniçoba e sua utilização na culinária nacional&lt;br /&gt;Direção, Câmera:Paulo Hermida. Produção: Graziela Aronovich. Fotografia: Paulo Hermida. Som: Janaina Quetzal. Edição: Bernardo von Flach. Escola: FTC - Cinema e Vídeo . Contato: Graziela Aronovich, Rua Padre Manuel Barbosa, 443, apto. 216, Itaigara - Salvador - Bahia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111677920833912000?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111677920833912000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111677920833912000&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111677920833912000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111677920833912000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/05/x-festival-brasileiro-de-cinema.html' title='X Festival Brasileiro de cinema Universitário'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111530492083658893</id><published>2005-05-05T11:48:00.000-03:00</published><updated>2005-05-08T20:10:43.790-03:00</updated><title type='text'>Prokpoesia</title><content type='html'>&lt;img src="http://images.amazon.com/images/P/B00005JNIV.01.LZZZZZZZ.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Kinsey - O filme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prokpoesia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respostas deixam de vir de conselhos&lt;br /&gt;E o mundo mostra-se não reduzível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações são melhores que palavras&lt;br /&gt;Para compreender a essência da vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza é o melhor caminho.&lt;br /&gt;Decisão vinda da observação&lt;br /&gt;E da procura de soluções&lt;br /&gt;Para dúvidas e incertezas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identificação gerando alívio&lt;br /&gt;E ao mesmo tempo conhecimento&lt;br /&gt;Da não solidão diante das aparências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César Fernando,&lt;br /&gt;05/05/05&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111530492083658893?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111530492083658893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111530492083658893&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111530492083658893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111530492083658893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/05/prokpoesia.html' title='Prokpoesia'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111513323390570457</id><published>2005-05-03T12:11:00.000-03:00</published><updated>2005-06-03T10:22:40.843-03:00</updated><title type='text'>Instante</title><content type='html'>Palavras trazidas com as chuvas de abril&lt;br /&gt;&lt;img src="http://voiceofpower.net/images/sm_BehindTheGareSt.Lazare_Cartier-Bresson.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Behind The Gare St.Lazare - Cartier-Bresson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Instante&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob olhares curiosos&lt;br /&gt;Lábios se encontram&lt;br /&gt;Protegidos pela chuva&lt;br /&gt;vão se conhecendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momento intenso&lt;br /&gt;Sem ressentimentos&lt;br /&gt;Mágico e lúdico&lt;br /&gt;De mútuo descobrimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabelos se embaraçam&lt;br /&gt;Corpos se entrelaçam&lt;br /&gt;Marca dos amantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que embarcam na viagem&lt;br /&gt;Usufruindo a todo custo&lt;br /&gt;A plenitude do momento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César Fernando,&lt;br /&gt;Abril de 2005.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111513323390570457?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111513323390570457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111513323390570457&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111513323390570457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111513323390570457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/05/instante.html' title='Instante'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111485451579841558</id><published>2005-04-30T06:45:00.000-03:00</published><updated>2005-04-30T13:05:41.010-03:00</updated><title type='text'>Assim Vivemos</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.assimvivemos.com.br/img/2003/imghome2/imghome2_r4_c5.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;2º Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; Atenção para quem possui trabalhos audiovisuais sobre Deficiência:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram abertas as inscrições para o Assim Vivemos - 2º Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O evento será realizado de 9 a 21 de agosto de 2005 no Rio de Janeiro e de 6 a 18 de setembro de 2005 em Brasília, no Centro Cultural Banco do Brasil. A data limite para inscrições é 15 de maio de 2005.&lt;br /&gt;A experiência de 2003 nos mostrou que deslocar as discussões sobre pessoas portadoras de deficiências para um ambiente dedicado à cultura estimula o debate e a formação de novos pontos de vista, além de revelar uma produção fecunda e de alta qualidade nos filmes que abordam esses temas.&lt;br /&gt;Serão selecionados filmes e vídeos de todas durações, gêneros e nacionalidades, desde que não tenham caráter institucional. Todas as sessões terão legendagem especial para surdos e dublagem em fone de ouvido para deficientes visuais. Algumas sessões serão seguidas de debates, que contarão com a presença de personalidades, especialistas e realizadores. &lt;br /&gt;Para mais detalhes visite nosso site oficial: &lt;a href="http://www.assimvivemos.com.br"&gt;www.assimvivemos.com.br&lt;/a&gt;, onde você irá encontrar o regulamento do festival e a ficha de inscrição.&lt;br /&gt;Ficaríamos gratos se você pudesse encaminhar esta mensagem para outras pessoas, associações, fundações ou instituições que possam se interessar por este evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cordialmente,&lt;br /&gt;Lara Pozzobon - Produtora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Assim Vivemos - 2º Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência&lt;br /&gt;Lavoro Produções - Lara Pozzobon&lt;br /&gt;Rua São Clemente no 265 sala 203&lt;br /&gt;Botafogo - Rio de Janeiro - Brasil&lt;br /&gt;CEP: 22260-001&lt;br /&gt;Telefone: 21 2527-0367&lt;br /&gt;Tel/Fax: 21 2286-9699&lt;br /&gt;E-mail: festival@assimvivemos.com.br&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.assimvivemos.com.br"&gt;www.assimvivemos.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111485451579841558?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111485451579841558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111485451579841558&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111485451579841558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111485451579841558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/04/assim-vivemos.html' title='Assim Vivemos'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111460977601174525</id><published>2005-04-27T10:45:00.000-03:00</published><updated>2005-05-07T14:39:45.970-03:00</updated><title type='text'>A cor do Silêncio</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.revistaohun.ufba.br/WALTER~1/img002.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Claustro do Convento de São Francisco&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Presciliano Silva &lt;br /&gt;Óleo sobre tela, 60 X 81 cm, 1924&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;"Pelas frestas das portas e janelas pesadas, os raios de luz invadem o interior da igreja de uma forma sutil e educada. Por causa da luminosidade rala, uma parte da sala continua escura, mas brilham os detalhes dourados dos altares barrocos. Os homens da cena são pequeninos ante à atmosfera mística; sentados nos bancos ou caminhando pela área, ora há um religioso contemplando horizontes, ora há um velho mendigo, que espera que, pelo menos junto às portas da casa de Deus, bata um sentimento de caridade dentro dos corações dos homens. Às vezes, não há absolutamente ninguém naqueles interiores e sacristias. Apenas um silêncio maciço; Presciliano, escondido atrás dos cavaletes; e nas telas, as imagens imóveis dos santos. E os santos só podem ser vistos de forma nítida quando o observador se afasta do quadro, por uma mistura de respeito ao sagrado e milagre de tintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora seja clichê, não dá para evitar: é mesmo inútil tentar descrever, com palavras, as cenas monásticas pintadas por Presciliano Silva. Aqui, não se fala com a seca linguagem crítica, mas com o devaneio de sensações que uma obra de arte desperta. É preciso ver de perto aquelas pinturas de interiores, sentir o resquício do cheiro de tinta óleo, afastar-se da tela, para só então entender que suas imagens de igrejas, mosteiros, conventos e sacristias são a metáfora mais perfeita para a clausura melancólica da alma humana. Com seus ouvidos surdos, Presciliano foi capaz de transformar em cor todas as notas de silêncio que ecoavam de harpas metafísicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que bela ironia: o menino travesso que tanto irritou os frades com suas endiabradas caricaturas feitas à carvão mais tarde pintaria todo o mistério presente nos ambientes monásticos da Bahia. Foi na pintura desses interiores que Presciliano encontrou a essência de sua arte, e avançou em relação aos outros pintores baianos da época. Através da observação de espaços sacros, surgiram telas belíssimas, pintadas com o olhar pós-impressionista, como Altar do Santíssimo, Genuflexório (1928), Abstração (1939), Interior (1943), Entrada do Claustro de São Francisco (1927), Capela do Santíssimo Sacramento da Antiga Sé, dentre muitas outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Na pintura de interiores, seu trabalho se destaca muito. É importante observar como Presciliano trabalha bem com o claro-escuro nessas obras", explica Sylvia Athaide. Católico e freqüentador de missas, Presciliano mostrou, pela primeira vez, um interior sacro em sua tela Oração da tarde, inspirada numa cena do Convento de Nossa Senhora do Carmo da Bahia. "Com esta tela de profunda reflexão da tragédia do ser e de sua fuga mística, Presciliano abre um novo capítulo desconhecido na pintura brasileira, e, nem saberíamos responder a qual outra se compara no mundo", diz o crítico Clarival do Prado Valladares, no livro Presciliano Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de Oração da tarde, a temática religiosa se tornaria constante, com curiosa repetição de duas figuras humanas em várias de suas telas: um velho e um frade. Valladares tentou interpretar o porquê da repetição: "O frade seria o ego refletindo, equipado de razões lógicas para aceitar a surdez, pois com a vista ainda alcança através das vidraças, a paisagem, o dia de sol, como ele vê em Abstração. O velho seria o ego desesperançado, aceitando o conselho do frade, ou a esmola da atenção, ou sozinho, como em Última porta, com o guarda-chuva e o chapéu sentados no mesmo banco. Quando Presciliano disse, numa entrevista, que não se incomodava com a surdez, porque lhe ajudava a se concentrar melhor para a pintura, gracejando, ele apontava sua vereda de fuga".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A surdez de Presciliano foi mesmo um mistério. Não há como saber, bem ao certo, como e quanto ela pode ter interferido na sua pintura. O fato é que, passado o susto na França, o artista sempre lidou muito bem com a deficiência. "Dizia que preferia ser surdo a ouvir certas besteiras", lembra Maria de Nazareth Seixas, que conheceu Presciliano. Mesmo quando começou a usar aparelho auditivo, ele o desligava em homenagens e discursos longos, e nos momentos mais propícios. "Discretamente, colocava a mão no bolso e apertava o botãozinho do aparelho, quando estava enfadado da conversa", diz Optaciano Oliveira Filho, seu amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traquinagens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por conta da surdez, ou por conta do seu jeito tranqüilo, Presciliano não fazia questão de se isolar do mundo quando pintava. Ele não sentia aquela necessidade de silêncio sepulcral, de concentração atormentada, como costuma acontecer no processo de criação de tantos artistas. "Muitas vezes, entrávamos no ateliê para dançar. Ele se divertia muito com isso", lembra Mercedes Cunha. "Brincávamos de picula na parte mais alta da casa", lembra a filha Maria. Por conta do corre-corre, Presciliano só ouvia os passinhos de criança no andar de cima, e assistia à chuva de pó caindo do teto do ateliê. "Ele não brigava. Só ficava preocupado com as nossas traquinagens".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupar-se, ele até se preocupava. Mas era a esposa Alice Moniz quem de fato mandava na casa. Alice era filha de Gonçalo Moniz, professor da Faculdade de Medicina. Eles se casaram em 1934, depois de um namoro de vizinhança. "Cada um ficava na janela de sua casa, tentando falar por gestos, lá na Rua do Bângala", lembra a simpática senhora Maria José Góes Couto, que, àquela época, era uma menina. Depois de se casar, Presciliano e Alice tiveram Maria, a única filha. A família era sustentada com o orçamento das aulas de desenho na Escola Técnica e na Escola de Belas Artes, onde começou a ensinar em 1928. Também ganhava algum dinheiro com encomendas e vendas de quadros. E sua arte surgia sem maiores mistérios, misturada com as confusões do dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da aparente simplicidade com que Presciliano lidava com a pintura, as etapas de criação eram realizadas com uma técnica bem cuidadosa. Primeiro, ele entrava no ateliê, com suas roupas leves e alpercatas franciscanas. Pegava a tela de linho, e esticava no cavalete. Depois, passava uma camada de gesso e cola no pano, para que a superfície se tornasse adequada para a pintura. Muitas vezes, antes de pintar na tela, Presciliano fazia vários estudos e rascunhos em papéis à parte. E quadriculava o desenho, para que, na hora de redesenhar no quadro central, as proporções fossem obedecidas. E, enfim, desenhava com carvão na tela. Quando errava, apagava com miolo de pão não dormido. Depois, vinha o spray fixador, que ficava por uns dois dias no quadro. Somente quando o spray secava, surgiam as camadas de pintura. Depois, mais fixador, e só por fim vinha o verniz. Pronto, estava terminado. Não havia uma mancha sequer de tinta nas mãos nem nos dedos de Presciliano. E, na tela, não ficava mais nenhum sinal do primeiro desenho. Mas ele sempre estava lá. Escondidos embaixo de toda pintura, havia os desenhos em carvão, a alma de todo o quadro, feita do mesmo traço escuro com que Presciliano tanto riscara calçadas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto de Luciana Barreto publicada em 09 de agosto de 2004 no Correio da Bahia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111460977601174525?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111460977601174525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111460977601174525&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111460977601174525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111460977601174525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/04/cor-do-silncio.html' title='A cor do Silêncio'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111392248249912064</id><published>2005-04-19T11:53:00.000-03:00</published><updated>2005-05-07T14:41:11.966-03:00</updated><title type='text'>Presciliano Silva</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.bolsadearte.com/biografias/presciliano_silva.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Auto-retrato&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Presciliano Silva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Esse desenho foi minha primeira referência desse pintor, que a cada dia me encanta mais. O encontrei meio que por acaso, por influência de meu pai, que é muito amigo de sua única filha, Maria da Conceição Silva. Tudo indica que vai ser meu objeto de estudo a partir do mês que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SILVA, Presciliano&lt;br /&gt;(1883, Salvador, BA - 1965, Rio de Janeiro, RJ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudou na Escola de Belas Artes da Bahia, sob a orientação de Manoel Lopes Rodrigues. Com bolsa de estudos, seguiu para Paris, onde freqüentou a Academia Julian de 1905 a 1907, tendo sido aluno de Jules Lefèbvre, Tony-Robert Fleury e Adolphe Déchenaud. Retornou à Europa posteriormente, com passagens pela França e a Bélgica (1912-1913). Foi professor de desenho da Escola Técnica de Salvador, e professor de pintura da Escola de Belas Artes da Universidade da Bahia. Participou várias vezes do Salão Nacional de Belas Artes, no qual conquistou medalha de ouro em 1940 e medalha de honra em 1947. Apresentou individuais em Salvador, Rio de Janeiro e Recife. A seu respeito, escreveu Dom Clemente da Silva Nigra: "A obra de Presciliano permanece, cabendo-lhe uma posição ímpar, ao que tudo indica, na pintura universal, como a mais significativa interpretação pictórica do interior arquitetural religioso do século XVIII remanescente em nosso país."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências: Impressões de arte (1921), de Carlos Rubens; Contemporâneos: pintores e escultores (Benedicto de Souza, 1929), de Gonzaga Duque; Presciliano Silva: um estudo biográfico e crítico (1974) e Nordeste histórico e monumental (Odebrecht, v. 1 e 4, 1982 e 1991), de Clarival do Prado Valladares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.correiodabahia.com.br/2003/05/31/img/foba3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Oração da tarde,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Presciliano Silva.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs. No museu Carlos Costa Pinto(Corredor da Vitória- Salvador-BA) podem ser encontradas algumas de suas obras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111392248249912064?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111392248249912064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111392248249912064&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111392248249912064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111392248249912064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/04/presciliano-silva.html' title='Presciliano Silva'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111235436082289108</id><published>2005-04-01T08:19:00.000-03:00</published><updated>2005-05-07T14:41:52.010-03:00</updated><title type='text'>"A última porta"</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.museucostapinto.com.br/images/pintura/prescilianosilva_01.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A última porta,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;P.S.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou extasiado com esse pintor, autor, mágico... Simplesmente isso.&lt;br /&gt;Depois conto quem é!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111235436082289108?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111235436082289108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111235436082289108&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111235436082289108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111235436082289108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/04/ltima-porta.html' title='&quot;A última porta&quot;'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-111158352094508537</id><published>2005-03-23T10:09:00.000-03:00</published><updated>2005-03-23T10:16:00.113-03:00</updated><title type='text'>Dunas</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.carrapateira.info/img/groteduinencarrapateira.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Pra não passar o mês de março em branco vai um poema de my dad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dunas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mês de março em Salvador&lt;br /&gt;O verão está no fim&lt;br /&gt;Todo o mato está em flor&lt;br /&gt;E eu me sinto num jardim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sair do Abaeté&lt;br /&gt;Rumo à Praia do Flamengo&lt;br /&gt;Não de carro mas a pé&lt;br /&gt;Pelas duna, mato a dentro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de ver belezas tais&lt;br /&gt;Que mal dá pra descrever&lt;br /&gt;Tem orquídeas, gravatás&lt;br /&gt;Água limpa de beber&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cavalinhas e teiús&lt;br /&gt;Borboletas e bosouros&lt;br /&gt;Tem lagartos verdazuis&lt;br /&gt;E raposas cor de ouro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem falar nos passarinhos&lt;br /&gt;Centopeias e lacraus&lt;br /&gt;Nas jibóias e nos ninhos&lt;br /&gt;De urubus e bacuraus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo orquídeas cor de rosas&lt;br /&gt;Entre flores amarelas&lt;br /&gt;Dançam cores. Vão-se as horas&lt;br /&gt;Entre manchas de aquarelas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desce a tarde. Vem na brisa&lt;br /&gt;Um cheirinho de alecrim&lt;br /&gt;Canta um grilo. Sinto a vida&lt;br /&gt;Tudo está dentro de mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando de Oliveira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-111158352094508537?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/111158352094508537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=111158352094508537&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111158352094508537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/111158352094508537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/03/dunas.html' title='Dunas'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110907900506882534</id><published>2005-02-22T10:27:00.000-03:00</published><updated>2005-02-22T10:53:59.116-03:00</updated><title type='text'>Rompendo a normose</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.chambrenoire.com/021/rapa_nui/img/001.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rapa-nui&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto-me inerte&lt;br /&gt;Como um Rapa-nui&lt;br /&gt;Vendo o mundo do alto&lt;br /&gt;Mas não podendo mover-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amarras virtuais prendem minha imaginação&lt;br /&gt;Que não podia voar&lt;br /&gt;Pois haviam cortado suas asas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flash backs clareiam a escuridão&lt;br /&gt;Parece surgir uma luz no fim do túnel&lt;br /&gt;É a vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela chama-me&lt;br /&gt;Grita-me loucamente&lt;br /&gt;E dá-me sua mão&lt;br /&gt;Mostrando-se bela e reluzente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num impulso liberto-me e choro&lt;br /&gt;Agradecendo imensamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;César Fernando&lt;br /&gt;(Primeira versão em 02/04/99)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110907900506882534?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110907900506882534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110907900506882534&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110907900506882534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110907900506882534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/02/rompendo-normose.html' title='Rompendo a normose'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110794474779531041</id><published>2005-02-09T08:24:00.000-02:00</published><updated>2005-02-09T09:06:51.510-02:00</updated><title type='text'>O primeiro Scorsese</title><content type='html'>&lt;img src="http://scorsese.free.fr/affiche.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estava trabalhando na transmissão do carnaval pela manhã e não sou um “folião assíduo”, usei o tempo livre pra fazer uma das coisas que mais gosto: assistir filmes. Antes de ser estudante de Cinema sou cinéfilo declarado, dessa forma de vez em quando acabamos encontrando obras preciosas, se elas são lapidadas ou não, aí já é outra história. &lt;br /&gt;A lista de filmes no Cinema não estava tão sedutora assim, dessa forma resolvi apelar para locação, foi aí que me deparei com o não esperado e ao mesmo tempo tão interessante “Who's That Knocking at My Door?”(1968, P&amp;B), que poderia ter se chamado “Bring on the Dancing Girls”ou “I call first”, durante os cinco anos que demorou para ser concluído. Martin Scorsese, então regresso do curso de cinema da New York University lançava seu primeiro longa, que chamou a atenção primeiro de um professor(quando ainda era trabalho de conclusão de curso) que depois ajudou na produção e posteriormente da crítica em Chicago.&lt;br /&gt;O filme tem um frescor em sua forma ao mesmo tempo uma forte carga emocional, Scorsese escreveu no livro “Scorsese on Scorsese” que aprendeu a dirigir filmes estudando sistematicamente o ofício na universidade, e não pela prática nos sets de filmagem, como ocorreu com grande parte de seus colegas de profissão. Encontramos várias referências ao Cinema anterior a ele, como a montagem de atrações de Eisenstein ou o “jump cut” criado por Godard. &lt;br /&gt;Nota-se a precariedade da produção em alguns momentos, como as locações simples(foram usadas as casas da avó de Scorsese e de alguns colaboradores do filme, além do clube que frequentavam durante a universidade para não precisar pagar aluguel de bares) e poucas cenas externas (devido a dificuldade em parar transito e pedestres que não davam credibilidade à equipe que iniciava carreira), mesmo assim já conseguimos perceber a marca do diretor, com enquadramentos e movimentos de camera ousados além do uso de temas provocativos, como a violência e o submundo dos Estados Unidos, dessa forma ele conseguiu combinar técnica e emoção com forte impacto visual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.subcin.com/knocking.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.scorsese.stopklatka.pl/knockinlogo.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110794474779531041?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110794474779531041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110794474779531041&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110794474779531041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110794474779531041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/02/o-primeiro-scorsese.html' title='O primeiro Scorsese'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110752391431364873</id><published>2005-02-04T11:30:00.000-02:00</published><updated>2005-05-07T14:43:25.050-03:00</updated><title type='text'>Retrofoguetes no TCA</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.monstrodiscos.com.br/imagens/artistas/aretrofoguetes.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foto by Nancyta&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 27 do mês passado teve show dos &lt;strong&gt;Retrofoguetes&lt;/strong&gt;, último dia do XIII Festival de música instrumental aqui de Salvador e lotou a sala do TCA. Mas a polêmica das palavras do Zeca Freitas, um dos curadores do festival, terminou causando “frisson” após terminado o espetáculo.&lt;br /&gt;Zeca, o qual já dediquei algumas linhas desse Blog é músico renomado e talento reconhecido, mas foi infeliz num comentário que fez antes da entrada da banda, que é considerada uma das mais importantes que navegam pela surf music no país. Foi uma tentativa de explicação do porque deles não participarem do Festival no ano passado, mas acabou tornando uma “complicação” o que ele verbalizou.&lt;br /&gt;Imaginem vocês, no lugar de um dos três integrantes da banda, Rex (bateria) , Morotó(Guitarra) e CH(baixo ), atrás das pomposas cortinas do Teatro Castro Alves esperando ansiosamente pelo momento do show e um dos apresentadores do Festival informando que eles haviam ficados de fora no ano anterior por “falta de harmonia em suas músicas”, logo após explicou que foi um preconceito de sua parte e que depois os ouvindo com mais calma corrigiu isso inserindo os mesmos esse ano na lista dos músicos.&lt;br /&gt;Foi, no mínimo, constrangedor encontrar depois os integrantes da banda no foyer do teatro e ouvir dos mesmos que ficaram desapontados com o comentário, que em vez de incentivá-los num momento crítico, só fez deixa-los mais nervosos. Não sou músico, nem crítico musical, mais acredito no bom senso e ainda acho que esse deve imperar em situações como essa. Ficou feio para Zeca, ter chamado os “Fabulosos Retrofoguetes” e depois parecer se desculpar por sua escolha.&lt;br /&gt;Retrofoguetes é a formação pós “The Dead Billies”(Uma das bandas de rock mais cultuadas da Bahia), sem vocal, o som é prioritariamente instrumental, com influencias do psychobilly, Flash Gordon, Galaxy Rangers, música tradicional mexicana, HQ, boleros, Robô Gigante, rockabilly, Isaac Asimov e Perry Rhodan. Estão com o primeiro CD à venda pela &lt;a href="http://www.monstrodiscos.com.br"&gt;Monstro discos&lt;/a&gt;, com produção de André T. e Nancyta. Após o show do TCA poucos exemplares restaram no balcão do foyer, e ouvi comentários dos vendedores que aquela havia sido uma das melhores noites.&lt;br /&gt;O show foi maravilhoso, iluminação e som impecáveis, pena que o tempo foi curto, tocaram as músicas do disco recém lançado. Não é como as quase três horas que costumam fazer em seus shows ordinários, com Set lists de fazer inveja, pelo tamanho e qualidade, incluindo até o hino do Senhor do Bonfim. Mas ouvir os Retrofoguetes no TCA teve um gostinho especial...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.monstrodiscos.com.br/loja/images/retro.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Capa do CD: &lt;strong&gt;Ativar Retrofoguetes!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://photos1.blogger.com/img/133/2395/400/Set_Retrofoguetes_Tapioca.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Set list de um dos shows dos Retros com &lt;strong&gt;38 músicas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110752391431364873?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110752391431364873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110752391431364873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110752391431364873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110752391431364873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/02/retrofoguetes-no-tca_110752391431364873.html' title='Retrofoguetes no TCA'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110650062102764696</id><published>2005-01-23T16:14:00.000-02:00</published><updated>2005-05-07T14:44:14.796-03:00</updated><title type='text'>1mg</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.museumofhoaxes.com/tests/images/thumbs/iceberg.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1mg&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1mg to less&lt;br /&gt;Does not know how much this matters,&lt;br /&gt;And supports!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Little That,&lt;br /&gt;To the times it is very much&lt;br /&gt;When it deals with emotions&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lowermost parcels,&lt;br /&gt;Routine,&lt;br /&gt;Of 1 mg...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César Fernando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110650062102764696?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110650062102764696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110650062102764696&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110650062102764696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110650062102764696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/01/1mg.html' title='1mg'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110650040579909987</id><published>2005-01-23T16:05:00.000-02:00</published><updated>2005-05-07T14:45:02.060-03:00</updated><title type='text'>V.U</title><content type='html'>&lt;img src="http://smironne.free.fr/NICO/IMAGES/vu1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V.U&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordes rompem o silencio&lt;br /&gt;E vão inundando seu corpo.&lt;br /&gt;Por alguns minutos&lt;br /&gt;A separa de mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música a carrega&lt;br /&gt;E se encontram&lt;br /&gt;Bem longe&lt;br /&gt;Onde se conheceram&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estava lá&lt;br /&gt;Estou ao seu lado&lt;br /&gt;Mas estamos distantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In a Sunday Morning&lt;br /&gt;The Femme Fatale&lt;br /&gt;Wíll be your mirror&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César Fernando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110650040579909987?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110650040579909987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110650040579909987&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110650040579909987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110650040579909987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/01/vu.html' title='V.U'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110579087053169567</id><published>2005-01-15T10:05:00.000-02:00</published><updated>2005-01-15T10:48:10.530-02:00</updated><title type='text'>Sonho e carne</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.vidaslusofonas.pt/perodacov6.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonho e carne&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idílios temporais&lt;br /&gt;Cascatas de pensamentos&lt;br /&gt;Juntos no mesmo cais&lt;br /&gt;Do terreno das emoções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mar vermelho &lt;br /&gt;Brotam corpos ardentes&lt;br /&gt;E a vida carnal &lt;br /&gt;Clama fortes paixões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Céu e terra&lt;br /&gt;Confronto natural&lt;br /&gt;Precisa ser repensado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uni-vos!&lt;br /&gt;Através do paradoxo&lt;br /&gt;Tudo pode ser desvendado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110579087053169567?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110579087053169567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110579087053169567&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110579087053169567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110579087053169567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/01/sonho-e-carne.html' title='Sonho e carne'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110532263798910561</id><published>2005-01-09T23:51:00.000-02:00</published><updated>2005-02-22T12:47:25.993-03:00</updated><title type='text'>Zeca, Fernando e David Lynch</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.correiodabahia.com.br/2004/12/21/img/foba1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Zeca freitas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro post do ano, uma homenagem...&lt;br /&gt;Podem dizer que sou filho coruja, mas simplesmente sou super fã de meu pai(Fernando de Oliveira) em termos de poesia. Um grande maestro aqui de Salvador lançou seu primeiro disco em 30 anos de carreira e meu pai participa do mesmo com algumas letras. Tem duas, que são verdadeiras homenagens ao Cinema, ou melhor, à David Lynch: “Veludo Azul” e “Cidade dos Sonhos”. O título do disco é “Zeca Freitas”, nome do maestro, que tenta resumir em 13 músicas toda sua carreira, claro que é pouco pra muito talento.&lt;br /&gt;Zeca é do Rio de Janeiro, e na década de 70 largou a medicina pra fazer música. Procurou uma escola no Brasil e acabou encontrando a escola de Música da UFBA, onde se formou. Depois, passou um período nos Estados Unidos e voltou ao Rio de Janeiro, mas terminou fincando as raízes em Salvador. Foi se envolvendo com música instrumental, desde então trabalha como saxofonista, pianista, compositor, arranjador e produtor.&lt;br /&gt;Espero muitos discos do grande Zeca, e melhor ainda se a parceria com o velho continue por bastante tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.collegeem.qc.ca/culture/cineclub/photo/blue.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;"Veludo Azul"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero mais pensar mais nesse amor&lt;br /&gt;prefiro ouvir a voz do coração&lt;br /&gt;se o sentimento terminou&lt;br /&gt;porque lembrar me traz tanta emoção &lt;br /&gt;Não posso compreender&lt;br /&gt;porque tanto querer&lt;br /&gt;não pôde resistir &lt;br /&gt;à vida, que levou&lt;br /&gt;os sonhos e afastou&lt;br /&gt;por fim você de mim,&lt;br /&gt;mas nunca nos deixou&lt;br /&gt;acreditar no fim&lt;br /&gt;qual foi a ilusão:&lt;br /&gt;o amor ou seu final?&lt;br /&gt;eu não sei&lt;br /&gt;Foi tanta dor lesando o prazer&lt;br /&gt;e tantas brigas gelando a paixão...&lt;br /&gt;um grande amor lutando pra ser&lt;br /&gt;maior que a mágoa em nosso coração&lt;br /&gt;Pena que foi pouco tanto amor&lt;br /&gt;pra vencer a dor&lt;br /&gt;a enorme solidão de cada um.&lt;br /&gt;só gente feito eu&lt;br /&gt;talvez como você&lt;br /&gt;é louca pra sonhar&lt;br /&gt;o amor como Veludo Azul&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright by Fernando de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.artechock.de/film/image/kritik/m/mudriv.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;"Cidade dos Sonhos" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chego a cidade dos sonhos&lt;br /&gt;andando na mata, esquecida de mim&lt;br /&gt;não sei mais quem sou, de onde vim,&lt;br /&gt;que faço, aonde vou, a noite passou&lt;br /&gt;e o dia não vem, quem chama por mim,&lt;br /&gt;onde estou? Ah...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durmo em jardins perfumados,&lt;br /&gt;Acordo sou outra que gosta de mim&lt;br /&gt;quem falou? Que cheiro ela tem,&lt;br /&gt;Quem lhe disse onde estou? Ah...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Busco a mulher esquecida na casa que sou&lt;br /&gt;pois tudo sou eu,&lt;br /&gt;tudo sou, o corpo estendido na cama foi meu&lt;br /&gt;esse grito abafado, que arranco das trevas,&lt;br /&gt;eternas de mim, ninguém vai ouvir&lt;br /&gt;pois a dor não dá pra dividir,&lt;br /&gt;só dá pra sentir. Ah...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chego à cidade dos sonhos:&lt;br /&gt;Olinda , Recife, talvez  Salvador&lt;br /&gt;bem que eu sei&lt;br /&gt;quem sou, de onde vim,&lt;br /&gt;o quanto passou, que resto ficou&lt;br /&gt;e a soma final, o ser que hoje sou.&lt;br /&gt;mas que ser?!&lt;br /&gt;Despedaçada boneca na guerra total&lt;br /&gt;em que tornaram a vida do homem civil.&lt;br /&gt;Mas convenhamos que agora, aprendi afinal&lt;br /&gt;que posso ser isso tudo e ser eu no final. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright by Fernando de Oliveira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110532263798910561?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110532263798910561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110532263798910561&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110532263798910561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110532263798910561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2005/01/zeca-fernando-e-david-lynch.html' title='Zeca, Fernando e David Lynch'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110430885341333781</id><published>2004-12-29T06:25:00.000-02:00</published><updated>2004-12-29T06:57:26.783-02:00</updated><title type='text'>Andrew Bird's e Galway Kinnell</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.npr.org/programs/asc/archives/asc02/images/andrewbird.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;"Oh! The Grandeur."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma música chamada “Wait” do disco “Oh! The Grandeur” do Andrew Bird’s Bowl of Fire, tem me tocado bastante e fui pesquisar sobre a mesma. Descobri que na verdade se trata de um poema musicado, o autor se chama Galway Kinnell. Poeta norte-americano contemporâneo, nascido em 1927, em Providence. Ganhou o prêmio "Pulitzer" em 1982 com seus "Poemas selecionados". Hoje ele ensina na Universidade de Nova York. Tô pesquisando agora sobre seus outros trabalhos, aí embaixo está a letra de “Wait:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wait.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wait, don't go too early&lt;br /&gt;you're tired but everyone's tired&lt;br /&gt;but no one is tired enough&lt;br /&gt;only wait a while and listen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;music of hair&lt;br /&gt;music of pain&lt;br /&gt;music of looms weaving all our loves again&lt;br /&gt;be there to hear it&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hair will become interesting&lt;br /&gt;pain will become interesting&lt;br /&gt;second-hand gloves&lt;br /&gt;will become lovely again&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;wait&lt;br /&gt;wait for now&lt;br /&gt;distrust everything if you have&lt;br /&gt;to&lt;br /&gt;but trust the hours&lt;br /&gt;haven't they carried you everywhere up to now&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.csmonitor.com/atcsmonitor/specials/poetry/graphics/102501kinnell.jpg " /&gt;&lt;br /&gt;Galway Kinnell&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110430885341333781?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110430885341333781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110430885341333781&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110430885341333781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110430885341333781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/12/andrew-birds-e-galway-kinnell.html' title='Andrew Bird&apos;s e Galway Kinnell'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110430872499961747</id><published>2004-12-29T06:24:00.000-02:00</published><updated>2004-12-29T06:39:33.713-02:00</updated><title type='text'>Auto análise</title><content type='html'>&lt;img src="http://mx.geocities.com/illoton/ilust/pelea.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último semestre de 2003 em conjunto com o primeiro semestre de 2004, completam um ano de transformações em minha vida. Parece que passei por um "inferno astral". Foram vários percalços e problemas pessoais, existenciais, mentais... Foi tanta coisa ao mesmo tempo que surtei, literalmente. É certo que conhecí pessoas maravilhosas nesse período, fiz novos amigos, que me fizeram refletir bastante e até mudar rumos, definir outros caminhos. Aprendi mais do que nunca que a vida está viva, e não é uma linha demarcada e pronta para ser percorrida. Hoje estou feliz, e muito! Mas ficaram algumas marcas desse período de profundas transformações, como esse texto aí embaixo que encontrei escavando pastas no computador: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autofagia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei ao fundo do poço! &lt;br /&gt;Frio e doloroso, quase desumano &lt;br /&gt;solitário e melancólico, &lt;br /&gt;onde só houve uma saída &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transformação? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes parece que esse tempo não é meu &lt;br /&gt;como se não pudesse mais morrer de amor... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tive berço de ouro &lt;br /&gt;herdei coração de pérola &lt;br /&gt;mas vivo no tempo errado &lt;br /&gt;onde se invertem emoções &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merecemos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes parece que esse tempo não é meu &lt;br /&gt;às vezes parece que ele me engole! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11/11/2003 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que venha 2005!!! &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110430872499961747?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110430872499961747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110430872499961747&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110430872499961747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110430872499961747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/12/auto-anlise_29.html' title='Auto análise'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110302696935967804</id><published>2004-12-14T10:22:00.000-02:00</published><updated>2004-12-14T10:35:58.813-02:00</updated><title type='text'>Última gota</title><content type='html'>&lt;img src="http://mx.geocities.com/illoton/ilust/gota.jpg" /&gt;" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Última gota  &lt;br /&gt;(Memória d’alma que acalenta com carinho o coração )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última gota cai&lt;br /&gt;Levando consigo momentos passados&lt;br /&gt;Que nas lembranças &lt;br /&gt;Sempre ficam registrados &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontro de corpos&lt;br /&gt;Que marcam profundamente&lt;br /&gt;Por não ser somente carne&lt;br /&gt;O que rege o ser humano &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudade da companhia&lt;br /&gt;Do cafuné demorado&lt;br /&gt;Com abraço apertado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gota leva o cheiro&lt;br /&gt;E deixa o rastro &lt;br /&gt;Da última viagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        Cesar Fernando,25/08/2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110302696935967804?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110302696935967804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110302696935967804&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110302696935967804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110302696935967804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/12/ltima-gota.html' title='Última gota'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110276263003167559</id><published>2004-12-11T08:56:00.000-02:00</published><updated>2004-12-11T08:57:10.030-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://www.cinecitta.de/programm/pic/cinema.jpg" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110276263003167559?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110276263003167559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110276263003167559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/12/blog-post_11.html' title=''/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110276255103812420</id><published>2004-12-11T08:19:00.000-02:00</published><updated>2004-12-11T09:04:11.846-02:00</updated><title type='text'>"Pena"</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.xtec.es/~jducros/Walter%20Benjamin.gif" /&gt;&lt;br /&gt;Walter benjamin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arte x Mercado, velho embate que se passa na “cuca” de todo artista que se preze. Captado e exposto com sensibilidade e objetividade pelos olhos de uma talentosa escritora e amiga distante, Maíra viana, essa garota vai longe! Ainda quero drigir um roteiro seu! Não resisti e publiquei o último poema de seu blog: “Pena”. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;             Pena &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O palhaço pena quando cai o pano &lt;br /&gt;Sorriso em ingressos, folia em números &lt;br /&gt;Talento transformado em cédulas &lt;br /&gt;Célula morta em decomposição &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trovador pena quando cai o pano &lt;br /&gt;Acordes em oferta, cordel em promoção &lt;br /&gt;Talento metamorfoseado em quilates &lt;br /&gt;Música rara em liquidação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta pena quando cai o pano &lt;br /&gt;Verso em tiragem, rima em porcentagem &lt;br /&gt;Talento provado em papel-moeda &lt;br /&gt;Poesia tarifada em cifrão &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artista pena quando cai o pano &lt;br /&gt;Museu em obras, obra em leilão &lt;br /&gt;Talento expresso em código de barra &lt;br /&gt;A matemática da arte em papel de pão" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                      Maíra Viana &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.vergonhadope.blogger.com.br&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110276255103812420?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110276255103812420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110276255103812420&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110276255103812420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110276255103812420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/12/pena.html' title='&quot;Pena&quot;'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110208749228337853</id><published>2004-12-03T13:21:00.000-02:00</published><updated>2004-12-03T14:06:57.940-02:00</updated><title type='text'>"Sonhos entrecortados"</title><content type='html'>&lt;img src="http://cesarfernando.flogbrasil.terra.com.br/1102093551.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;"Sonhos entrecortados"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou da idéia de criar uma estória que se passasse num momento que a comunicação entre os seres humanos fossem mais virtuais do que pessoais(olha que isso não está tão distante). Foi o que terminou gerando o roteiro “Reunião” e seu respectivo storyboard fotográfico(algumas fotos podem ser vistas no Flog: cesarfernando.flogbrasil.terra.com.br). “Reunião” trata-se de uma pequena fábula familiar, onde temos o encontro de uma mãe e seus dois filhos para contar que o pai deles está doente, sendo que esse encontro é através de uma videoconferência numa imaginária sala de reunião da casa, já que os filhos estão em outra cidade. Essa sala é escura e possui monitores onde aparecem os filhos com quem a mãe deseja falar. &lt;br /&gt;Daí começaram-se os testes de como faríamos as imagens, pensamos em fazer com composições, usando efeitos digitais, mas isso seria perigoso, já que o material poderia ficar meio “fake”, sem vida. Dessa forma começamos a fazer de forma mecânica, trabalhando com elementos não virtuais. O material ficou interessante e disso está resultando um novo projeto( é curioso como uma coisa termina gerando outra), chamado “Sonhos entrecortados”, onde as imagens que testávamos se tornaram protagonistas de um vídeo abstrato, como se fossem trechos de sonhos. Nas fotos acima vocês tem a mostra de alguns frames do vídeo.&lt;br /&gt;Abaixo segue um trecho do roteiro “Reunião”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INT.CASA DOS FERREIRAS. SALA DE REUNIÃO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CLARA&lt;br /&gt;Porque você não tenta convencê-lo a se conectar com agente agora mãe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEDRO&lt;br /&gt;Isso! Isso! Aproveita que estamos reunidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NORMA&lt;br /&gt;Não, não. Ele quer ver vocês pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLARA&lt;br /&gt;Pessoalmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEDRO&lt;br /&gt;Nós não estamos aqui agora? É a mesma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NORMA&lt;br /&gt;Não é a mesma coisa. Ele quer olhar nos olhos de vocês, sentir vocês... Vocês o conhecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLARA&lt;br /&gt;Mas mãe, ele pode fazer tudo isso aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NORMA&lt;br /&gt;Vocês sabem que o seu pai nunca suportou essa modernidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEDRO&lt;br /&gt;Ele não tem que suportar mãe. É a realidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NORMA&lt;br /&gt;Realidade que distancia as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEDRO&lt;br /&gt;E aproxima! no seu tempo as pessoas só podiam se comunicar através de cartas e telefones. Agora não mãe, mesmo a gente morando em outra cidade, a senhora pode ver a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NORMA&lt;br /&gt;Ver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLARA&lt;br /&gt;E não é o suficiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... ”&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110208749228337853?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110208749228337853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110208749228337853&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110208749228337853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110208749228337853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/12/sonhos-entrecortados.html' title='&quot;Sonhos entrecortados&quot;'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110172208059683563</id><published>2004-11-29T07:29:00.001-02:00</published><updated>2004-11-30T12:08:20.480-02:00</updated><title type='text'>"Meu Nome é Paulo Leminski"</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.5minutos.ba.gov.br/2004/images/fotos/059c_meu_nome_leminski_(200)w.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;"Meu Nome é Paulo Leminski", de Cezar Avila Migliorin, 4'57'', (RJ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem encerrou o Festival Nacional imagem em 5 minutos aqui na Bahia, e um pequeno vídeo que recebeu menção especial me encantou e também muita gente, talvez merecesse mais que uma simples menção. Não só pela transformação da "casualidade em poesia", como foi anunciado. Mas também pela percepção de uma possível reação do garoto aquela situação em que foi colocado, sensibilidade em movimentar a camera no momento exato, deixar o que está fora do quadro fazer parte e influenciar a narrativa... Estaremos de olho em Cezar Migliorin, muito bom! E imaginando que o vídeo é um único plano, sem cortes. &lt;br /&gt;Outra informação maravilhosa é o prêmio do colega Daniel Lisboa, com "o Fim do  Homem cordial" como melhor vídeo do festival, e de seu irmão Diego lisboa, com "Sem a Lona preta", anunciando novos nomes no cenário de Cinema e Vídeo baiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue a lista do site oficial do festival: &lt;br /&gt;&lt;img src="http://photos1.blogger.com/img/285/2441/640/CincoMinutos.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAL ANUNCIA OS VÍDEOS PREMIADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solenidade de encerramento aconteceu na Sala Walter da Silveira, que teve sua lotação esgotada. A Comissão de Premiação, presidida por Roberto Santucci Filho e composta por Paula Gaitán, Marçal Aquino, Silas de Paula e Valdy Lopes Ferreira, decidiu quanto à outorga dos prêmios aos vencedores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO GERALDO DEL REY, Melhor Vídeo: O FIM DO HOMEM CORDIAL, de Daniel Lisboa (BA), no valor de R$ 8.000,00;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO ALEXANDRE ROBATTO, Segundo Melhor Vídeo: O MILAGRE DE DONA RITA, de Cecília Maria Torquato de Oliveira (MG), no valor de R$ 5.000,00;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO CARLOS ATHAÍDE, Terceiro Melhor Vídeo: RISCO, de Bernardo Gebara de Macedo (RJ), no valor de R$ 4.000,00; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO AGNALDO “SIRI” AZEVEDO, Quarto Melhor Vídeo: ESTAS FLAS AFROBRÁS, de Bruno Augusto Alves Vasconcelos (MG), no valor de R$ 3.000,00; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO VITO DINIZ, Quinto Melhor Vídeo: O DIVINO, DE REPENTE, de Fábio Jun Yamaji (SP), no valor de R$2.000,00; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO WALTER DA SILVEIRA, Melhor Vídeo de Jovem Realizador: SEM A LONA PRETA, de Diego Lisboa (BA), no valor de R$ 3.000,00. &lt;br /&gt;O juri decidiu conceder as seguintes MENÇÕES ESPECIAIS: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1, O DITADO, de Tomás Enrique Creus (RS), pela habilidosa combinação entre o lúdico e estético; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2, MÁRIO GUSMÃO, 1º ATO, de Elson Rosário (BA), pelo obortuno resgate de uma figura relevante para as artes e para o movimento negro da Bahia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3, MEU NOME É PAULO LEMINSKI, de Cezar Avila Migliorin (RJ), pela transformação da casualidade em poesia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site oficial do Festival : www.5minutos.ba.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110172208059683563?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110172208059683563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110172208059683563&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110172208059683563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110172208059683563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/11/meu-nome-paulo-leminski.html' title='&quot;Meu Nome é Paulo Leminski&quot;'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110131034413048752</id><published>2004-11-24T13:31:00.000-02:00</published><updated>2004-11-26T10:40:09.673-02:00</updated><title type='text'>"Cascalho"</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.candango.com.br/arquivos/FestivalCinema//filmes04/filme-cascalho.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;"Cascalho" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados:	ficção, cor, 35mm, 104min, DF/BA, 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direção:Tuna Espinheira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinopse:Homens rudes, analfabetos, movidos pela ambição, pelo espírito de aventura, pelos sonhos febris e por uma loquaz ingenuidade. Com muitíssimo esforço e alguma sorte, amealhavam pequenas fortunas que rapidamente dilapidavam em prazeres fugazes e gastos generosamente descontrolados. Filmado nas mais belas paisagens e sítios históricos da Chapada Diamantina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco:	Othon Bastos, Maria Rosa Espinheira, Harildo Deda, Jorge Coutinho, Irving São Paulo e Lúcio Tranchesi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficha Técnica:	produção executiva: Marcio Curi, roteiro: Tuna Espinheira, fotografia: Luis Abramo, montagem: Flávia Celestino, Flávio Zettel e Tuna Espinheira, som: Toninho Muricy, direção de arte: Moacyr Gramacho, cenografia: Raquel Rocha, figurino: Moacyr Gramacho e Maurício Martins, trilha sonora: Aderbal Duarte, música original: Waltinho Queiroz. produtora: Asa Cinema e Vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmografia:	Luís Gonzaga, o Rei do Baião (1969/70)(Direção, roteiro e produção); Major Cosme de Farias – O último Deus da mitologia baiana (1972)(Direção, roteiro e produção) - premiado pela Associação Baiana de imprensa; Atrás do Trio elétrico só não vai quem já morreu (1973)(Produção, roteiro e direção; Comunidade do Maciel - Há uma gota de sangue em cada poema (1974)(Direção, roteiro, montagem, produção)- convidado hors concours para o Festival Internacional de Nyon, na Suíça, e selecionado para o XX Festival Internacional de Oberhausen, na Alemanha. Além do prêmio de melhor filme na I Mostra do Filme Documentário em Curitiba; Cajaíba...lição de coisas... O Fazendeiro do Ar (1976)( Direção, roteiro, montagem e produção)- Prêmio de melhor roteiro no IX Festival de Brasília do cinema Brasileiro e de melhor proposta de criatividade na IV Jornada Brasileira de Curta Metragem; Bahia de todos os Exus (1977)(Direção, roteiro e produção)- Prêmio Especial do Júri, no X Festival de Cinema de Brasília; Samba não se aprende no colégio (1978)(Direção, roteiro e produção); Dr Heráclito Sobral Pinto, profissão Advogado (1979)(Direção, roteiro e co-produção com Nelson Pereira dos Santos)- Grande prêmio do Júri do VI Festival Brasileiro de Curta-metragem, outorgado pelo Jornal do Brasil; Maculelê de Santo Amaro (1980)(Direção e roteiro); O curso do documentário brasileiro desde Aruanda (1980)(Direção e roteiro); O cisne também morre (1982)(Direção, roteiro e argumento); A Mulher Marginalizada (1989)(Direção, roteiro e produção)-Premiado por melhor direção e melhor filme no VI Rio Cine Festival. Ganhador do Troféu concedido pelo Ofício Católico Internacional de Cinema –OCIC; Viva o 2 de julho (1998); O Bruxo Bel Borba (1999); Cascalho (2004) (Direção e roteiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110131034413048752?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110131034413048752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110131034413048752&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110131034413048752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110131034413048752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/11/cascalho.html' title='&quot;Cascalho&quot;'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110130821126021457</id><published>2004-11-24T12:52:00.000-02:00</published><updated>2004-11-24T13:18:35.136-02:00</updated><title type='text'>Bahia na Película!</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.bsb.zaz.com.br/bsb/festbrasilia/imagens/ultimas021.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Festival de Brasilia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou ontem o 37º Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro. Para a Bahia a expectativa é grande, “Cascalho”,  o primeiro longa do diretor baiano Tuna Espinheira  estréia no Festival disputando o Candango de Ouro de melhor filme.  &lt;br /&gt;Depois de um intervalo de mais de 20 anos desde O Boi Aruá de Chico Liberato, nenhum outro longa metragem de ficção havia sido finalizado com recursos próprios do estado. O Boi Aruá entraria para a história como o primeiro desenho animado de longa-metragem do país e o último filme realizado pelo estado antes de um longo período de ostracismo.&lt;br /&gt; “Cascalho” adaptação livre do romance de Herberto Salles, publicado em 1945, quando a economia da Chapada Diamantina girava em torno do diamante, foi o longa-metragem vencedor do Prêmio Fernando Coni Campos, na categoria filme de longa-metragem de ficção, patrocinado pelo Governo do Estado, através da Secretaria da Cultura e Turismo da Bahia.&lt;br /&gt;Outro filme muito esperado é “Eu me lembro” de Edgard Navarro, que ganhou o edital anterior, mas ainda não foi finalizado em película.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filhos da Terra*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redenção (1959), de Roberto Pires&lt;br /&gt;A grande feira (1961), de Roberto Pires&lt;br /&gt;Barravento (1962), de Glauber Rocha&lt;br /&gt;Tocaia no asfalto (1962), de Roberto Pires&lt;br /&gt;Sol sobre a lama (1963), de Alex Viany&lt;br /&gt;O caipora (1963), de Oscar Santana&lt;br /&gt;O grito da terra (1964), de Olney São Paulo&lt;br /&gt;Meteorango Kid, o herói intergalático (69), de André Luiz Oliveira&lt;br /&gt;Caveira, my friend (1969/70), de Álvaro Guimarães&lt;br /&gt;Bahia por exemplo (1970), de Rex Schindler&lt;br /&gt;Akpalô (1971/72), de José Frazão e Deolindo Checucci&lt;br /&gt;O anjo negro (1972), de José Umberto&lt;br /&gt;O pistoleiro (1975), de Oscar Santana&lt;br /&gt;Abrigo nuclear (1978), de Roberto Pires&lt;br /&gt;O mágico e o delegado (1983), de Fernando Coni Campos&lt;br /&gt;O Boi Aruá (1983), de Chico Liberato&lt;br /&gt;Cascalho(2004), de Tuna Espinheira&lt;br /&gt;* São considerados filmes baianos aqueles que tiveram a maior parte de seus recursos captados no estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs. “Tres histórias da Bahia”(2001), Sérgio Machado, Edyala Yglesias, e José Araripe Jr. , não está na lista acima por ser uma junção de três curtas distintos, mas teve seu papel em chamar atenção para a cinematografia baiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110130821126021457?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110130821126021457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110130821126021457&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110130821126021457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110130821126021457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/11/bahia-na-pelcula.html' title='Bahia na Película!'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110096010577670440</id><published>2004-11-20T12:14:00.000-02:00</published><updated>2004-11-20T14:47:10.833-02:00</updated><title type='text'>Cinema de Poesia</title><content type='html'>  "Tudo leva a concluir que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a linguagem do cinema é&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fundamentalmente uma linguagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de poesia. Mas, historicamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;concretamente, depois&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de tentativas logo suspensas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na época em que o cinema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;apenas começava,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a tradição cinematográfica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que se formou foi a de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma linguagem de prosa." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.edscuola.it/archivio/antologia/recensioni/images/pasolini.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;Pier Paolo Pasolini, Cinema de Poesia, 1965&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110096010577670440?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110096010577670440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110096010577670440&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110096010577670440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110096010577670440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/11/cinema-de-poesia.html' title='Cinema de Poesia'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110095439868202601</id><published>2004-11-20T10:39:00.000-02:00</published><updated>2004-11-21T08:19:52.973-02:00</updated><title type='text'>Saindo da estante:</title><content type='html'>&lt;img src="http://images.google.com.br/images?q=tbn:UPeHjKNUyhgJ:www.solopan.com.pl/zdjecia/nasze%2520filmy/festen.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;"Festen" – Solução underground para um filme comercial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como falar em "Festen"(Festa de Família) de Thomas Vinterberg sem associá-lo ao Dogma 95. Mas, considero que mesmo se relacionando com um movimento, ele tem razões para ser avaliado separadamente. Primeiro, por ser a experiência de todo o processo(É o Dogma 1), já se distingue dos demais. É o "abre alas" do movimento, é como se todos os outros o seguissem. Mesmo que nós saibamos que eles foram realizados através de conceitos pré-estabelecidos. Segundo, porque esse filme possui uma busca de expressão que o distingue dos outros de sua época, isso pode ser claramente explicitado pela reação que causou onde foi exibido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após essas considerações começarei a tratar de elementos nesse filme que nos remetem ao Cinema Underground. Tentarei não só destacar elementos que o aproximam, como também os que o distanciam dessa estética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de ressaltar que algumas imposições do Dogma 95 já faz esse filme ir para outro caminho. Como o mesmo já está em uma "prateleira", fica difícil analisá-lo friamente, mas foi a possibilidade de alguma análise que me chamou atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na busca de elementos Undergrounds nesse filme, já identificamos logo na abertura uma característica marcante no estilo, demonstrando informalidade. O filme não possui elementos artificiais, como créditos sobrepostos ou fusões. Somente aparece o nome da produtora e o nome do filme feitos a mão num elemento submerso em água, tudo elaborado mecanicamente, a imagem inicial do filme surge como uma raio, sem concessões ou elipses cinematográficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando o filme, percebemos que a narrativa e os acontecimentos vão se desenvolvendo de maneira linear, característica contrária ao underground, mas vai surgindo uma intensidade e uma complexidade emocional, que pode ser considerada. Além do ritmo da montagem, que mesmo linear, é rápida e furiosa, clara característica Underground.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caráter experimental também é perceptível logo no início. O uso de cameras de video amador, diretamente na mão, o não uso de iluminação artificial ou lentes especiais. E o mais forte ou determinante, a experimentação da "mise en cene", nesse filme o ator não representa para a camera, ela o segue, captando na maioria das vezes o inesperado, como afirma o diretor no making-off do filme. Essa característica pode não ser inovadora mas de qualquer forma é uma experimentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação técnica, o filme se encaixa perfeitamente nos preceitos Undergrounds , todo captado em vídeo amador e somente após editado, foi transferido para película. Demonstrando inovação e domínio da técnica. O que já nos leva a outros elementos, como o baixo orçamento e a independência quanto aos grandes estúdios. Nesse filme nem os figurinos foram construídos, os próprios atores se encarregavam de trazer suas roupas e fazer a maquiagem . O filme possui poucas locações, basicamente duas, um hotel serviu de cenário para quase todo o filme, barateando consideravelmente a produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cenas de violência, sexo, e nudez podem remeter ao underground, como também o rumo que tomam os acontecimentos, beirando o caos total ou a loucura. A crítica aos valores familiares e ao "Status quo" também pode ser considerada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, gostaria de tratar sobre a duração e objetivo do filme. Ele possui 105 minutos e foi finalizado em 35mm, distribuído para o circuito comercial, totalmente diferente de filmes undergrounds. Esses elementos são os que mais demonstram que todo esse caráter experimental serviu para gerar uma "Cineplástica" diferenciada dos demais filmes comerciais, e chamar a atenção para o movimento que estava surgindo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do talento, nada como uma boa jogada de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Festen, Dinamarca, 1995) Direção: Thomas Vinterberg. Com Ulrich Thomse, Henning Moritzen, Thomas Bo Larsen. 105 min. Cult Filmes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110095439868202601?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110095439868202601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110095439868202601&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110095439868202601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110095439868202601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/11/saindo-da-estante.html' title='Saindo da estante:'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110095433972772083</id><published>2004-11-20T10:37:00.000-02:00</published><updated>2004-11-20T14:40:03.040-02:00</updated><title type='text'>A poesia do cinema</title><content type='html'>"... porque o isola,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;graças ao silêncio e a escuridão,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do que podemos chamar de seu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;habitat psíquico, o cinema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é capaz de pôr o espectador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em êxtase melhor do que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;qualquer outra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;expressão humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... É o melhor instrumento para&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;exprimir o mundo dos sonhos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;das emoções, do instinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todos os filmes,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bons ou maus,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;além e apesar das intenções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dos realizadores,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a poesia cinematográfica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;luta para vir a tona&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e se manifestar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.btinternet.com/~sev/REGROUP/Aug99Images/bunuel.gif"/&gt;&lt;br /&gt;Luis Buñel, A poesia do cinema, 1955&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110095433972772083?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110095433972772083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110095433972772083&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110095433972772083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110095433972772083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/11/poesia-do-cinema.html' title='A poesia do cinema'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9248164.post-110094385919190038</id><published>2004-11-20T07:40:00.000-02:00</published><updated>2004-11-21T07:35:34.523-02:00</updated><title type='text'>BIG FISH</title><content type='html'>Quem diria que o primeiro post de um estudante de cinema seria sobre uma superprodução? Já sinto Godard se remoendo onde estiver ou Jean Rouch revirando no caixão, discursando sobre seu "Cinéma Vérité", mas "cinema, além de imagens em movimento, é expressão, arte, documento, indústria... "&lt;br /&gt;Considerações feitas, então vamos lá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.neferthais.blogger.com.br/fish2.JPG" /&gt;&lt;br /&gt;BIG FISH&lt;br /&gt;Peixe grande e suas histórias maravilhosas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o caminho para a felicidade? Existe alguma fórmula? Essas perguntas não são feitas diretamente, mas estão nas entrelinhas do novo rebento de Tim Burton, Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas. Com qualidade esmerada para criar universos paralelos e mundos imaginários, o diretor conseguiu fazer um filme leve e ao mesmo tempo interessante. &lt;br /&gt;Quem nunca gostou de ouvir histórias fantásticas, sobre criaturas irreais e acontecimentos extraordinários quando crianças? Principalmente se fossem contadas por nossos pais ao pé da cama quando nos colocavam para dormir. E melhor ainda, se as histórias fossem sobre eles próprios, tornando mais verossímeis os acontecimentos contados. Edgard Allan Poe, um mestre nesse assunto, deixou uma obra extensa para todos que gostam de se entregar a "mundos maravilhosos", Federico Fellini penetrou profundamente nesse ambiente, realizando filmes onde a fantasia imperava. Burton aproveitou o livro do Daniel Wallace: Big Fish, A Story of Mythic Proportions para criar sua nova fábula. &lt;br /&gt;Histórias fantásticas podem ser encaradas como metáforas de situações reais que vivemos . Esse filme pode ser visto dessa forma, uma metáfora de como podemos viver de uma forma mais leve e agradável. Pode parecer piegas ou "romântico positivista", mas no filme funciona. Edward Bloom, o personagem principal, é vivido por Ewan McGregor, quando jovem, e por Albert Finney, quando mais velho. Enquanto o último conta as histórias, vemos o primeiro executando-as. O interessante é que o filho do contador de histórias, vivido por Billy Crudup, depois que se torna adulto e escritor, passa a ignorar todas as fábulas que seu pai te contou em busca da "verdade" de cada conto. "Quem é Edward Bloom" , essa pergunta é a tônica do filme, e se transforma num monstro para seu filho, Will, que não admite que o pai seja um ser fantástico, como é representado em suas historias. Uma sugestão modesta do conflito freudiano do pai pródigo. &lt;br /&gt;Nesse filme, diferente dos anteriores do mesmo diretor, a fantasia é demonstrada como possibilidade do real. Ela está dentro de nós, sabendo utilizá-la, podemos ser mais felizes. O filme somente peca quando tenta "fechar a obra", colocando imagens surreais onde não lhe cabem significação, tentando explicar os acontecimentos extraordinários, vividos somente na mente de quem conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: Parábola do pai pródigo de amor para com o filho pródigo de pecado:&lt;br /&gt;"Levanta-te, vem depressa à Igreja: aqui está o Pai, aqui está o Filho, aqui está o Espírito Santo. Ele vem ao teu encontro, para que te acolha enquanto estás a refletir contigo mesmo no segredo do coração. E quando ainda estás longe, vê-te e põe-se a correr. Ele vê no teu coração, acorre para que ninguém te detenha, e além disso abraça-te... Lança-se ao regaço de quem estava por terra, para o reerguer, e para fazer com que aquele que estava oprimido pelo peso dos pecados e inclinado para as coisas terrenas, dirija de novo o olhar para o céu, onde devia procurar o próprio Criador. Cristo lança-se ao teu regaço, porque quer tirar dos teus ombros o jugo da escravidão e impor sobre eles um jugo suave" (In Lucam VII, 229-230).&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9248164-110094385919190038?l=tomada1.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tomada1.blogspot.com/feeds/110094385919190038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9248164&amp;postID=110094385919190038&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110094385919190038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9248164/posts/default/110094385919190038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tomada1.blogspot.com/2004/11/big-fish.html' title='BIG FISH'/><author><name>Cesar Fernando de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09316942168130713715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
