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Cinepílula

Rompendo a linearidade

Comparando-se a camera cinematográfica com um olho, ela seria o olho do cineasta. Assim, a camera deixa de ser apenas uma engrenagem que filma, nela se concentrará também todo um "equipamento intelectual".
Cada olho tem um comprometimento, uma história acumulada, um gosto. Assim, a camera passa a ser o cineasta, e esse será um ponto de vista na infinidade de imagens possíveis em todo mundo.
A camera é necessária para o registro da imagem, mas isso não quer dizer que não temos imagem sem camera. Partindo-se então da imagem e não da camera, rompe-se a linearidade, já que não limitamos as imagens a um único ponto de vista, de uma única camera.


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Dica: SARNO, Geraldo. Glauber Rocha e o Cinema latino-americano. Rio de Janeiro, UFRJ, Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, 1995.

PEREFEITO!
simplesmente perfeito
iris
abraços

valeu Iris!
Volte sempre.
Abs.

Eu lembro bem desse texto... e cada olhar é um mundo mesmo. Daí as diferenças e as obras significativas ou não. :) E tem a ver com aquele post seu "tudo depende da sensibilidade"...

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Cesar Fernando de Oliveira

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Cinema e palavras vagando na rede...

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